A mídia tupiniquim resolveu mesmo aderir ao Império. Estão mais realistas que o rei. Os jornais americanos falam o que foi o acordo Brasil /Irã: A reproduzão na integra do que os EUA propuzeram e não conseguiram. Então, por que a alauza? O império esta perdendo força. E o melhor de tudo é que o Brasil esta na linha de frente dos países que fazem oposição ao império. É por isto que a sra. Clinton anda nervosa. O que não dá para entender (ou dá) é por que a Globo “et caterva” do PIG esta tão panfletária dos interesses americanos no mundo. O mundo esta mudando. E o Brasil é referência desta mudança. Bom para o Brasil e para os brasileiros. Mas parece não ser bom para esta gente que sempre mamou no estado brasileiro, quando este era títere do império, conforme preconizava FHC na sua “Teoria da Dependência”. Quando o Brasil (Lula) consegue este acordo, ganha o apoio de países importantes como a Russia, a Turquia, a França, que mesmo estando (supostamente) céticos com relação ao Irã, eleogiaram a posição do Brasil em conseguir este acordo. O império estava criando a condição para invadir mais um país e manter funcionando a sua máquina de guerra, fonte de riqueza e geração de empregos nas terras americanas. Mas esta máquina é maquina da morte para quem tem a paz e a liberdade por referência. Foi sob a batuta do império americano que as sombras das ditaduras militares se bateram sobre a América Latina e inclusive o Brasil num passado recente. Milhares morrerram ou desapareceram na américa latina, assassinados por amigos deste mesmo império que continua a se fazer de “xerife” do mundo, invadindo quem não reza pela cartilha deles. Foi assim no Vietnã, Coréia, etc e esta sendo assim no Afeganistão e no Iraque. Matam por petróleo, matam pelas riquezas que estão no sub solo destes países, destroem culturas para impor a sua prória, através de músicas, cinema e tudo o mais que a industria americana produz. Mas por que temos que comprar deles? Por que o Irã tem que parar de fabricar urânio a 20% (que é para a medicina, conforma a própria midia tupiniquim propaga)? Os Estados Unidos processam o Urânio a 90% e fabricam armas nuclares Chegam ao ponto de destruir antigas e desenvolver novas), e tem ogivas suficientes para destruir o mundo mais de uma vez. O Neo liberalismo desabou no mundo e o impe´rio americano esta perdendo a força. Não conseguem mais fazer nada pela via diplomática, nem com um governo supostamente “democrático” como o de Obama. Foi-se o tempo onde Jimi Carter, Bill Clinton e Hillary tentavam manter a pose do “american way of live”. Agora é oLula viaja o mundo, negocia a paz, negocia avanços econômicos para o Brasil. Lula e o Brasil fizeram o Império perder a compostura. Lula e o Brasil negociam para o bem do mundo, por que o bem do mundo é o bem do Brasil e dos brasileiros. A paz é muito melhor do que a guerra, num mundo onde um só país tem mais armas e exércitos do que todos os outros juntos. Lula está certo. O Brasil está certo. Estão errados os que aqui dentro se associam ao descomposturado imperio para tentar recompor-lhe as forças. Parafraseando o Obama, “sim, o Brasil pode, Sim, nós brasileiros podemos”, e o acordo Brasil/Irã demosntrou isto de forma contundente. Tenho orgulho de ser Brasileiro.
Textos categorizados 'Verdade'
O Império e o PIG perderam a compostura (Sobre o acordo Brasil/Iraque)
Publicado maio 18, 2010 r Uncategorized Deixar um ComentárioTags:artigo, Brasil, EUA, Lula, Orgulho, Orgulho de ser Brasileiro, PIG, Verdade
O GOVERNO FOGAÇA VISTO DE PERTO
Publicado janeiro 25, 2010 r Uncategorized Deixar um ComentárioTags:artigo, comunicação, corrupção, Fogaça, imprensa, Informação, mídia, Porto Alegre, Verdade
Pescado do CloacaNews
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De agosto de 2007, quando o contrato foi assinado, até agosto de 2009, quando foi rescindido, o ilibadíssimo Instituto Sollus besliscou nada menos que R$ 57,6 milhões em espécie da prefeitura de Fogaça, boa parte proveniente de repasses federais. Deste total, sabe-se que mais de R$ 9 milhões, no mínimo, foram surrupiados pelos quadrilheiros. A prestação de contas, apurou-se, era feita, invariavelmente, com notas frias e outros papéis igualmente abaixo de zero grau Celsius.
