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Governador tucano quer anexar Minas Gerais aos EUA

A pretensão mineira “é algo”. E os tucanos então, se acham os reis do Brasil.Está no Blog do PSDB Mineiro a declaração do Governador Anastasía:

“A presença do consulado também vai facilitar muito as questões de comércio bilateral entre Minas e os Estados Unidos. Nós temos de cada vez mais adensar o que temos de identidade, inclusive culturais com esse país que é liderança econômica do mundo. Temos que estar ao lado de quem tem essa capacidade de gerar riqueza para conseguirmos cada vez mais desenvolver o nosso Estado”, afirmou o governador.

Ele vê identidade cultural e comércio bilateral com o país que para ele é a grande liderança econômica. Nem falou no Brasil. Quer negociar “comércio bilateral” entre Minas e os EUA. Se sente Presidente. E pelo visto, presidente de uma repúbliqueta de bananas, como aquelas que os ditadores de plantão quiseram transformar os países da América Latina nos anos de chumbo, ou republiqueta subjugada, como o demo tucantato quase transformou o Brasil, implementando aqui o neo liberalismo. Vai ver, é por isto que Hillary comparou Minas Gerais a um Banquinho onde o império senta:

Hillary disse Eu em geral descrevo uma sociedade exitosa como um banquinho de três pernas. Uma perna representa um governo responsável, que presta contas e é inclusivo. A outra perna do banquinho é um setor privado sólido que funciona bem e que é essencial para criar riquezas e empregos para fazer crescer a economia. E a terceira perna é uma sociedade civil forte que defende aqueles que não têm voz para se expressar. Se essas pernas não são desequilibradas o banquinho cai”, disse Hillary.

Então tah. A turma já ta se entendendo. O próximo passo é a anexação. O tucanato continua no seu esforço para entregar a nação brasileira. Só não avisaram eles que aqui hoje temos uma Federação fortalecida, cujo povo não quer mais saber de vendilhões e entreguistas. Uma vergonha esta atitude do Governador Anastasía.

E pra não deixar dúvidas público a matéria na íntegra, abaixo e que está no http://psdbminas.wordpress.com/

Governador Anastasia se reúne com a secretária de Estado Hillary Clinton

O encontro entre o governador Anastasia e Hillary Clinton foi durante o evento promovido pela CNI em Brasília.Foto Miguel Ângelo/CNI

O governador Antonio Anastasia se reuniu nesta segunda-feira (16), na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, com a secretária de Estado norte-americana Hillary Rodham Clinton. Durante o encontro eles conversaram sobre a abertura do novo consulado dos Estados Unidos em Belo Horizonte e sobre a relação comercial entre o país e Minas Gerais.

Anastasia agradeceu à secretária pela abertura do consulado em terras mineiras, que tem, entre outros objetivos, o de melhorar ainda mais a relação entre os dois entes, e a convidou para visitar Minas Gerais tão logo seja possível. A expectativa é que em cerca de dois anos o novo consulado já esteja em funcionamento. Hillary afirmou ter ficado satisfeita com a decisão de seu país em abrir uma representação no Estado mineiro e disse conhecer bem a importância de Minas Gerias para a economia do Brasil e da America Latina.

“A secretária de Estado Hillary Clinton não só confirmou a abertura do Consulado, como havia anunciado nos Estados Unidos, mas, mais do que isso, reafirmou a importância de Minas, que conhece a capacidade econômica de nosso Estado, o relacionamento que temos com os Estados Unidos, a presença de mineiros naquele país, o fluxo turístico tão importante. Ficamos muito animados com essas perspectivas e com a presença também do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, que se comprometeu a adotar com a brevidade possível os procedimentos que, sabemos, são complexos, mas serão adotados agora para a concretização dessa abertura”, afirmou o governador.

 

Encontro empresarial

Anastasia e Hillary participaram, ao lado também do ministro do Interior norte-americano, Keneth Salazar, e do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, do encontro empresarial Visão para a parceira econômica no século XXI, organizado pela CNI e pela Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham-Brasil). O governador ofereceu a Shannon todo o apoio necessário à embaixada para a abertura do novo consulado em Minas.

“Queremos aumentar o turismo entre os dois países e aumentar o processamento de nossos vistos. O presidente Barack Obama está se esforçando para aumentar nossa capacidade de processar mais rapidamente os vistos nos países onde a demanda é mais importante, Brasil e China. Estamos abrindo dois novos consulados americanos em dois Estados, o governador de Minas está aqui, estamos aumentando o número de vôos entre Minas Gerais e os Estados Unidos para nos assegurar de que as empresas áreas vão responder as demandas à altura. Estamos muito animados com os resultados possíveis de tudo isso”, afirmou a secretária durante seu pronunciamento.

Assim como Anastasia vem defendendo ao longo de sua gestão à frente de Minas Gerais, Hillary afirmou que Governo, empresários e sociedade civil devem caminhar juntos para garantir o desenvolvimento das nações.

