Archive for the 'Uncategorized' Category

Frente política condena cerco militar a professores em greve no Paraná

<!–

Frente política condena cerco militar a professores em greve no Paraná

–>parana policiaDo Blog do Esmael Morais

O governador Beto Richa (PSDB) vai se isolando cada vez mais na sua intenção de reprimir, com violência policial, a manifestação de professores e funcionários públicos em greve prevista esta semana no Paraná. Os servidores do estado iniciam paralisação amanhã (27) contra o confisco da poupança previdenciária.

Desde ontem (26) à tarde, quando determinou a ocupação militar do Centro Cívico, o tucano atraiu contra si uma onda de protestos da frente política liderados por parlamentares.

“Governo autoritário e arrogante que convoca policiais para cercar a Assembleia, intimidar professores, e garantir votações”, tuitou o deputado João Arruda (PMDB), coordenador da bancada federal paranaense em Brasília. Segundo ele, Richa comete “improbidade administrativa” ao transformar servidores do governo [policiais militares] em seguranças particulares de deputados para preservar os seus interesses na Assembleia.

Mais cedo, os senadores Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB) também emitiram duras críticas ao iminente confronto a que o governador do PSDB está empurrado a cavalaria da PM contra educadores.

Em manifesto, a senadora petista condenou a premeditação no uso da violência pelo governador tucano e fez um alerta aos deputados estaduais: o Ministério da Previdência irá vetar o confisco mensal de R$ 150 milhões da Paranáprevidência.

“Com mais de 80% de reprovação governador do Paraná tem surto psicótico e convoca toda a PM para agredir professores”, disparou pelo Twitter o senador Requião. Para ele, tem algo estranho na Justiça: “Habeas Corpus para Luiz Abi e interdito proibitório para manifestação de professores. Você concorda?”, questionou.

O deputado Ney Leprevost, do governista PSD, também acusou ontem o governador Beto Richa de retirar as forças policiais do combate aos bandidos, nas ruas, para agredir professores. Ele chegou a bater boca com o deputado federal Valdir Rossoni (PSDB), ex-presidente da Assembleia, que veio em socorro ao correligionário de ninho. Rossoni sonha com uma boca no secretariado de Richa.

“Richa quer tratar um problema político como se fosse caso de polícia”, reagiu o deputado Professor Lemos (PT).

Amanhã, diversas câmaras municipais deverão aprovar moções de apoio aos servidores públicos, contra a violência e confisco da previdência. Partidos e entidades da sociedade civil organizam notas oficiais contra a iminente truculência.

Richa quer meter a mão em R$ 150 milhões mensais do fundo previdenciário. O tucano poderá tungar (descapitalizar) em até R$ 2 bilhões ao ano a poupança dos servidores, o que comprometeria aposentadorias e salários futuros. A Paranáprevidência ficaria inviabilizada em pouco mais de dois anos, de acordo com especialistas ouvidos pelo Blog do Esmael.

Desenhando, para até o pessoal do complexo de vira-latas poder entender (O lugar do Brasil no Mundo)

Do Fernando Brito no Blog TIJOLAÇO

planeta1

A ilustração que retirei do Facebook da comunidade Planeta Fascinante é daquelas que quase dispensam legenda.

Ainda assim, é só olhar quem são os países que somam território, população e riqueza econômica.

Os cinco que ocupam a área de intersecção dos três conjuntos.

Deveria ser o que bastasse para entender que o Brasil é um país com destino próprio, não o de ser um satélite.

Como para ver onde estão nossas sinergias.

Repare, não disse ideologias.

Disse oportunidades.

Embora assim tão obvio, a elite brasileira não consegue enxergar.

Tem na cabeça que o Brasil deveria ser uma sub-Miami.

A burrice é uma coisa muito difícil de combater, porque prescinde de argumentos e sustenta verdades que ouviu de alguém e as repete.

Quem sabe assim, desenhando?