Agora que os larápios foram apanhados com a boca na botija, cadê o prefeito-compositor José Fogaça?
Se você acha que este escândalo com dinheiro público mereceu do “mais influente” veículo de informação gaúcho o mesmo tratamento dado a um suposto caderninho encontrado em um latão de lixo, eis o que saiu na capa do tabloide, no dia seguinte ao anúncio oficial das denúncias:

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E hoje, domingo:
Zé Alagão vai acabar com o PAC e tabelar juros, câmbio e meta de inflação
Publicado janeiro 21, 2010 r Uncategorized 6 ComentáriosTags:artigo, Mentira, PAC, PHA, Veja, Verdade
Pescado Do Conversa Afiada do Paulo Henrique Amorim
A celebérrima entrevista do deputado Sérgio Guerra à Veja (a última flor do Fascio) parece que não valeu.
Que é como tudo o que a Veja publica: lixo.
(Por falar nisso, Dr Corrêa, quando a Polícia Federal vai concluir o inquérito sobre o grampo sem áudio da Veja ?)
Tanto a Veja é detrito de maré baixa, que o PiG (*) de hoje, impresso, faz de conta que a Dilma inventou tudo e que o Zé Alagão não quer acabar com o PAC.
Na primeira página, a Folha (**) e o Estadão manifestam a indignação do PiG(*) provincial: que absurdo !
Como a Dilma foi dizer que o Zé Alagão quer acabar com o PAC !
Isso é uma mentira !
O Zé Alagão jamais diria (só isso) !
Sim, porque na desesperada entrevista, o presidente do PSDB mostra as cartas da “política econômica” do Zé Alagão.
Ele vai ( se fosse …) administrar a meta de inflação, os juros e o câmbio por decreto.
É o que se deduz a entrevista do deputado Guerra.
E isso, administrar a economia por decreto, faz parte da ideologia do “economista competente” – que não é um nem outro.
Zé Alagão já disse isso: que preferia intervir nos juros e no câmbio.
Ou seja, tabelar os juros e o câmbio.
E fixar a “meta de inflação” com a mesma precisão com que administra os números da violência em São Paulo …
O deputado Guerra “deu o serviço”: Zé Alagão é o nosso Putin.
Ele é quem vai mandar no câmbio (ele é chegado a um câmbio), nos juros e na meta de inflação.
E vai fazer de conta que não conhece o Armínio Fraga.
E fazer tudo o que ele queria que o Pedro Malan tivesse feito.
Se o FHC reclamar, ele finge que não ouve, já que, se pudesse, fazia de conta que FHC nunca existiu.
Amigo navegante, tenha paciência, e leia, rapidamente, para não se deixar contaminar por um vírus letal, o que o deputado Guerra disse à ultima flor do Fascio:
Caso Serra vença, haverá mudanças substanciais na política econômica?
Sem dúvida nenhuma. Iremos mexer na taxa de juros, no câmbio e nas metas de inflação. Essas variáveis continuarão a reger nossa economia, mas terão pesos diferentes. Nós não estamos de acordo com a taxa de juros que está aí, com o câmbio que está aí. Estamos criando empregos no exterior. Os últimos resultados da balança comercial são negativos. Precisamos estabelecer mecanismos para criar empregos no Brasil. Espero que a sociedade nos compreenda. Será necessário fazer um rigoroso ajuste das contas públicas. Hoje, o governo gasta muito – e mal. Os gastos cresceram além da capacidade fiscal do país.
E como transcorreriam essas mudanças?
Se ganharmos, agiremos rápida e objetivamente. A forma de fazer será discutida no momento adequado. Haverá um Ministério do Planejamento que realmente planeje, e não o desastre que está aí hoje. O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não se realizou. Não há prioridades programáticas, só números inflados. Apenas os projetos eleitoreiros, os que têm padrinhos políticos, estão andando. As estradas estão esburacadas, os aeroportos estão na iminência de outro apagão, a infraestrutura de transportes, como os portos, foi entregue a políticos e a grupos de pressão. Isso é o PAC na realidade – e nós vamos acabar com ele.
Em tempo: o deputado Guerra diz que vai manter o Bolsa Família. Mas, segundo navegante amigo mineiro, Zé Alagão (ou Pedágio, clique aqui para ver que ele agora vai botar praça de pedágio em canavial ), Zé Alagão vai vender o Bolsa Família à WalMart.