“Eu em geral descrevo uma sociedade exitosa como um banquinho de três pernas. Uma perna representa um governo responsável, que presta contas e é inclusivo. A outra perna do banquinho é um setor privado sólido que funciona bem e que é essencial para criar riquezas e empregos para fazer crescer a economia. E a terceira perna é uma sociedade civil forte que defende aqueles que não têm voz para se expressar. Se essas pernas não são desequilibradas o banquinho cai”, disse Hillary.

Relações Minas – EUA

Os Estados Unidos são o principal emissor de turistas para Minas Gerais. Só em 2010, 18,2 mil daquele país visitaram Minas a negócios, eventos e convenções, lazer e turismo em geral. Os norte-americanos também são parceiros tradicionais dos mineiros quando a relação é comercial. Em 2011, os Estados Unidos foram o terceiro principal destino dos produtos mineiros, atrás de China e Japão, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

“A presença do consulado também vai facilitar muito as questões de comércio bilateral entre Minas e os Estados Unidos. Nós temos de cada vez mais adensar o que temos de identidade, inclusive culturais com esse país que é liderança econômica do mundo. Temos que estar ao lado de quem tem essa capacidade de gerar riqueza para conseguirmos cada vez mais desenvolver o nosso Estado”, afirmou o governador.

As exportações mineiras somaram US$ 3,05 bilhões, 38% acima dos valores registrados em 2010. Com isso, o país norte-americano atingiu uma participação de 7,4% na pauta exportadora de Minas. Em relação às importações, os Estados Unidos foram o principal parceiro comercial dos mineiros, no ano passado. As importações de produtos “made in EUA” chegaram a US$ 2,17 bilhões.

A CPI mista do Demóstenes/Cachoeira vai sair. E a da Privataria Tucana?

Do Blog LIMPINHO E CHEIROSO

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT/RS), anunciou na terça-feira, dia 10, um acordo para formar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista, com a participação de deputados e senadores, para investigar as relações entre o bicheiro Carlinhos Cachoeira e parlamentares. A abertura da comissão ainda depende da coleta de apoio mínimo entre os parlamentares das duas Casas. São necessárias as assinaturas de 171 deputados e 27 senadores. Segundo o presidente da Câmara, a CPI tem “100% de chance” de ser instalada. De acordo com o deputado Marco Maia, a instalação da CPI deve ocorrer no início da próxima semana, devido à burocracia do processo, que envolve a redação do requerimento e o recolhimento das assinaturas na Câmara e no Senado. Atualmente, já há um pedido de criação de CPI sobre o tema protocolado na Câmara dos Deputados pelo deputado Protógenes Queiroz (PCdoB/SP), que será abandonado com a criação da CPI mista. Outro requerimento, feito pelo PT, também tramita no Senado. O requerimento foi motivado pela recusa do ministro do STF Ricardo Lewandowski em repassar ao Senado o teor das gravações entre o senador Demótenes Torres (sem partido/GO) e Cachoeira, sob o argumento de que estão sob segredo de Justiça. Só uma CPI poderia requisitar o conteúdo das escutas. Privataria Tucana A Câmara dos Deputados só pode abrir cinco CPI’s simultaneamente e o próprio Protógenes chegou a avaliar que dificilmente seria viável abrir a CPI do Demóstenes/Cachoeira e da Privataria Tucana ao mesmo tempo na casa. O Senado não tem essa limitação. Sendo mista a CPI do Demóstenes/Cachoeira, melhora as possibilidades para instalar a da Privataria Tucana na Câmara, pois o caminho ficará mais livre. Será que o Marco Maia vai agir? Tucanos estão acusando a CPI da Privataria Tucana de ser usada eleitoralmente, o que leva muita gente boa a admitir que esta CPI deva ser instalada após as eleições. Por outro lado há forte suspeita de que um dos motivos de José Serra sair candidato foi justamente para bloquear esta CPI. É fácil entender o cálculo demotucano. Se ele não saísse candidato, e a CPI da Privataria fosse instalada, a carreira política dele iria a pique e em 2014 só teria condições de concorrer a deputado federal, igual a Paulo Maluf. Saindo candidato agora, ele tenta bloquear a instalação da CPI antes das eleições. Se conseguir, tem dois caminhos: – se perder a prefeitura, sua carreira política naufraga, com ou sem CPI; – se ganhar a prefeitura (coisa difícil), fortalecido, continuará usando o mesmo argumento o tempo todo para continuar bloqueando a CPI: dirá que é por interesse político contra ele, por ser prefeito de oposição e por se tornar o principal nome tucano para candidatar-se a presidente em 2014.

Famílias midiáticas estão na cola do Amaury. Saiba por quê

Pescado do Blog da Cidadania do Eduardo Guimarães

Há anos que o senhor X, vez por outra, fornece informações de dentro do ventre do dragão midiático. Ele trabalha em um desses prostíbulos dos barões da mídia. Mas, como muitos que ali ganham o pão de cada dia, garanto que não faz “programa”, pois se dedica tão-somente a tarefas decentes, o que o obriga a se manter longe da cobertura política.