O conto do Lobo Hipócrita

11167575_10204156301816810_1003066316_o

Ato da “descomemoração” da Globo em SP

protesto-50-anos-globo-sp-5Por Igor Carvalho, na Rede Brasil Atual:

Na era em que o combate à corrupção e o discurso da moral estão na ponta da língua, a Rede Globo e sua história de desvios e manipulações parecem passar incólumes pelo crivo crítico daqueles que vestem verde e amarelo. A turma da CBF moradora em São Paulo preferiu neste domingo (26) ficar em casa – presumivelmente vendo a final do campeonato paulista e o Faustão –, enquanto centenas de pessoas de diversos movimentos sociais se manifestavam contra a emissora da família Marinho e seus 50 anos de histórias de contribuições à ditadura, às elites e ao conservadorismo do país.

Às 15h, os manifestantes começaram a se reunir na praça General Gentil Falcão, zona sul da capital paulista, nas proximidades da sede da emissora.

“Meus filhos assistem TV e eles assistem a Globo, mas precisam saber, desde cedo, que a Globo manipula e que poderíamos ser um país melhor sem ela”, declarou Edson Vargas, que veio de bicicleta de Ribeirão Pires, na região do ABCD paulista, com os dois filhos, de 12 e 10 anos, somente para participar da manifestação.

Quando o ato saiu da praça e ocupou a avenida Luiz Carlos Berrini, eram 400 manifestantes, segundo a organização do ato (120, segundo a PM). Entre eles, Pedro Ekman, do Intervozes, um dos movimentos organizadores da manifestação. “O mais grave é o fato da Globo ser um monopólio de comunicação. É absolutamente antidemocrático. Você tem uma Constituição Federal que proíbe o monopólio da informação e você tem uma empresa que detém 70% do mercado. Isso em qualquer país civilizado é considerado um monopólio”, defendeu o ativista.

Durante toda a última semana, sob o comando do editor do Jornal Nacional, William Bonner, a Globo fez uma retrospectiva do jornalismo da emissora nos últimos 50 anos. “Foi uma piada”, atacou Altamiro Borges, jornalista e coordenador do Centro de Estudos da Mídia Barão de Itararé, que comparou a emissora carioca a um “assassino”.

“Eles te matam e depois pedem desculpas à família. Do que adianta? O caos já está feito. Se a Globo não manipula o debate de 1989, onde o Brasil estaria hoje? Sem o apoio da Globo ao golpe militar de 1964, onde o Brasil estaria hoje?”, disse, referindo-se ao debate presidencial entre os então candidatos Lula e Fernando Collor, em que este acabou eleito. A própria emissora, por meio de alguns de seus executivos à época, já admitiu ter editado trechos do debate para favorecer a candidatura de Collor.

Comum entre os manifestantes era a lembrança de que a emissora, durante seus 50 anos, foi responsável pela criminalização e inviabilização de diversos movimentos sociais.

“Na Globo, nós, os movimentos sociais, sempre somos tratados como ‘vândalos’, nossos atos estão sempre vazios e os discursos são manipulados pelos repórteres deles”, lembrou Jussara Basso, da coordenação nacional do MTST. “Como concessão pública, eles deveriam transmitir ao povo o que está acontecendo, eles devem satisfação ao povo, mas mentem e não são cobrados por isso.”

Tinta vermelha

Já na entrada principal da Rede Globo, os manifestantes picharam no muro algumas mensagens: “Assassina”, “Globo Mente” e “Globo Golpista”. Durante o protesto, algumas palavras de ordem foram gritadas e quatro balões com tintas vermelhas foram arremessados contra o muro.

Ainda na frente da emissora, os manifestantes sentaram no chão e acompanharam o vídeo do direito de resposta que o ex-governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, conseguiu na Justiça e que foi lido ao vivo, na Globo, por Cid Moreira – um momento histórico da TV brasileira e marco da resistência ao autoritarismo da “vênus platinada”.