(*)Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
PSDB QUER ACABAR COM O PAC
Publicado janeiro 20, 2010 r Uncategorized Deixar um ComentárioTags:PAC, política, psdb, PT, Verdade
PSDB QUER ESCONDER A VERDADE
Pescado do Blog Dilma Presidente
O PSDB, como sempre, está sem rumo, sem prumo, sem projetos bons para o país, sem plano de governo. Transparente foi a entrevista dada pelo Sergio Guerra presidente do partido, porta-voz do Serra, à revista Veja. Está lá, escrito com todas as letras: “Serra eleito, nós vamos acabar com o PAC”. Em 2005/2006 eles iriam acabar com o Bolsa Família. Basta pegar os jornais da época: há declarações de Serra que o Bolsa Família não é um bom programa social. Em 2006, na campanha eleitoral do Alckmin, FHC chiava porque o PSDB não defendia as privatizações feitas por ele. FHC queria que Alckmin falasse claramente que iria privatizar a Petrobras, o BB , a Caixa. Para já deixar azeitada uma privatização da Petrobras, se por uma imensa desgraça Serra for eleito, até CPI da Petrobras eles criaram. Agora que a ministra Dilma contou o que eles disseram, o que eles estão planejando para o futuro do Brasil, eles estão muito raivosos, pretendem afundar o país, exatamente como fez FHC. Mas que coisa né? Não é para espalhar, não é para ficar contando para o povo. Outra coisa importante revelou o Sergio Guerra, porta-voz do Serra: eles vão mexer na economia, na economia que não permitiu que o Brasil quebrasse na crise financeira mundial, na economia que garantiu milhões de empregos, que garantiu o crescimento do país, que está sendo invejada no mundo todo. Leia:Caso Serra vença, haverá mudanças substanciais na política econômica?
“Sem dúvida nenhuma. Iremos mexer na taxa de juros, no câmbio e nas metas de inflação. Essas variáveis continuarão a reger nossa economia, mas terão pesos diferentes. Nós não estamos de acordo com a taxa de juros que está aí, com o câmbio que está aí. Estamos criando empregos no exterior. Os últimos resultados da balança comercial são negativos. Precisamos estabelecer mecanismos para criar empregos no Brasil. Espero que a sociedade nos compreenda. Será necessário fazer um rigoroso ajuste das contas públicas. Hoje, o governo gasta muito – e mal. Os gastos cresceram além da capacidade fiscal do país.”
- O DEM, rabo do PSDB, entrou no STF para contestar o PROUNI.
-Os principais partidos de oposição ao presidente Lula – PSDB, DEM e PPS – protocolaram a prometida Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a Medida Provisória 452, que libera R$ 14,2 bilhões para o Fundo Soberano do Brasil (FSB)
Jussara Seixas
PT em alta
Publicado dezembro 28, 2009 r Uncategorized Deixar um ComentárioTags:artigo, DILMA, Lula, notícia, Partido dos Trabalhadores, PT, socialismo, Verdade, Zé Dirceu
De José Roberto de Toledo, no Estadão: “O PT entra no ano eleitoral de 2010 com a maior popularidade de sua história. Um em cada quatro eleitores brasileiros diz ter preferência pelo Partido dos Trabalhadores.Na primeira década após a retomada das eleições diretas para presidente da República, o PT foi o maior favorecido pela dramática perda de popularidade do governo Collor”.
O PAC GERANDO EMPREGOS
Publicado dezembro 16, 2009 r Uncategorized 2 ComentáriosTags:artigo, Brasil, economia, GERAÇÃO DE EMPREGOS, Lula, PAC, Verdade
Há economistas dizendo que o PIB do Brasil cresceu pouco em relação a
outros países como a China. Mas este é o olhar economicista sobre o país. O fato é que estamos crecendo com sustentabilidade e com distribuição de renda. Sim, por que a melhor forma de distribuição de renda no sistema capitalista é o emprego com trabalho decente. E em pelo período de crise internacional o governo do PT, ao contrário da cartilha neo liberal, baixou impostos sobre produtos que na sua cadeia geram muitos empregos. Automóveis, Linha branca (Geladeira, fogão, etc…) tiveram o IPI Zerado. Como ficou mais barato, muita gente foi comprar. Se muita gente compra, tem que haver gente para produzir o que é comprado. É a roda da economia funcionando. E o governo colocaa dinheiro em obras do PAC. Mais gente empregada, mais gente ganhando salário e comprando, mais gente comprando e gerando mais empregos. Assim, sem discurso de economista, o peão metalúrgico vai levando nosso país ao topo. E mesmo estados como o RS, cujo governo continua aplicando a receita neo liberal do estado mínimo, vai crescendo por causa dos investimentos e incentivos do governo federal. Obras como a ampliação do Metrô para Novo Hamburgo, a BR 448, estrada do parque, obras de saneamento, a construção de casas populares através do minha Casa, minha vida vão dinamizando a economia, gerando empregos e fazendo com que cada vez mais gente tenha acesso a um trabalho com salário e condições dignas.
