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A RBS TENTA “SALVAR” FOGAÇA

ESTAMOS DE OLHO NO PIG E NO PRBS (CLANDESTINOS POLÍTICOS)

O Partido da RBS (PRBS) representante do PIG – Partido da Imprensa Golpista- no Rio grande, continua atuando fortemente em defesa dos seus candidatos.  No Post anterior, falei do embuste que é a candidatura Ana Amélia ao Senado. Não era política. Filiou-se no PP por ordem da RBS para substituir no Senado o sérgio Zambiasi, antido Senador da RBS, e que pelo jeito não fez o que o patrão Sirotsky queria. Foi lhe solicitado apear para que nova representante possa assumir. Agora, frente as barbaridades cometidas nas finanças do BANRISUL, o banco do povo do Rio Grande, a RBS e seus irmãos menores escondem o obvio e simplesmente não ligam os fatos, embora saibam da interligação. Paulo Feijó, o Vice Governador do Rio Grande, execrado pela  governadora fez graves denúncias contra o Presidente do BANRISUL, Fernando Lemos, e “pediu a cabeça” do Peemedebista. A governadora Yeda a época, preferiu aceitar a solicitação do Senador Pedro Simon, e manteve no Banco o apadrinhado deste. De lá para cá, muita coisa aconteceu. “Suicidaram” o representante do Governo em Brasília, a PF começou uma investigação que remonta 18 meses atrás e detecta a fraude já prenunciada mas não esclarecida pelas palavras do vice governador. A mídia guasca simplesmente “desconhece” estas ligações, enqunato se esforça para mater viva a denúncia de que a quebra do Sigilo fiscal da milionária filha do Serra tenha a ver com a Eleição, tentando jogar celeuma nas eleições presidenciais. Até o proprio editorial da ZH, preparando o caminho para não responsabilizar Fogaça, Simon e o PMDB, anuncia que a maioria das ações do BANRISUL são do “governo”. Preparam o caminho que possam anunciar que alguém do govenro Yeda foi o responsável pela lambança e inocentam quem foi responsável pelo maior assalto aos cofres do BANRISUL, já havidos até hoje. Matam eleitoralmente a Yeda, mas esquivam seu real representante Fogaça e sua fiel escudeira Ana Amélia do impacto da responsabilidade pela gestão do Banco. É claro que os milhões em dinheiro encontrados na casa dos “operadores” e “diretores” serviria para regar a campanha eleitoral de alguém. Vão tentar dizer que era só pra turma da Yeda. Mas se a presidência é do PMDB, e quem assina contratos é o Presidente do Banco, é apadrinhado do Simon. Teria então Fernando Lemos, promovido a Juiz de Tribunal Militar (ele nunca foi militar) “virado a casaca”? Não é o que consta. Fernando Lemos continua tão Peemedebista quanto Simon e Fogaça. Não dá pra dizer de antemão quais campanhas foram e/ou foram regadas com os milhões que sairam dos contratos de publicidade do Banrisul. Mas o tal “jornalismo investigativo” da RBS e seus irmãos menores parece não querer fazer as perguntas certas, para que não se ouçam as respostas inteiras. Assim desenham o futuro: vão rifar a Yeda, pois esta já estava perdida mesmo e se abraçar ao Fogaça com tudo, pois derrotados a nível nacional, vão tentar preservar o controle sobre a política riograndense, um estado importante econômica e politicamente. O povo gaúcho esta a mercê desta gente. Tomar que que a gauchada, assim como já acontece a nível nacional, entenda que a RBS, assim como a Globo, mostram um mundo falso e escondem verdades óbvias para quem enxerga além da telinha.

ANA AMÉLIA: UMA “VERDADE MENTIDA”