As notícias que tenho para o jornalista Amaury Ribeiro Jr. não são boas – ainda que ele ao menos já intua o que revelarei, se é que não sabe mais do que vou dizer a seguir: está aberta a temporada de caça ao autor de A Privataria Tucana.

As redações da imprensa golpista enveredaram por uma busca frenética de elementos que possam ser usados contra ele devido ao fato de que agora que se sabe que a filha de Serra  também responde a inquérito a acusação de que o jornalista está sendo investigado por supostamente ter feito dossiê contra Serra no ano passado não basta para desqualificá-lo. É preciso mais. Bem mais.

Mas, enfim, o post não é só sobre isso. É, também, para explicar a razão pela qual a mídia quer distância do tema Privataria Tucana. E para que se possa entender por que, voltemos a diálogo travado em 1998 entre o então presidente Fernando Henrique Cardoso e o seu ministro das Comunicações, o Mendonça de Barros, no auge da privataria:

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Mendonça de Barros – “A imprensa está muito favorável, com editoriais…”

Fernando Henrique Cardoso – “Está demais, né? Estão exagerando, até.”

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A conversa completa, registrada em gravação, pode ser lida aqui, nos arquivos da revista Carta Capital.

Essa conversa foi gravada ilegalmente, mas veio à tona à época e foi largamente reproduzida pela imprensa, tendo levado à queda do ministro. FHC jamais foi cobrado pela imprensa que disse que lhe era tão “favorável” que até “exagerava”. E exagerava mesmo. O apoio da mídia ao governo FHC foi escandaloso.

Enquanto isso, a mesma mídia dizia que o PT, agora na oposição, era adepto do “Quanto pior, melhor”. Hoje em dia, diz que a oposição está apenas cumprindo com seu papel “republicano”. Ou seja: o PT era inaceitável para Globo, Folha, Veja e Estadão até quando era oposição. O PT, para esses veículos, simplesmente não deveria existir. Deveria ser posto na ilegalidade.

Mas por que a mídia defendia – e continua defendendo – tanto a privataria tucana? Simples, porque enquanto publicava editoriais aos quais FHC e Mendonção se referiram naquelas gravações, tratava de fazer bons negócios com o que estava sendo vendido a preço de banana.

Veja a seguir, leitor, cada negócio que esses barões da mídia tão zelosos com o dinheiro público fizeram na época da privataria tucana enquanto a defendiam sem informar aos seus leitores que tinham interesse direto no que estava sendo doado pelo governo ao setor privado.

A família Mesquita, do Estadão, saiu do processo de privatização como sócia da empresa de telefonia celular BCP (atualmente, Claro) na região Metropolina de São Paulo. O Grupo OESP (Estadão) ficou com 6% do consórcio, o Banco Safra com 44%,  a Bell South (EUA) com 44% e o grupo Splice com 6%.

Já a família Frias, dona da Folha de São Paulo, aproveitou a liquidação da privataria para adquirir opção de compra de 5% do consórcio Avantel Comunicações – Air Touch (EUA) 25% e grupo Stelar mais 25% -, que ficou com 50% da telefonia paulistana, tendo a construtora Camargo Correa comprado mais 25% e o Unibanco os 25% restantes.

Finalmente, a família Marinho. Mergulhou fundo na Globopar, empresa de participações formada para adquirir parte da privataria, tendo comprado 40% do consórcio TT2, que disputava a telefonia celular nas áreas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, ficando o resto com a americana ATT, que comprou 37%, com o Bradesco, que comprou 20%, e com a italiana Stet, que se contentou com 3%.

Os Marinho também abocanharam o consórcio Vicunha Telecomunicações, que envolvia telefonia celular na Bahia e em Sergipe. A Stet (Itália) ficou com 44%, o Grupo Vicunha com37% e a Globopar e o Bradesco com 20%.

Abaixo, a tabela de participação de cada empresa no processo de privataria da telefonia, o apetitoso Sistema Telebrás, que os barões da mídia defenderam no Estadão, no Globo e na Folha sem informarem aos seus leitores que estavam envolvidos nos negócios que adviriam da venda de patrimônio público.

Quem quiser conferir melhor essa divisão do saque ao patrimônio público que o livro A Privataria Tucana denuncia, pode acessar o estudo “INVESTIMENTO E PRIVATIZAÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES NO BRASIL: DOIS VETORES DA MESMA ESTRATÉGIA”. Não contém opiniões, contém fatos – quem comprou o quê durante o processo de privatização do governo FHC.

Como se vê, a mídia tem todas as razões do mundo para temer uma investigação que, para ser totalmente franco, deveria ter sido aberta pelo governo Lula no primeiro dia de 2003, tão logo o poder finalmente mudou de mãos no Brasil. Mas a grande maioria do governo do PT achou que evitaria uma guerra com a mídia e a oposição se prevaricasse e não investigasse nada.

Deu no que deu.

Que pacto é este, que faz FHC pedir “apoio” de tucanos à Presidenta Dilma?

“O grande pacto republicano e pluripartidário é um pacto capaz de transformar a realidade social em que vivemos. Quero agradecer a presença do presidente Fernando Henrique por esse gesto”.