Reproduzo abaixo texto do MTE sobre o crescimento do número de empregos no RS.
O Rio Grande do Sul gerou 25.723 novos postos de trabalho com carteira assinada no mês de novembro, o melhor resultado no estado de toda a série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) para o período. O estado gaúcho também ocupa a segunda colocação em nível nacional, ficando atrás apenas de São Paulo (69.667). Os setores responsáveis pela elevação foram Comércio ( 7.869), Indústria de Transformação (7.820) e Serviços (5.203). Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (16), pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, em Brasília.
Em 2009, houve acréscimo de 75.950 postos. Nos últimos 12 meses, verificou-se uma expansão de 48.272 postos de trabalho.
“Teremos o menor índice de demissões em dezembro da história, e fecharemos o ano com cerca de 1,2 milhão de empregos criados. Isto é sinal de que a economia continua crescendo e que o mercado de trabalho brasileiro está experimentando uma estabilidade inédita. Em 2010 o programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ vai alavancar a Construção Civil e teremos o melhor ano do Governo Lula em termos de geração de empregos”, prevê Lupi.
Em relação a geração de empregos nos municípios gaúchos com mais de 30 mil habitantes, Porto Alegre aparece em 1º lugar (5.351), Caxias do Sul em 2º (2.261), Pelotas em 3º (2.243), Vacaria em 4º (1.221), Canoas em 5º (525), Novo Hamburgo em 6º (491), São Leopoldo em 7º (749), Santa Maria em 8º (403), Passo Fundo em 9º (388) e Esteio em 10º (326).
Brasil – No mês de novembro foram criados 246.695 mil novos empregos no Brasil, recorde histórico para o período, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego. O número é o dobro do recorde anterior, de novembro de 2007, quando foram abertos 124.554 postos de trabalho formal no país. Ao longo do ano, foram gerados 1.410.302 empregos no país. Cinco dos oito grandes setores de atividade econômica apresentaram saldo recorde, incluindo seis subsetores da indústria de Transformação.
Caged – É um banco de dados constituído por informações fornecidas pelos empregadores, a partir do número de carteiras de trabalho assinadas e das demissões registradas no documento, portanto os dados são numéricos e não apenas estatísticos.
Comissão da Verdade
Publicado maio 23, 2012 r Uncategorized 1 ComentárioTags:artigo, Brasil, democracia, Honduras, Internacionalismo, política, Verdade, Zé Dirceu
Por Lícia Peres
Após meses de expectativa, foi empossada a Comissão da Verdade. Os sete membros, escolhidos pessoalmente pela presidenta Dilma, são pessoas qualificadas com condições de realizar um bom trabalho: o de trazer à luz todas as atrocidades cometidas pela ditadura militar para que jamais voltem a acontecer em solo brasileiro. Constitui-se em importante decisão da nossa presidenta.
Acredito muito na força da verdade que é, de fato, um direito. Através dela as sombras que caíram sobre os desaparecidos haverão de se dissipar. Não podemos conviver, indefinidamente, conviver com esse drama. É insuportável, não só para os familiares das vítimas, mas constitui-se em algo que diz respeito a toda a nação brasileira. A abertura dos arquivos da ditadura militar e sua informação à sociedade para que possa conhecer sua própria história, é um imperativo da democracia.
