PT e militância devem responder a ataques tucanos

Ex-presidente usou imagem em rede social para caçoar da presidenta Dilma Rouseff, mas teve as mazelas de seu governo lembradas pelos internautas
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O senso de humor do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) costuma colocá-lo em situações constrangedoras. Na quinta-feira (26), o tucano resolveu ironizar discurso da presidenta Dilma Rousseff que atribuiu parte da culpa pelas irregularidades na Petrobras à falta de investigações na gestão tucana.  Ele posou com uma cédula de R$ 2 e um cartaz com os dizeres “Foi FHC”, referindo-se à criação do Plano Real, que ocorreu, na verdade, no governo de Itamar Franco. Mas o tiro saiu pela culatra e o tucano mais uma vez virou piada nas redes.

Para o vice-presidente Nacional do PT e coordenador de Mídias Sociais do partido, Alberto Cantalice, quando atacado, o PT e a militância devem responder e relembrar à população os escândalos de corrupção, em nível nacional e regional, que por muitos anos não eram investigados.

“Mesmo com a blindagem da grande mídia em torno de nomes como FHC e outros tucanos, nós estamos conseguindo, juntamente com blogs e mídias alternativas, desnudar esses figurões e relembrar as mazelas que eles foram responsáveis”, defende Cantalice.

Não há como esquecer a tentativa frustrada do governo tucano de sucatear e vender a baixíssimos preços a Petrobras. Foi FHC que, na época, tentou-se até mesmo mudar o nome da empresa para Petrobrax no esforço de torna-la mais atrativa para o mercado internacional e a petrolífera teve um prejuízo estimado em US$ 50 bilhões.

Ao ver a brincadeira do tucano, dezenas de brasileiros também lembraram que foi o governo FHC conhecido por engavetar as investigações de corrupção. Prova é que  entre os três últimos presidentes do Brasil, o tucano foi o que menos combateu a corrupção, segundo pesquisa Vox Populi realizada no final de 2014.

Foi durante dos mandatos de FHC também que então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, recebeu a fama “engavetador-geral da República”.

Foi FHC também que institucionalizou no Brasil uma onda de privatizações, entre elas, a mineradora Vale do Rio Doce, vendida a preços irrisórios.

Poucos conseguem esquecer ainda do episódio em que o ex-presidente chamou os aposentados de “vagabundos”, quando defendeu mudanças no fator previdenciário, em 1999, ou quando deixou o País diante de um Apagão elétrico em 2001.

Do Portal do PT

Globo sumiu quando Randolfe anunciou CPI da sonegação no HSBC suíço #GloboMostraDARF

Cadê o indefectível microfone da TV Globo nesta foto?

A foto é do fim da manhã desta quinta-feira (26), no momento em que o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) dava entrevista anunciando que conseguiu o apoio de 31 colegas para abrir uma CPI da sonegação fiscal por meio de contas no HSBC, na Suíça.

São quatro assinaturas a mais que o mínimo necessário para instalação de uma comissão parlamentar de inquérito.

Na foto tem microfone da TV Record, da Rede TV, da CNT, da TV Senado e de algumas rádios. Mas da Globo, nada.

O parlamentar é um dos que tem defendido a necessidade de investigação do caso e uma cobertura mais ampla por parte da imprensa. Em discurso na terça-feira (25), ele lembrou que jornais do mundo inteiro estão noticiando, diferentemente do que ocorre no Brasil:

– O que me chama atenção é que, embora o Brasil seja o quarto em número de clientes e o nono em depósitos [no HSBC], temos poucas notícias sobre isso por aqui. É fundamental que esse assunto venha à tona. Um escândalo dessa proporção, no qual contas de brasileiros estão envolvidas, necessita de uma imediata resposta por parte das autoridades brasileiras – defendeu.

Globo nunca mostrou o Darf

Em 2013 estourou na internet o escândalo de sonegação de Imposto de Renda na compra de direitos de transmissão da Copa de 2002 da FIFA pela TV Globo, através de operações em paraísos fiscais.

Desde 2008 a emissora já era citada no escândalo das propinas a cartolas da FIFA, inclusive aos brasileiros Ricardo Teixeira e João Havelange.

Desde as manifestações de rua de 2013, o povo pede para Globo mostrar o Darf. Alguns protesto contra a sonegação foram feitos na porta da emissora. Mas o assunto não aparece na pauta do noticiário global.