A frase acima foi dita pela Presidenta Dilma para afirmar o Pacto Brasil sem Miséria.  Sou a favor de pactos de toda a sociedade. Sou a favor e participo diretamente, como dirigente, e como militante desta árdua tarefa de erradicar a miséria no Brasil. Mas um pacto não pode esconder o passado. E o passado mostra um sistema gerador das misérias atuais, mas que continua persistindo com todas as suas mazelas. Aliás, foi no período do Governo FHC que se agravou a miséria e se desconstituiu parte do estado, vendendo estruturas e empresas esdtatais que poderiam estar agora a serviço da erradicação definitiva da pobreza em nosso país.  Foi também neste período que houve a compra de deputados para que votassem uma reforma na constituição que permitiu a reeleição de FHC. Se forem parceiros nesta tarefa, muito bem. Mas a erradicação da pobreza extrema não pode ser cortina de fumaça para aquilo que a tempos é o óbvio e cuja bandeira a mídia golpista só levanta de acordo com a sua prória necessidade ou da necessidade da retrógrada classe dominante brasileira. Para aprovar qualquer projeto em Brasília, é necessário sacar as tais “emandas parlamentares”, instrumento legal de um sistema viciado e deturpado, que só interessa aos mesmos que há tempo e em todos os governos se instalam nos ministérios da esplanada.  Emendas parlamentares são só uma das várias “legalidades” inscritas na lei magna brasileira, que na verdade são formas legais de corrupção e de lucupletação pessoal da elite que se se assenta nas cadeiras do Parlamento. A imoralidade da corrupção não é deste ou daquele ministro ou deste ou daquele servidor, como tenta fazer crer a mídia golpista. E nem tampouco uma faxineira teria condições de varrê-la de dentro da cultura nacional. Há que se fazer uma nova discussão com a sociedade, para que de fato mudemos a política do país. E esta discussão só é possível se houver a Convocação de uma Constituinte Exclusiva, Soberana, para fazer a Reforma Política, e se assim aprouver a estes que correm a estabelecer “pactos”, que ela faça também a Reforma Administrativa e a Reforma tributaria. Uma Constituinte que seja eleita com este fim específico, e que ao seu término, os eleitos voltem para seus normais afazeres, sem poderem se candidatar imediatamente aos cargos eletivos definidos na Reforma. Este seria o verdadeiro Pacto das elites com a Sociedade, que em eventos como este onde a Presidenta pronunciou suas ´sabias palavras, só pode mesmo é aplaudir, como a aplaudiu, ou vaiar , como vaiou as autoridades tucanas paulistas em evento na cidade de S.J. do Rio preto.  Espero que este outro PACTO, o de mudar a política nacional,  seja com o povo e não só pelo povo. Constituinte Exclusiva e Soberana Já!! E espero sinceramente, que o Partido dos Trabalhadores, apesar do “arremedo de Reforma política” que tramita no congresso, saia imediatamente as ruas e coloque ao povo as mudanças que devem ser feitas na Constituição Brasileira, para que os velhos ardís das velhas elites corruptas que povoam a Esplanada dos Ministérios e o Congresso Nacional desde antes da criação de Brasília, sejam definitivaente inscritos na história como passado, e não como passado que de tempos em tempos se revigora, derruba presidentes e então volta a mandar, nos trazendo sempre e de novo o velho time, capitaneado nacionalmente por Sarney e com suas ramificações por todos os lados. Entre os Partidos políticos, só o PT tem condições de defender e propor a Convocação da Constituinte Exclusiva e Soberana, pois das hostes petistas que vem a nossa Presidenta.

FHC e Dilma, Lula e Serra

Minha avozinha diria que “o mundo está de cabeça para baixo”. Era o que dizia, em seus últimos anos, enquanto via seu mundo mudar – nem sempre para melhor. Certamente é o que diria vendo Fernando Henrique Cardoso defendendo que seu partido apóie o governo Dilma e manifestando preocupação com a queda contínua de seus ministros.

A aproximação de políticos como Dilma, FHC e Geraldo Alckmin no âmbito de algum tipo de mutirão suprapartidário contra a pobreza e a miséria, porém, é ruim para dois políticos que têm muito pouco em comum: Lula e José Serra, que vêm mantendo o tom beligerante contra seus adversários.

Tanto o ex-presidente quanto o ex-governador de São Paulo continuam batendo nos adversários – o petista bate na mídia e na oposição e o tucano na herança lulista e na “corrupção e falta de rumo deste governo”. E parecem pouco dispostos a contemporizar.

Nos respectivos partidos de Lula e Serra, a situação é parecida. PT e PSDB abrigam setores inconformados com a aproximação entre petistas e tucanos, mesmo que tal aproximação venha se resumindo ao “namoro” entre Dilma, FHC e, agora, Alckmin.

É difícil dizer, ainda, quais facções são majoritárias dentro desses partidos. No PSDB, parece haver um interesse maior pela aproximação. Talvez até por falta de opções – Serra estaria isolado dentro de seu partido devido à sua pregação a favor da beligerância contra o governo Dilma e a herança de Lula. Já no PT, ainda não está claro qual é a corrente majoritária.