Quando, em 2008, foi publicada uma pesquisa no jornal Folha de São Paulo, revelando que 82% da população acima de 16 anos ignorava o AI-5, um dos símbolos mais perversos do período autoritário, fiquei chocada com a desmemória. Ao mesmo tempo, a afirmação de que jamais ouviram falar nele, evidenciou as falhas do sistema educacional brasileiro. Escrevi para o então ministro da Justiça Tarso Genro alertando para a séria lacuna na formação dos nossos jovens e na necessidade inadiável de enfrentarmos, através de várias medidas,o desafio do desconhecimento histórico para que a realização do processo democrático não viesse a ser obstaculizada por uma educação insuficiente e pelo descompromisso com a memória.
Felizmente está , agora em curso, oficialmente, a pesquisa que irá possibilitar o acesso a todas as informações sobre as vítimas da tortura, os desaparecimentos, as mortes, a localização dos corpos, e os nomes dos agentes da repressão que participaram do terrorismo de Estado. Poderemos consolidar, a partir daí, uma cultura democrática e de respeito aos direitos humanos como valor irrenunciável.
O que discordo , com veemência, é na possibilidade de revisão da Lei da Anistia, que alguns, inclusive da própria Comissão, dizem apoiar.
A Lei 6683/79 é histórica . Inscreve-se como um momento marcante da vida brasileira. Não foi uma concessão, mas uma árdua conquista. Representou uma luta que se transformou em causa nacional.
Cabe ainda lembrar, que à exceção do Sergio Macaco que se recusou a obedecer ordens superiores para bombardear uma usina geradora de energia no Rio de Janeiro e foi severamente punido,todos os demais aceitaram e apoiaram a anistia que trouxe de volta ao Brasil, milhares de exilados, inclusive nossas grandes lideranças que foram recebidas festivamente.
A Anistia, apesar do seu alcance limitado, foi a base que tornou possível o processo democrático brasileiro. As indenizações foram importantes por representarem a confissão da responsabilidade do Estado perante as vítimas e suas famílias.
É inaceitável que , após 33 anos, pessoas venham a público contestar e menosprezar a conquista da anistia. Mas, a nossa memória –a dos protagonistas dessa luta -estão aí para lembrar, com documentos e dados oficiais , que não é possível rasgar uma página de inequívoca importância na história recente do nosso país. Essa luta faz parte da memória nacional.
LULA
Publicado novembro 8, 2009 r Uncategorized Deixar um ComentárioTags:artigo, CINEMA, comunicação, FILME, mídia, patriota, SINDICALISMO, SINDICATO, Verdade
Do Correio Braziliense de Domingo 08/11/2009
Lúcio Flávio
Desde a retomada do cinema brasileiro, e estamos falando de pelo menos 15 anos, que o país não aguarda com tamanha ansiedade o lançamento de um filme. Mais um produto do clã Barreto, Lula, o filho do Brasil, produção que debruça-se sobre a trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva do nascimento até a fase sindicalista, deve levar o maior público às salas até momento. O desejo do produtor Luiz Carlos Barreto, pai do diretor Fábio Barreto, é de que pelo menos 20 milhões de pessoas vejam a história do ex-metalúrgico nas telonas.
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| O ator Rui Ricardo Dias interpreta Lula no filme que trata da saga da família do presidente |
O longa, escolhido para abrir a 42ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, no próximo dia 17, na Sala Villa-Lobos, terá estreia nacional em 1º de janeiro. Um estratagema para ampliar o público da produção orçada em R$ 12 milhões é uma parceria inovadora promovida entre os distribuidores e classe sindical. De 20 de novembro até 30 de dezembro, cerca de 10 milhões de pessoas sindincalizadas de todo o Brasil poderão comprar antecipadamente ingressos para o filme a preços populares. “Nós costuramos um acordo entre os sindicatos e os principais exibidores, assim, cada sindicalizado poderá comprar dois ingressos pelo preço de R$ 5 cada um. Se fosse o preço normal ele pagaria R$ 30 ou mais para levar duas pessoas”, festeja Wainer, da Downtown.
“O filme tem uma base de pelo menos três, quatro milhões de espectadores”, ri Barretão, como o produtor é conhecido no meio cinematográfico. Mas sua expectativa de público vai além: 20 milhões. Pelo menos, planos de estratégia para que esses números almejados sejam alcançados estão sendo trabalhados. Para se ter uma ideia, representantes das distribuidoras Europa Filmes e Downtown, responsáveis pelo lançamento da fita no mercado, falam em mais de 400 cópias (a média é 40) em todo o país. Números impressionantes, se levar em consideração que a saga sobre a dupla sertaneja Zezé Di Camargo e Luciano, 2 filhos de Francisco, circulou com 303 cópias no Brasil inteiro.