Do Blog Amigos do Presidente Lula

#13MARÇO O povo nas ruas #SouPetrobras Defender a Petrobras é defender o Brasil e a Democracia

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Tarifaço de 36,8% na conta de luz empurra de vez para o ‘fundo do poço’ o governo Beto Richa, tucano do Paraná

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Em boa hora este artigo Do Blog do Esmael . Enquanto todos tentam jogar todas as mazelas do Brasil nas costas da Presidenta Dilma, o Esmael em seu artigo esclarece que não é a Dilma que fixa preços de energia elétrica. Pelo contrário, em 2013 foi a Dilma que decidiu subsidiar o preço da Luz para que não subisse e provocasse inflação. Mas subsídio não dá pra ser eterno. E no caso do Paraná e de São Paulo, governados pelo PSDB, a luz vai subir muuuiiito. É só ler a matéria.

O chão é o limite para o governo de Beto Richa (PSDB), no Paraná? Não. Parece que não é. O tucano vem cavando cada vez mais para atirar-se num poço sem fundo. A partir da segunda-feira, dia 2 de março, a Copel (Companhia Paranaense de Energia) vai aplicar aumento de 36,8% na conta de luz. O índice foi autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de acordo com a solicitação da empresa paranaense.

O senador Roberto Requião (PMDB), ex-governador do estado por três oportunidades, explicou o motivo do tarifaço de 36,8% na conta de energia: “Richa dobrou a participação dos sócios privados na Copel. Você paga na tarifa [conta]”. “Na campanha eu avisei”, conforta-se.

Em junho de 2014, a tarifa de energia da Copel fora reajustada em 25%, agora 36,8% e em junho próximo – daqui três meses – haverá outro aumento estimado em 15%. Portanto, em apenas um ano, Richa terá aplicado o tarifaço de 76,8% na conta de luz de empresas e residências.

“Quem aguenta isso?”, teria desabafado um secretário do governo Richa, em raro lampejo de sensibilidade, ao relacionar os recentes aumentos de IPVA, ICMS, os reajustes nas contas de água e luz, com os protestos contra o tucano.

O desabafo acima ocorreu na quinta durante reunião do secretariado para avaliar a crise com a greve do funcionalismo público. O movimento dos professores e funcionários de escolas entrou hoje no 19º dia.

Dia 13 de março tem ato em Defesa da Petrobras, do Brasil e da Democracia #13MAR #SouPetrobras

CUT 13 de março

Comerciantes e caminhoneiros que não querem aderir a manifestação contra o Governo são ameaçados

Imagem2Com informações do Do Blog Jovens de Esquerda

QUE DEMOCRACIA ?

Em Chapecó/SC os comerciantes que se negaram a fechar as portas  em protesto contra o governo Dilma são ameaçados por grupos radicais, será essa a noção de democracia pregada pelos manifestantes ? A insistência em se opor ao governo Dilma deve ser questionada, sendo que boa parte dos impostos dos combustíveis vem dos Governos Estaduais!

O comerciante desabafou em seu facebook:

Ja tinhamos fechado a loja por 1hora por respeito a manifestação , reabrimos vem a manifestação “passifica” que defende a intervenção militar e nos impede de trabalhar fecham a loja com gritos… loja do filho do lula . Muita ignorância e falta de respeito com direito das pessoas de expressar suas convicções .#abaixoignorancia #pelodireitoiguais #ademocracia#contragolpismo # intervenção jamais viva a democracia

E clica aqui pra ver denúncia feita à Polícia Federal sobre o gagsterismo

Vídeo Denúncia: A farsa da “greve” dos caminhoneiros é denunciada a Polícia Federal.

Por conta do gangsterismo já tivemos até a morte de um caminhoneiro. Lê abaixo:

CAMINHONEIRO É ATROPELADO NAS MANIFESTAÇÕES 

Outro fato aconteceu no Rio Grande do Sul, onde três caminhoneiros tentaram barrar outro trabalhador para paralisar contra o governo Dilma, porém o trabalhador não aceitou e saiu do local, um dos caminhoneiros foi atropelado e faleceu.

Comentário: Será que o piqueteiro que foi atropelado e morto não foi comunicado de que houve um acordo para o fim da greve? É muito estranho esta greve continuar. Tem financiamento grosso aí, ou como seria possível a um caminhoneiro autônomo perder cargas assim no mais? E além de financiamento há gangsterismo mesmo. Já há várias denúncias aparecendo no Brasil inteiro, de que caminhoneiros são ameaçados até de morte se saírem da mobilização. Será que não foi isto que aconteceu com este caminhoneiro que acabou atropelando um piqueteiro? Se eu fosse ameaçado de morte, também tentaria fugir dos que me ameaçam, entende?

A POPULAÇÃO COMEÇA A DESCONFIAR DESTES PROTESTOS FORÇADOS 

É legitimo na democracia se manifestar quando alguém está incomodado com alguma situação, porém também é legitimo NÃO QUERER se manifestar por não concordar com os manifestos ou por qualquer outro motivo. O ato de forçar manifestantes a protestar não é um ato racional e atenta justamente contra a democracia!