Passava das 18h quando os manifestantes começaram a retornar à praça General Gentil Falcão, ponto de partida do ato. “São 50 anos de não-comemoração. A Globo neste tempo manipulou o povo e não mostrou a realidade do país, não temos motivos para comemorar. A Globo divide o poder com a mesma elite que comanda o país desde 1965″, afirmou Gabriela Guedes, do Levante Popular da Juventude.

CUT, MTST, UNE, Levante Popular da Juventude, Intervozes e Juntos estavam entre as entidades que organizaram o ato.

Um depoimento emocionante: “EU ERA MAIS À ESQUERDA MAS, DIANTE DO QUE VEJO, EU ME RENDO.”

lula dilmaDo FaceBook do Walter Ferreira

Eu nem era tão Lula assim. Sou mais à esquerda mas, votei nele em 2002. Contudo, esperava mais, muito mais. Tolice. Em um Brasil com a pior e mais podre elite política e social do mundo, com parte de uma classe média facista, que já depôs presidente popular, que já fez presidente popular suicidar, esse homem, sem derramar sangue, sem criar abalos, esse homem fez a mais profunda reforma na estrutura social brasileira – votei nele em 2006 novamente.

Eu nem era tão Dilma assim. Sou mais à esquerda. Mas, votei nela em 2010. Todavia, esperava mais. Mas, veja: Dilma enfrentou Globo, enfrentou Veja, enfrentou facistas. E ganhou. E venceu o golpe sujo da direita brasileira. Aprofundou a reforma na estrutura social brasileira. E então lembrei-me – é a mesma que venceu câncer, que venceu torturadores, que venceu ditadura. E permanece com um governo admirado pelo mundo inteiro. E amada por seu povo (falei povo). Acredita, firmemente, que é possível fazer deste país um país justo. Enquanto os abutres da direita, almas pequenas, enlouquecem ao perceberem que, embora façam de tudo, não atingem a nobre dama – votei nela em 2014 novamente.

Eu nem era tão PT assim. Sou mais à esquerda. Entretanto, tenho visto esse partido apanhar inacreditavelmente da parte facista brasileira e manter-se de pé. E com dignidade. Apanha de canal de televisão corrupto, apanha de juiz financiado pelo golpe, apanha de tucanos financiados pelos EUA, apanha da máfia. Ninguém resistiria a tudo isso. E no entanto, inacreditavelmente, resistem. Lula mantém o mesmo sorriso de esperança por um Brasil melhor, como no início. A mesma emoção. Dilma segue adiante, realizando um governo voltado para o bem estar do povo. Fazendo do golpe – que derrubaria qualquer um – em algo que não a atinja. Faz crer que o sonho não acabou.

Ambos, Lula e Dilma, tiraram milhões da miséria. Deram nova perspectiva à sociedade brasileira. Fizeram do Brasil um país do presente.
Volto às urnas em 2018 para votar no Lula. Entendendo que, finalmente, depois de 500 anos, minha pátria encontrou seu caminho.

Walter Ferreira é funcionário público, bacharel em Direito e fazendo licenciatura em História (não recebe bolsa-família, é de esquerda – mas, vota no PT).

Berzoini questiona grande mídia que esconde escândalos tucanos: ‘Será que é só a Petrobras?’

:

Segundo o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, a chamada grande imprensa “esquece” eventos de corrupção de igual magnitude em estados que foram ou estão sendo governados por partidos de oposição ao governo federal; “Será que grandes estatais estaduais de governo de outros partidos não estiveram envolvidas também nisso? Será que não cabe um paralelo entre o que aconteceu na Petrobras com o que aconteceu no Metrô de São Paulo (formação de cartel), o que aconteceu no governo de Minas (mensalão mineiro) nos anos anteriores?”, perguntou; apesar da indignação seletiva da midia, Berzoini acredita que ao divulgar o balanço auditado, a Petrobras toma medidas para garantir a solvência e a fortaleza da empresa e, ao mesmo tempo, dá transparência ao processo contábil

Do Brasil 247 – O ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, questionou neste domingo, 26, em entrevista ao Estado de S. Paulo, a fixação da grande mídia em torno do escândalo de corrupção na Petrobras.