“Lula, o filho do Brasil é um filme humanista, que fala sobre a trajetória de uma família pobre. É uma homenagem não ao Lula, mas à dona Lindu, sua mãe”, destaca Barretão. “O importante é que essa história é um exemplo de uma pessoa que venceu na vida contra todos os prognósticos”, salienta o presidente da Downtown Filmes, Bruno Garcia.
Tradicional base política de Lula, a Região Nordeste não ficou de fora do forte esquema de distribuição montado pelos produtores. Acredita-se que quase 20 salas da região, que habitualmente não entram no circuito lançador, farão parte da estreia em 1º de janeiro. Mas, segundo Bruno Wainer, tal estratégia também será adotada para o resto do país. “O filme ficou pronto num momento mágico do Lula, com a popularidade dele em alta no país todo”, destaca.
O otimismo em torno da produção é tamanho que até uma carreira internacional está sendo traçada. Na última semana o diretor Fábio Barreto e o pai Barretão estiveram na Argentina onde fecharam um acordo de exibição a partir de março em 100 salas de cinema. “A partir de março o filme entra em cartaz na Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai”, detalha Barreto.
Sobre as críticas pelo fato de o filme ser lançado num ano de eleição, o produtor é pragmático. “Essa conversa de que o filme é eleitoreiro, que vai catapultar a candidatura da Dilma (Rousseff) não existe. O Lula não é candidato a nada e a trama não tem viés político, não conta a trajetória político-partidária dele. É um drama sobre superação”, encerra o assunto.
Três perguntas – José Ferreira da Silva (Frei Chico)
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Para a construção do personagem pesou, o ator Rui Ricardo Dias, que interpreta Lula, teve a orientação do preparador de elenco Sergio Penna e a “consultoria” de José Ferreira da Silva, mais conhecido como Frei Chico, irmão do presidente. Rompendo parte do pacto de distanciamento artístico entre a produção e o presidente, Frei Chico foi peça-chave, uma espécie de elo com o passado. Aos 67 anos, remexeu em lembranças de quando jogava bola com o Lula criança, sem esquecer o tempo em que o presidente comandava o Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul.
De que maneira a família Silva contribuiu para a realização deste projeto?
A participação da família foi em cima das entrevistas para o livro (biografia homônima lançada pela jornalista Denise Paraná em 2003 e que serviu de base para o roteiro). A história é essa, mas teve entrevista com os atores do filme, eles visitaram muito a gente. Agora o filme não vai sair 100% Lula, até pela dinâmica da trama, mas vai falar de coisas importantes como a imigração das famílias, uma realidade que marcou muito a gente. No fundo, o filme vai passar uma imagem positiva, uma imagem de esperança, porque um cara sair de onde o Lula saiu e chegar onde ele chegou, a Presidência, não é brincadeira. E tem a minha mãe, Dona Lindu, que é a grande heroína da história, uma mulher que aguenta o baque e consegue manter os filhos unidos apesar de toda pobreza e miséria.
Lula, o filho do Brasil está sendo comparado tanto do ponto de vista de dramaturgia quanto de trajetória a 2 filhos de Francisco. O senhor consegue visualizar esse paralelo?
O filme vai no lado sentimental, na realidade de uma família, de um povo. E brasileiro é muito isso, né, adora se projetar nas telas, adora ver uma história que se assemelha à dele. É claro que o filme tem tudo para ser um grande sucesso e não é só no Brasil.
Qual é a sua opinião sobre os comentários de que o filme é um produto eleitoreiro?
(Risos)O Lula não vai ser candidato a cargo nenhum, ele está apoiando um candidato. Agora, uma pessoa faz um filme e ele, na condição de presidente, não poder dizer que vai apoiar um candidato é, no mínimo, ridículo! Existe uma parcela da população brasileira que não admite o Lula até hoje e com certeza não vai gostar do filme. Agora dizer que ele está usando o filme para se promover é um absurdo.
ECONOMIA E DISCURSO PÚBLICO
Publicado outubro 31, 2009 r Uncategorized Deixar um ComentárioTags:artigo, Brasil, democracia, DESENVOLVIMENTO, economia, GERAÇÃO DE EMPREGOS, Lula, Orgulho de ser Brasileiro, política, Politicas públicas, Verdade
Coluna Econômica – 21/10/2009 do Luiz Nassif
Na cerimônia de premiação das empresas mais respeitadas do Brasil – pela revista Carta Capital – o presidente Luiz Ignácio Lula da Silva avançou mais alguns pontos na definição do novo modelo de desenvolvimento brasileiro.