Quem conhece algum petista de relevância sabe quanta preocupação há devido à “faxina ética” de Dilma – que, nos últimos dias, ela passou a negar – e ao discurso tucano-midiático sobre “herança maldita” – que vem recebendo, da presidente, um silêncio ensurdecedor. Esse setor do PT julga que tanto a “faxina” quanto a “herança maldita” depõem contra a liderança maior do partido.

São justas as preocupações desses setores do PT. Durante seu período na Presidência e mesmo antes dele, Lula foi sempre maior do que o partido. Elegeu milhares de petistas e aliados pelo Brasil afora e, sem seu apoio, todos teriam sucumbido durante a artilharia midiática da década passada contra o governo do país, seu partido e aqueles aliados.

Dilma passou a negar a “faxina” e a contrapor feitos do governo anterior à tal “herança maldita”, mas a mídia insiste. Setores restritos do PT reclamam da falta de empenho de quem tem a caneta presidencial em combater teses da oposição midiática que se teme que afetem a imagem daquele que é o maior ativo eleitoral petista.

Enquanto Dilma e FHC não saem da mídia com as palavras melosas que vêm dedicando um ao outro em encontros freqüentes, Serra passou a ser ignorado e Lula, metralhado.

Por outro lado, é prematuro dizer que a mídia aderiu a FHC e isolou Serra. Não se pode esquecer de que o ministro demissionário Wagner Rossi atribuiu ao ex-governador a autoria das acusações que culminaram a com a sua saída do governo. Seria verdadeiro, assim, esse “isolamento” de Serra? Como pode estar isolado quem continua puxando os cordões da mídia?

Sem dúvida, a política sofisticou-se no Brasil. As estratégias são muito menos evidentes, chegando ao ponto de fazerem crer, a muitos, que não são estratégias. Há quem acredite, por exemplo, que PT e PSDB se uniriam contra a miséria. Estariam superando as divergências por causa nobilíssima, acreditam.

A divisão de lucros e prejuízos, por incrível que possa parecer, tem sido pior para os petistas e aliados apesar de terem começado o ano por cima da carne seca. O governo Dilma aparece prejudicado nas pesquisas e a mídia – sempre um braço da direita – ganha credibilidade com a concordância desse governo às suas denúncias.

De qualquer forma, a prevalência de Dilma e FHC sobre Lula e Serra é clara ao menos no noticiário. Só não se sabe se os líderes petistas e tucanos não engendraram uma estratégia do tipo “tira bom, tira mau”, imortalizada por Hollywood em filmes em que um policial bonzinho e outro malvado interrogam um preso.

Vale a pena deixar a imagem de Lula se deteriorar para obter um pacto de convivência com a mídia? O que será do PT sem um Lula forte e influente, capaz de transferir a outros a popularidade que transferiu a Dilma no ano passado? E para o PSDB, vale condescender com um governo contra o qual fez tantas acusações?

Por enquanto, só quem vem ganhando com o novo quadro político, é a mídia. Como tem lado, no entanto, os tucanos acabarão sendo beneficiados. Ano que vem, durante as eleições municipais, a tal “corrupção” herdada de Lula pode diminuir o poder dele de transferir votos. E a mídia ganhou credibilidade para indicar os “melhores” candidatos.

Original no Blog da Cidadania

TUCANOS DEPENADOS PELO DONO DO AVIÁRIO

Depois de “fritar” o DEMos, Serra “frita” Alvaro Dias

José Serra (PSDB/SP) “desconvocou” Alvaro Dias (PSDB/PR) para vice, na tarde de hoje:

“Tem muitos (nomes), está mais difícil do que convocação da Seleção. Mas estou convencido de que vai ter uma boa solução, como sempre estive”, disse Serra durante entrevista à Miriam Leitão, para a Globonews.

Questionado se a indicação do senador poderia significar o comprometimento da vitória nas eleições, como declarou o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), Serra desconversou:

“Não ouvi a declaração, que me parece não estar bem clara. Às vezes, você faz um encaminhamento e, na prática, é outro resultado. Houve algum problema de desinformação, de aceleração das coisas, mas isso é normal na política… A ideia é agregar votos e a sugestão feita é uma que agregaria votos.”

Diante da insistência da jornalista em saber sobre a definição de um nome, Serra dissimulou:

“Estamos conversando e não estou levando isso (a escolha do vice) diretamente. Não estou junto das pessoas agora e nem tenho informações mais recentes”.

Na reunião do DEMos com os tucanos, também na tarde desta terça-feira, até o senador José Agripino Maia (DEMos/RN), que vinha adotando o tom mais moderado entre os DEMos, saiu desenganando a candidatura de Alvaro Dias:

– É preciso zerar o jogo. Recomeçar as conversas como se nada houvesse sido decidido ou discutido antes. (Do R7 e UltimoSegundo)

Pescado doBlog  osamigosdopresidentelula.blogspot.com

Além de duras criticas ao PT, Serra diz que “Deus Morreu”

Desesperado por que o resultado da pesquisa do DataFolha, um instituto totalmente comprometido com a campanha de Serra não conseguiu manter a fraude que tentou esboçar na ultima pesquisa, Serra lascou

“Se aquele que era o guardião da moral, da ética, do antipatrimonialismo toma outro rumo, o rumo oposto, para muita gente Deus morreu”.