Segundo o ministro, a imprensa “esquece” eventos de corrupção de igual magnitude em estados que foram ou estão sendo governados por partidos de oposição ao governo federal.

“O curioso é que ninguém se pergunta: será que isso acontece só na Petrobrás? Será que grandes estatais estaduais de governo de outros partidos não estiveram envolvidas também nisso? Será que não cabe um paralelo entre o que aconteceu na Petrobrás com o que aconteceu no Metrô de São Paulo (formação de cartel), o que aconteceu no governo de Minas (mensalão mineiro)nos anos anteriores?”, afirmou Berzoini.

Para Berzoini, membro do chamado núcleo duro do segundo governo da presidente Dilma Rousseff, ao divulgar o balanço auditado, a Petrobras toma medidas para garantir a solvência e a fortaleza da empresa e, ao mesmo tempo, dá transparência ao processo contábil. “Acho que é bom para a Petrobrás que se aponte que, daqui para frente, está sendo feito algo novo do ponto de vista da gestão”, afirmou.

Questionado sobre o processo de regulamentação da mídia, uma das bandeiras de campanha da presidente, Ricardo Berzoini afirmou que o tema não pode ser tratado como tabu, apesar da pressão dos grandes veículos, contrários à medida.

“Se você pegar a lei atual em vigor, de 1962, e não mostrar que ela é a lei em vigor, as pessoas podem dizer: olha, isso aqui está censurando conteúdo. Esse assunto é tão polêmico que tenho assumido a postura como ministro dizendo publicamente que, assim como tem setores que demandam uma mudança forte na regulamentação, tem setores que entendem que não haja mudança nenhuma. E tem setores que nunca pensaram sobre isso. A melhor forma para contribuir para esse debate de maneira não sectária é você estimular o debate”, afirmou.

Para Berzoini, não há um foco por parte do PMDB mais de confronto do que de aliança. “Não podemos achar que isso está acontecendo agora. Tem um histórico. Quando Michel Temer foi presidente da Câmara tivemos tensão no governo Lula. Quando Michel foi presidente da Casa o fim do fator previdenciário foi aprovado, e o presidente Lula teve que vetar. Não é verdade que nós tenhamos neste momento uma situação tão diferente do passado, ela é mais tensa, eu reconheço”.

Leia aqui na íntegra a entrevista de Ricardo Berzoini.

Em Brasília, relembrando ditadura, manifestantes jogam tinta vermelha na sede da Globo-DF

:

O Levante Popular da Juventude jogou tinta vermelha na sede da Globo em Brasília, em referência ao sangue de brasileiros derramado pela ditadura; o ato em Brasília contou com a participação de 500 pessoas, com apoio do MST, do movimento democratização da comunicação, diversos sindicatos e entidades estudantis

Brasília 247 O Levante Popular da Juventude jogou tinta vermelha na sede da Globo em Brasília, em referência ao sangue de brasileiros derramado pela Ditadura, que a emissora apoiou politicamente, deu sustentação ideológica e da qual ganhou benefícios econômicos.

O ato em Brasília contou com a participação de 500 pessoas, com apoio do MST, do movimento democratização da comunicação, diversos sindicatos e entidades estudantis.

O dia 26 de abril, dia do aniversário de 50 anos do grupo de mídia, é marcado por atos em todo o país contra o Império da Globo.

“A verdade é dura, a Rede Globo apoiou a ditadura!”, era o principal grito de ordem dos manifestantes. Nas redes sociais, foram difundidas as hashtags ‪#‎globogolpista50anos‬ e ‪#‎globo50anus.


Luiz Müller

Twitter


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 6.251 outros seguidores