É curioso como se processam essas mudanças. O Lula que discursou no evento nada tem a ver com o Lula do início do governo, a não ser no pragmatismo e na capacidade de análise da realidade. Não é um intelectual, um formulador – nem é seu papel. Mas consegue sintetizar o novo modelo de desenvolvimento com uma linguagem tal que pode ser entendido pelo especialista e pelo mais humilde brasileiro.
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JK conseguiu esse primor de síntese com seus “cinquenta anos em cinco”. Não era apenas o slogan, mas o sentido de urgência que imprimia em todos seus discursos. O país já tinha preparado as bases para um crescimento acelerado – com exceção do câmbio que estava apreciado. Getúlio Vargas tinha construído grandes estatais – CSN, Eletrobras -, a infraestrutura inicial estava plantada e, agora, a questão era crescer.
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Outro momento célebre foi a declaração de Fernando Collor sobre as “carroças”. Na década anterior houve exagero no fechamento da economia, na estatização e na burocratização, levando ao envelhecimento do parque industrial brasileiro. A expressão rapidamente ganhou corações e mentes do país.
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O momento atual é muito mais complexo do que os anteriores – porque o Brasil é muito maior do que era vinte ou cinquenta anos atrás. O grande desafio é entender o país como a soma de todas as partes, a inclusão de todos os agentes.
Foi isso que Lula trouxe em seu discurso. Primeiro, enfatizou valores irreversíveis: defesa da estabilidade monetária e fiscal, responsabilidade na condução da política econômica.
Depois, começou a juntar as peças que compõem o novo quadro do país. Mostrou que, ao levar as políticas assistenciais aos excluídos, tornou-os consumidores. E eles passaram a consumir chocolate da Nestlé (dirigindo-se ao presidente da empresa Ivan Zurita), cremes da Natura (o mesmo em direção à empresa), eletrodomésticos”.
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Depois, narrou a história da senhora que, no canal do São Francisco, vendia copos de guaraná. Um ano depois, com a movimentação econômica trazida pelas obras, foi ampliando as vendas, passou a vender refeições, comprou um carro e, na última declaração de renda, pagou 5 mil de imposto.
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Na diplomacia, relembrou seu passado sindicalista. Para receber respeito dos interlocutores, tem que conversar de cabeça erguida. Manifestou sua profunda crença no modo de ser brasileiro.
Finalmente, revelou porque surgiu esse novo Lula – que, na verdade, emerge apenas após a grande crise mundial do ano passado. É que todos os dogmas foram revirados de cabeça para baixo. Os expelidores de regras – FMI, bancos estrangeiros – de repente se viram sem discurso. E isso abriu caminho para um conjunto de medidas que, não tivesse Lula sido tão excessivamente cauteloso, poderia ter sido adotadas anos atrás, evitando o desperdício de tantos anos de crescimento rastejante.
Original Aqui: www.luisnassif.com.br
ATAQUES DA GRANDE MÍDIA AO BOLSA FAMÍLIA SÃO ATAQUES AO BRASIL
Publicado outubro 26, 2009 r Uncategorized Deixar um ComentárioTags:artigo, Bolsa Família, Brasil, comunicação, DILMA, economia, Formalidade, informalidade, mídia, mercado, programas sociais. governamental, trabalho, Trabalho e Renda, Verdade
Por Luiz Müller
No ultimo Domingo, 25/10, O jornal O Globo publicou mais uma das muitas matérias que procuram atacar os programas sociais instituídos no governo Lula. Desta vez o ataque foi ao Bolsa Família (mais um ataque). Segundo a matéria, que foi repercutida hoje, Segunda-feira por vários jornais, inclusive aqui no RS, o Bolsa Família nas cidades menores estaria diminuindo o número de empregos. Ou por outro lado, os beneficiários do Bolsa Família estariam deixando de trabalhar para receberem o Bolsa Família. Será? então vejamos: O máximo valor possível no Bolsa Família são R$ 200,00. Já o Salário Mínimo Nacional vale R$ 465,00. Por que alguém trocaria R$ 465,00 por R$ 200,00? Isto sem falar que qualquer categoria de trabalhadores razoavelmente organizada, inclusive no meio rural, acaba ganhando mais que o mínimo, além de agregar outros direitos como vale transporte e vale refeição entre outros.