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Um ato em defesa da Petrobrás contra os ataques da oposição entreguista do Brasil foi marcado para dia 13/03. 

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Camargo Corrêa afirma: “Tortura psicológica fez diretores assinarem pedido de delação”

Do Portal i9

SÃO PAULO – A construtora Camargo Corrêa divulgou nota neste sábado dizendo que não participou do acordo de delação premiada ao qual recorreram seus executivos Dalton Avancini, presidente da companhia, e Eduardo Leite, vice-presidente. A empreiteira diz que só “tomou conhecimento do acordo de seus executivos pela imprensa”. Para a Camargo Corrêa, os dirigentes “firmaram acordos individuais de colaboração com o Ministério Público”, insinuando que eles só tomaram essa decisão devido às pressões psicológicas que sofrem pelo fato de estarem presos na carceragem da Polícia Federal.

“A companhia lamenta que tenham sido submetidos a longo período de prisão, antes do julgamento do caso. Embora não tenha participado do citado acordo, a companhia permanecerá à disposição das autoridades para o que for necessário e sanará eventuais irregularidades, aprimorando a governança administrativa para seguir contribuindo com o desenvolvimento do país”, diz nota da Camargo Corrêa divulgada neste sábado.

Com informações O Globo

Moro é investigado por tortura

Marcus Vinícius, especial para o Brasil247

Presidente do grupo Tortura Nunca Mais em Goiás, o ex-preso político Waldomiro Baptista denuncia o juiz Sérgio Moro pela prática de tortura.”A ditadura, com o AI-5, acabou com o habeas corpus e estimulou o dedurismo, a delação. O que vejo na ação do juiz Sérgio Moro é algo semelhante: a prisão usada como método de investigação e também de tortura, algo que achava que havia sido enterrado na lata de lixo da história pela Constituição de 1988”, critica.

Waldomiro Baptista, o Mirinho, como é conhecido, é irmão de Marco Antônio Dias Baptista, 15, o mais novo desaparecido político do Brasil, tendo sido visto pela última vez em maio1970. Sua mãe, Maria de Campos Baptista, morreu em um acidente de carro em 15 de fevereiro de 2006, na BR-060, no retorno de Brasília à Goiânia após ter se encontrado com vice-presidente da República, e Ministro da Defesa, José Alencar (PR), a aquém pediu a elucidação das circunstâncias da morte do filho.

Mirinho diz que ficou revoltado com os maus-tratos a que estão submetidos os empreiteiros encarcerados pela Polícia Federal, em Curitiba-PR, após ler a pela reportagem da jornalista Mônica Bergamo, à Folha de S. Paulo, que revelou os abusos: “Eles estão em celas escuras, comem carne com as mãos, dividem-se em celas para quatro pessoas, com uma latrina comum, e até recentemente estavam impedidos de ler jornais e revistas”. Para o militante dos direitos humanos, a prisão e humilhação dos acusados reforça a necessidade do país rever a Lei de Anistia. “Ao não criminalizar a tortura e os torturados, o STF permitiu que a tortura continue a ser usada como método investigativo. As circunstâncias mostram que o juiz Moro pode estar fazendo uso deste método”, avalia.

Há três meses os maiores empreiteiros do país, responsáveis direitos por mais de 200 mil empregos, estão encarcerados indevidamente. Para Mirinho os empreiteiros Leo Pinheiro, presidente da OAS, Ricardo Pessoa, presidente da UTC, Sérgio Mendes, vice presidente da Mendes Júnior, Dalto Avancini, presidente da Camargo Corrêa e Idelfonso Colares Filho, presidente da Queiroz Galvão são presos políticos. “Não há legalidade na prisão. Os acusados não têm direito ao contraditório, e assim como na ditadura, os delatores tem mais fé pública que os acusados. Assim, o que vemos é que da forma que conduz as apurações o juiz Sérgio Moro tortura os presos com a prisão, dá como verdadeira as declarações de ladrões confessos e quer vencer pelo esgotamento emocional os encarcerados, forçando-os a delatar também. Isto, repito, é tortura”, alerta.