Leia artigo publicado no Blog Balaio do Kotscho

Dilma-Lula já faz Serra mudar discurso

Mais do que o empate (37 a 37), com a subida de Dilma e a queda de Serra, agora finalmente admitido também pelo Datafolha,  foi a imediata mudança no discurso do candidato tucano que mais me chamou a atenção no noticiário político deste sábado.

Ao mesmo tempo em que se consolida a imagem de Dilma-Lula, acaba a versão “Serrinha Paz e Amor”, com elogios a Lula e ao governo, adotada pelo PSDB desde a largada para as Eleições 2010. Ontem à noite mesmo, certamente já sabendo dos números do Datafolha, Serra voltou ao figurino original.

Atacou duramente o PT e até colocou em dúvida a existência de Deus: “Se aquele que era o guardião da moral, da ética, do antipatrimonialismo toma outro rumo, o rumo oposto, para muita gente Deus morreu”. Se falar em “momento mais patrimonialista da nossa história” vai ou não lhe render votos, não se sabe, mas é certo que daqui para a frente o tom será outro.

Em encontro com seus aliados do PPS de Roberto Freire, na noite de sexta-feira, Serra saiu dos cuidados recomendados por seus marqueteiros e criticou duramente a política econômica, um dos esteios da popularidade do presidente Lula, que bateu novo recorde no Datafolha (foi a 76%):

“Nós estamos voltando rapidamente a um modelo (voltado exclusivamente para o setor agrícola para exportação) que não atende à demanda de emprego que o país possui. Nós precisamos de uma economia que desenvolva não apenas o setor primário”.

O que aconteceu, afinal, para justificar esta guinada dos resultados do Datafolha e, em consequência, do discurso do candidato da oposição? Segundo o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, foi a televisão:

“O principal fato que pode ser apontado como responsável por essa alta da candidata é o programa partidário de TV que o PT apresentou recentemente”.

Sem tirar o mérito do competente programa do PT criado por João Santana na semana passada, em que o presidente Lula apresentou Dilma Rousseff como a sua candidata para dar continuidade às políticas do governo, o fato é que esta identificação por parte do eleitorado era só uma questão de tempo, como já vinha sendo mostrado pelas pesquisas Vox Populi e Sensus, divulgadas anteriormente. O programa serviu para apressar este tempo, antecipar uma tendência.

Na minha recente viagem pelo Nordeste, deu para perceber nas conversas com eleitores, principalmente nas cidades mais pobres do sertão, que muita gente ainda não sabe nem que teremos eleições presidenciais em outubro, muito menos quem são os candidatos. Alguns chegaram a falar vagamente que votariam na “mulher do Lula”, sem saber de quem se trata.

Se na pesquisa estimulada do Datafolha os dois principais candidatos chegam ao final de maio em situação de empate, abriu-se para cinco pontos a diferença na espontânea, agora fora da margem de erro: Dilma foi de 13 para 19, enquanto Serra subia de 12 para 14. Acrescente-se a isso o fato de 5% dos eleitores ainda terem intenção de votar em Lula, mais 3% que querem votar no “candidato de Lula” e mais 1% no “candidato do PT”.

Somados estes votos, que fatalmente irão para Dilma, quando todos forem informados de que ela é a candidata de Lula, a ex-ministra já poderia estar com 28% na espontânea neste momento.

Pela primeira vez, o Datafolha só trouxe notícias boas para Dilma e péssimas para Serra. Na rejeição, o índice de Dilma caiu de 24 para 20%, enquanto Serra subia de 24 para 27%. Na projeção de segundo turno, em que a pesquisa anterior, de abril, apontava uma diferença de 10 pontos a favor de Serra (50 a 40), agora Dilma aparece um ponto à frente (46 a 45).

Mais à vontade no papel de candidata, com menos gente dando palpite e falando em nome dela no comando da campanha, como eu já havia constatado no post anterior (“Virou de novo vento da campanha eleitoral”), tanto nos números das pesquisas como na sua atitude diante das platéias, Dilma inverteu os papéis com Serra, que começou melhor na largada, mas agora vai ter que rever toda sua estratégia.

É disto que falaremos nos próximos dias. Agora, será a vez de Serra e seus aliados ocuparem a televisão. Se o programa do PT se preocupou apenas em fazer de Lula o grande cabo eleitoral de Dilma, o que poderá dizer o programa do DEM na próxima semana?

Que Serra é o candidato de Rodrigo e Cesar Maia? Ou o PPS dirá que Serra é o candidato de Roberto Freire? E o do PSDB? Dirá que Serra é candidato de quem? Do próprio Serra, já que não é recomendável lembrar de FHC?