A verdade é outra
Na verdade a classe empresarial brasileira, acostada na máxima exploração da mais valia do trabalhador brasileiro, faz questão de manter muitos e muitos trabalhadores na informalidade, evitando assim pagar direitos trabalhistas e a previdência social deste trabalhador. Pelos dados da PED – Pesquisa de Emprego e Desemprego, 1/3 (um terço) dos trabalhadores urbanos esta na informalidade. Muitos deles, em especial nas cidades mais afastadas dos grandes centros e no meio rural, tem seu trabalho vinculado a algum proprietário de empresa ou de terras, mas este vínculo só é estabelecido quando aparece algum fiscal do trabalho. Não são então os programas socias do governo que geram a informalidade, mas sim a burla da legislação patrocinada pelo empresariado urbano e rural. E esta burla é de responsabilidade do conjunto do empresariado e não deste ou daquele, visto que os empresários se organizam enquanto classe, em sindicatos, federações e confederações e a estes cabe a responsabilidade por esta parcela da informalidade excludente e exploradora. Mas há ainda uma outra parcela significativa da informalidade que deve ser debitada ao andar de cima do edifício de classes do Brasil. Embora reconhecidas e exercidas por trabalhadores brasileiros, centenas de profissões carecem de regulamentação que garantiria um espaço na formalidade para muitos que hoje acabam batendo as portas dos programas sociais, justamente por que esta informalidade não lhes garante os mínimos direitos.
O governo Lula avançou significativamente ao propor a MEI – Micro Empresa Individual, mas há profissões, que até pela sua forma, são coletivas, como catadores, recicladores, produtores artesanais, etc… que seja pelo número de envolvidos no processo, seja pelo faturamento, seja pela necessidade de organização coletiva para enfrentar o grande capital, não tem como se formalizar através da MEI.
Atualmente tramitam no Congresso nacional projetos de regulamentação de mais de 100 profissões. Artesãos, catadores e recicladores, cabeleireiros, entre outros buscam uma regulamentação. No entanto, nem a grande mídia, nem as representações do empresariado, eivadas da sanha neo liberal ainda vigente no empresariado nacional, orientam seus pares no Congresso Nacional a votar estes projetos. Na verrdade esta orientação de não regulamentação de profissões remonta ao governo de FHC, segundo o qual, qualquer regulamentação deveria ser esabelecida pelo mercado. Mas que mercado regulamentaria as profissões dos de baixo, se a lógica do mercado liberal é ganhar o máximo no mínimo de tempo possível?
Ao garantir o Bolsa Família para milhões de brasileiros, o governo de Lula, do PT, garante que a ecoomia dos pequenos municípios tenha uma injeção de recursos que acabam gerando mais empregos, pois se alguém tem recursos para comprar, alguém tem produzir os produtos, e assim a economia se movimenta e se fortalece, gerando cada vez mais riqueza, conforme mostram os números.
A expansão do Bolsa Família do valor total dos benefícios pagos pelo Bolsa-Família entre 2005 e 2006, de R$ 1,8 bilhão, provocou um crescimento adicional do PIB, de R$ 43,1 bilhões, e receitas adicionais de impostos de R$ 12,6 bilhões. Esse ganho tributário é 70% maior do que o total de benefícios pagos pelo Bolsa-Família em 2006, que foi de R$ 7,5 bilhões.
Essas estimativas estão num estudo recém concluído dos economistas Naercio Aquino Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas (CPP) do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), antigo Ibmec-São Paulo, e de Paulo Henrique Landim Junior, aluno da graduação do Insper. (veja matéria a respeito – http://luizmullerpt.wordpress.com/2009/10/16/bolsa-familia-gerando-desenvolvimento/ )
Assim, ataques como os de domingo, do Jornal o Globo, e repetidos pelos ppagaios midiáticos do Brasil, tem um único objetivo: tentar impedir o avanço do projeto que fez milhões saírem dos edegraus debaixo e subirem para degraus mais altos na sociedade de classes do Brasil. A grande mídia, parcial e interesseira só será vencida com a ação conjunta de muitos pequenos, através da internet, de rádios e jornais comunitários e outros instrumentos de comunicação alternativa.