Para Waldomiro Baptista as investigações são importantes, entretanto, ressalta que lei é lei e ninguém está acima da lei ou da Constituição. “Recentemente o ministro Marco Aurélio, do STF, numa crítica a Lava Jato disse que a prisão passou a ser regra e a liberdade, exceção entre os acusados. Recentemente ao Estadão o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Rogério Schietti, da 6.ª Turma da corte, também condenou as prisões esclarecendo que juízes não podem prender cautelarmente antes da sentença final simplesmente levando em conta a gravidade do crime. Como diria o árbitro Arnaldo Cesar Coelho, a regra é clara, quem não está cumprindo é o juiz Moro”, informa. Chantagem

Presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB e da Comissão da Verdade do Rio e ex-presidente da OAB-Rio o advogado Wadih Damous também criticou a condução das investigações pelo juiz Sérgio Moro. No evento, na ABI, no Rio, em defesa da Petrobras, ele foi claro: “ O espetáculo do Dr Moro não garante o direito de defesa, o contraditório e a presunção de inocência”, frisa. Segundo ele, Desde o mensalão, acabou no Brasil presunção de inocência.” Esse juiz ( Moro) é a reprodução daquele que se presume falar pelos brasileiros e brasileiras honestas. Em meu nome ele não fala”, reage.

De acordo com Wadih Damous, a defesa da Petrobras é uma defesa da do Estado de Direito, que está sob ameaça. “Esse juiz e esses procuradores se respondessem ao exame da Ordem da forma como se comportam na investigação da Lava Jato não seriam aprovados. Delação premiada é chantagem. Delação premiada não é pau de arara, mas é tortura !”, denuncia.

Waldomiro Baptista pretende encaminhar ofício ao Ministro da Justiça, José Cardozo, pedindo esclarecimentos sobre os abusos denunciados pela jornalista Mônica Bergamo na carceragem da PF de Curitiba. “Eu e minha família fomos vítimas do arbítrio no passado, não desejo a nenhum ser humano a humilhação, o tratamento desumano e o vilepêndio a honra. Nós que lutamos contra a ditadura, e ainda lutamos pela valorização da vida, temos que nos indignar contra abusos contra quem quer que seja, sendo rico ou pobre, petista ou tucano”, conclui. (Com informações do site Conversa Afiada)

Juízes de Goiás foram cassados por enfrentar a ditadura

Waldomiro Baptista lembra que além de agentes políticos a ditadura militar de 1964 também foi implacável com os defensores do Direito. Ele relata a cassação em abril de 1964 pelo AI-1, (primeiro ato do regime de exceção da ditadura) do desembargador Frederico Medeiros, seu chefe de gabinete, Jesus Aquino Jayme e outros membros do Judiciário, como os desembargadores Geraldo Bonfim e Jair Abrão.

“A ditadura determinava a cassação dos direitos políticos de inúmeros adversários, e o presidente do Tribunal Regional Eleitoral a época, o desembargador Frederico Medeiros, não admitiu aquela violação do Estado de Direito. Foi cassado por dez anos, juntamente com o seu chefe de gabinete, Jesus Aquino Jayme. Em seguida foi empossado o desembargador Geraldo Bonfim, que fez um desagravo ao seu antecessor, Frederico Medeiros, e também foi cassado. Na sequência foi empossado Jairo Abrão, que também fez desagravo aos antecessores, criticando o arbítrio, e também foi cassado. É preciso que a magistratura preste homenagens àqueles que tiveram coragem de enfrentar o arbítrio e não se deixaram levar pela opinião publicada. Digo isto porque em 1964 parte da grande imprensa tramou e estimulou o golpe. Nos dias de hoje, os mesmos veículos de comunicação estimulam o retrocesso. Não podemos compactuar com isto”, relata.

Waldomiro Baptista relembrou também o papel de defensores públicos que defenderam presos políticos contra os arbítrios do regime de exceção, dentre os quais Wanderley de Medeiros. “Dr. Wanderley se ergueu contra a ditadura quando era presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Goiás. Foi enquadrado na famigerada LSN (Lei de Segurança Nacional) por seus discursos e posicionamento público contra o golpe e mesmo assim continuou acreditando no Direito, advogando de graça para as famílias de presos políticos em Goiás. Num ato de ousadia discursou certa feita, em 1982, numa plenária da OAB do Rio de Janeiro:

  • Sejamos advogados. Mas sejamos principalmetne homens identificados com a Corporação, ciosos de seu insuperável valor, honrados com nossa carteira vermelha, para que possamos exibi-la como Maiakóvski fazeia com seu passaporte soviético: Lede e inveja-me, sou membro da OAB”!

Para o defensor dos direitos humanos, é imprescindível que os membros da Ordem e da Magistratura enfrentem a tentação autoritária a qual se apegam alguns setores do Judiciário e do Ministério Público, “sob pena de um retrocesso nos direitos do cidadão, que podem vir a corromper as conquistas da Carta Cidadã de 1988”, conclui.

Mais sobre o tema, clica no Link

Os dias e as noites na Guantánamo do Dr Moro (Grave denúcia sobre o processo da Lava Jato por PHA)


Luiz Müller

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