A campanha do candidato da oposição, que parecia caminhar tão bem, segundo o noticiário político, chega a uma encruzilhada. Já que não convém bater em Lula e no governo, que são rejeitados por apenas 5% da população, segundo o Datafolha, a única esperança de apresentar um fato novo na campanha para reverter a “onda Dilma”,  que já começa a se formar, será convencer Aécio Neves a aceitar o papel de vice. Mesmo que ele aceite, o que parece improvável, já pode ser tarde demais.

Em campanhas presidencias, quando se começa a formar uma onda, como aconteceu com Fernando Henrique Cardoso e seu Plano Real, em 1994, ou com Lula e seu grito de mudança, em 2002, fica muito difícil detê-la. Os números das últimas pesquisas, confirmados agora pelo Datafolha, mostram um quadro que pode se tornar irreversível à medida em que o eleitorado tomar conhecimento de quem é candidato de quem e o que cada um representa.

Autor: Ricardo Kotscho – Categoria(s): Blog

PSDB QUER ACABAR COM O PAC

PSDB QUER ESCONDER A VERDADE

Pescado do Blog Dilma Presidente

O PSDB, como sempre, está sem rumo, sem prumo, sem projetos bons para o país, sem plano de governo. Transparente foi a entrevista dada pelo Sergio Guerra presidente do partido, porta-voz do Serra, à revista Veja. Está lá, escrito com todas as letras: “Serra eleito, nós vamos acabar com o PAC”. Em 2005/2006 eles iriam acabar com o Bolsa Família. Basta pegar os jornais da época: há declarações de Serra que o Bolsa Família não é um bom programa social. Em 2006, na campanha eleitoral do Alckmin, FHC chiava porque o PSDB não defendia as privatizações feitas por ele. FHC queria que Alckmin falasse claramente que iria privatizar a Petrobras, o BB , a Caixa. Para já deixar azeitada uma privatização da Petrobras, se por uma imensa desgraça Serra for eleito, até CPI da Petrobras eles criaram. Agora que a ministra Dilma contou o que eles disseram, o que eles estão planejando para o futuro do Brasil, eles estão muito raivosos, pretendem afundar o país, exatamente como fez FHC. Mas que coisa né? Não é para espalhar, não é para ficar contando para o povo. Outra coisa importante revelou o Sergio Guerra, porta-voz do Serra: eles vão mexer na economia, na economia que não permitiu que o Brasil quebrasse na crise financeira mundial, na economia que garantiu milhões de empregos, que garantiu o crescimento do país, que está sendo invejada no mundo todo. Leia:
Caso Serra vença, haverá mudanças substanciais na política econômica?
“Sem dúvida nenhuma. Iremos mexer na taxa de juros, no câmbio e nas metas de inflação. Essas variáveis continuarão a reger nossa economia, mas terão pesos diferentes. Nós não estamos de acordo com a taxa de juros que está aí, com o câmbio que está aí. Estamos criando empregos no exterior. Os últimos resultados da balança comercial são negativos. Precisamos estabelecer mecanismos para criar empregos no Brasil. Espero que a sociedade nos compreenda. Será necessário fazer um rigoroso ajuste das contas públicas. Hoje, o governo gasta muito – e mal. Os gastos cresceram além da capacidade fiscal do país.”
Notem bem: “espero que a sociedade nos comprenda” significa vai haver desemprego, vai ocorrer aumento de juros, vai haver um retrocesso no crescimento, vai ocorrer falta de crédito. Entenderam? Aqui estão algumas ações do PSDB/DEM contra o governo Lula no STF. Tudo que o governo Lula faz de bom para o povo, para o país, eles são contra, e vão acabar com tudo se, por uma imensa desgraça, voltarem ao poder. Não criamos factóides, estamos mostrando a verdade, que eles querem esconder. Vejam alguns exemplos:

- O DEM, rabo do PSDB, entrou no STF para contestar o PROUNI.

- O PSDB ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra os artigos da Medida Provisória 416/2008 que permitem ao Poder Executivo conceder auxílio financeiro de até R$ 400 aos participantes do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), também conhecido como o “PAC da Segurança”.
- O PSDB e o DEM decidiram entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o programa Territórios da Cidadania, lançado pelo presidente Lula para resolver os graves problemas sociais nas regiões mais pobres do país. O programa é considerado pelo governo como o segundo grande passo no combate à pobreza no Brasil, depois do Bolsa Família.
- O DEM entrou no STF contra cotas raciais na UnB. O partido Democratas entrou com ação no Supremo Tribunal Federal para suspender a matrícula dos aprovados no vestibular da Universidade de Brasília, que destina 20% das vagas para as cotas raciais.

-Os principais partidos de oposição ao presidente Lula – PSDB, DEM e PPS – protocolaram a prometida Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a Medida Provisória 452, que libera R$ 14,2 bilhões para o Fundo Soberano do Brasil (FSB)
Jussara Seixas

Secretário de Arruda diz que PSDB também participou do mensalão do DEM

 

 

Pivô das denúncias do “mensalão do DEM”, o ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal Durval Barbosa acusa o PSDB de também participar do esquema de caixa dois  montado pelo governador José Roberto Arruda (DEM) durante a campanha eleitoral de 2006.
Quem atuou pelos tucanos na coleta de propina e distribuição do dinheiro a aliados políticos, segundo Barbosa, foi o próprio presidente da legenda no DF, Márcio Machado do PSDB.
Filiado ao PSDB há 14 anos, Machado assumiu a Secretaria de Obras do governo do DF quando Arruda tomou posse. Ele era cotado para ser candidato ao Senado na chapa que uniria DEM, PSDB e PMDB.
À Polícia Federal, o ex-secretário Barbosa afirmou que Arruda irrigou sua campanha com dinheiro de empresas fornecedoras do governo. Foi arrecadados ilegalmente de 2004 a 2006 R$ 56,5 milhões em contratos da Codeplan (Companhia do Desenvolvimento do Planalto Central), empresa do governo então sob comando de Barbosa.
Em depoimento ao Ministério Público do DF, em 16 de setembro, Barbosa disse que o presidente do PSDB-DF ia  até a sua casa para tratar do dinheiro da propina. O ex-secretário mencionou aos promotores três pagamentos  feitos pelo tucano: R$ 6 milhões para o deputado Benedito Domingos (PP); R$ 200 mil para Adalberto Monteiro, presidente local do PRP; e R$ 100 mil para Omar Nascimento, que comanda o diretório regional do PTC.
“Foram entregues outros tantos [reais] a partidos ainda menores”, disse Barbosa. Segundo ele, o dinheiro vinha de empresas de informática.
O presidente do PSDB disse que atuou “como amigo” de Arruda na campanha. Em 2006, Machado havia se licenciado do PSDB para apoiar Arruda porque a tucana Maria de Lourdes Abadia resolvera tentar a reeleição.
A Executiva Nacional do PSDB se reúne hoje para avaliar se deixa ou não o governo do DF. Além de Machado, é filiado ao partido o irmão de Barbosa, o deputado distrital Milton Barbosa.
Até sexta-feira secretário de Relações Institucionais, Barbosa passou a colaborar em setembro com a Justiça e chegou a gravar, em 21 de outubro passado, uma conversa com Arruda em que o assunto era supostamente a partilha de propina.
Após o depoimento ao Ministério Público, Barbosa prestou uma série de informações à PF. Disse que o esquema de captação de propina em 2006 continuou com Arruda no cargo de governador. O dinheiro, segundo ele, era usado para comprar apoio de deputados da “base aliada”, o que passou a ser chamado de “mensalão” do DEM.
O ex-colaborador de Arruda afirmou que pegava o dinheiro e entregava, por ordem do governador, as seguintes quantias: R$ 50 mil por mês a Leonardo Prudente (DEM), presidente da Câmara Legislativa, e mais R$ 30 mil, cada, para os deputados Júnior Brunelli (PSC), Benício Tavares (PMDB), Eurides Brito (PMDB) e a mesma quantia para o ex-deputado Odilon Aires.

Com base nos depoimentos e gravações de vídeo, a PF deflagrou na sexta-feira passada a Operação Caixa de Pandora, que cumpriu 16 mandados de busca e apreensão em gabinetes de deputados, em empresas e em um anexo da residência oficial do governador.

Do Blog Amigos do Presidente Lula Original aqui http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2009/12/secretario-de-arruda-diz-que-psdb.html

PSDB contrata empresa para “construir um modelo de governo para o partido”

Do Blog RSURGENTE

by Marco Aurélio Weissheimer.

Original Aqui: http://rsurgente.opsblog.org/2009/10/19/

Além dos milhões de reais que o governo Yeda Crusius está gastando com publicidade na mídia gaúcha, o PSDB decidiu contratar a empresa FSB Comunicações, sediada em São Paulo, para ajudar a melhorar a imagem do governo tucano e “construir um modelo de governo para o partido”, segundo declaração do secretário estadual de Infraestrutura, Daniel Andrade (foto), ao site Coletiva.net. Andrade admitiu que foi ele, enquanto secretário-geral do PSDB gaúcho, quem coordenou a contratação do escritório paulista.

Segundo Daniel Andrade, entre as ações previstas para “construir um modelo de governo para o partido” estão as de sugerir pautas, orientar agendas e avaliar diariamente o noticiário político veiculado nos meios de comunicação. Ainda segundo o secretário, o valor do contrato é de R$ 240 mil, por seis meses, e não implica a vinda de funcionários da FSB a Porto Alegre.

O jornalista Joabel Pereira, que cuidava da assessoria de comunicação da governadora Yeda Crusius, foi afastado do cargo.

Ou seja, segundo essa versão oficial, o PSDB contratou uma empresa de São Paulo para “construir um modelo de governo para o partido” no final do terceiro ano de governo tucano no Rio Grande do Sul. E essa “construção” se dará à distância, não implicando a vinda de funcionários da referida empresa ao Estado.

É mais uma inovação do “novo jeito de governar”.

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Luiz Müller

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