As pesquisas eleitorais, quando aparecem na grande mídia, são apresentadas simplesmente por números, procurando influenciar o eleitorado. A ultima pesquisa ao Senado, contratada pela RBS é um escândalo. O crescimento vertiginoso da candidata Ana Amélia, funcionária da RBS e candidata do agronegócio, como ela mesma se diz, me faz desconfiar não somente da pesquisa, mas dos interesses de quem as contrata. E mais do que isto, desconfio que a “imagem” é apenas isto: uma IMAGEM, tão somente uma imagem. Goebels, Ministro da Propaganda de Hitler tinha uma máxima: “Repetir muitas vezes uma mentira, transforma esta mentira em verdade aos olhos do povo.  Quem viu os Programas da Ana Amélia na TV, e seus materiais de campanha, vê fotografias e reportagens sobre suas aparições nos órgãos de comunciação da RBS. Não há nada alí a não ser auto elogios e referências ao seu passado televisivo e jornalísitco. Para quem gosta do estilo, poder-se-ia até dizer que é uma boa jornalista. Mas é só. Não há nada de conteúdo político. Não há nenhuma posição clara sobre nenhum tema, que não seja cópia dos outros oponentes, Paim, Rigotto e Abgail. Pior do que isto,  ao contrario destes, que tem candidato a Governador por respaldar quando chegarem a Brasília, Ana Amélia esconde que é a candidata da Yeda e do Serra. Não tem conteúdo e é da Chapa da Yeda e do Serra. Mas é candidata da RBS. E a pesquisa revela o que o público, mesmo este que vota nela acha: Ela é uma “imagem” de humildade e honestidade. Uma imagem urdida por detrás da câmeras e microfones da RBS durante anos a fio. É por assim dizer, como o Collor, que era um colunista e jornalista,  transformado pela Globo no caçador de marajás e Presidente do Brasil. Quem pagou a conta foi o povo Brasileiro. Resta saber se o povo gaúcho pretende dar este aval a RBS, votando numa “imagem” de alguém trabalhador, elegendo a candidata da rede para sabe-se lá quais projetos, ou votará em Políticos, trabalhadores de verdade e reelegerá Paulo Paim para o Senado, homem comprovadamente trabalhador pelos interesses da classe trabalhadora e do Rio Grande do Sul.

Serra subverte a ética Cristã

“Não faças aos outros o que não queres que os outros te façam”.
O demotucanato acusa as Centrais Sindicais de organizarem o 1º de maio com dinheiro público. O 1º de maio é um símbolo da Classe Trabalhadora brasileira. É data de comemoração e luta. É dia dos trabalhadores poderem ouvirem lideranças e também, por que não, assistir Shows gratuitos aos quais muitos não tem acesso, a não ser justamente nos atos de 1º de maio organizados pelas centrais sindicais. Lula e Dilma vem do movimento e da organizações operárias. Nada mais normal do que falarem em atos destas organizações. Diga-se aliás, o que disse o Paulinho da Força Sindical. Há treze anos, portanto, muito antes de Lula chegar a presidência e bem no meio do governo FHC as estatais e empresas privadas já bancavam atos de 1º de maio. Milhões de pessoas reunidas em um único dia é muito mais do que vários campeonatos de futebol conseguem juntar em todas as partidas. Mercadológicamente é interessante para as empresas investirem num evento destes, e investem.  Assim como não seria de estranhar que as empresas patrocinem eventos religiosos de monta, como foi o caso do evento de Santa Catarina, onde o Candidato Serra, que até ontem se dizia ateu, virou carola e passou a rezar pela cartilha cristã da Igreja Assembléia de Deus. Mas não foram as empresas, públicas ou privadas, interessadas em vender produtos e serviços aos 80 mil cristãos presentes, que patrocinaram a “conversão cristã” de Serra, foi o dinheiro do povo de Santa Catarina e de Camboriú que pagou a festa dos pastores da Assembléia de Deus que fizeram 80 mil “rezar”(Sic) para a vitória de Serra. Os cristãos, sejam eles de que Igreja forem,  tem todo o direito de fazerem suas atividades. Tem inclusive o direito de se posicionarem a favor de um candidato, como o fizeram. O que não pode é um candidato se utilizar de recursos do tesouro público de um estado para fazer proselitismo e ainda querer acusar as representações da Classe Trabalhadora de fazerem isto, quando na realidade não há similaridade entre as duas ações. Uma deles foi a busca de clientes, através do patrocinio de um evento, no caso as festas de 1º de maio,  como em muitos tipos de eventos por parte de empresas públicas ou privadas que vendem produtos e serviços. Tal ação das empresas não poderia ser motivo de ação de apoiadores de Serra, já que este utilizou a boa fé dos cristãos da Assembléia de Deus para fazer o seu proselitismo usando justamente verba pública. E pior, o mandalete para tal ação foi o DEM, do corrupto Arruda e de toda a corja que naufragou Brasília na corrupção e no apadrinhamento do roubo (com direito a oração a Deus, de agradecimento pelo dinheiro obtido através das maracutais, conforme vimos enojados na televisão.

Reproduzo matéria Do Blog blogoleone.blogspot

sobre os fiéis recursos públicos que o Governo do PSDB de Santa Catarina passou aos pastores da Assembléia de Deus para montar o espetáculo do proselitismo político de Serra, agora travestido de cristão evangélico.

Fiéis receberam R$ 540 mil em verba pública para orar para José Serra

PSDB paga R$ 540 mil para fieis orar para José Serra
Durante encontro sábado, pastores trataram o tucano como “futuro presidente” e disseram que fiéis da igreja “não só oram como votam”
O encontro religioso em que pastores da Assembleia de Deus pediram orações pela eleição de José Serra (PSDB) e o saudaram como “futuro presidente”, no sábado, em Santa Catarina, recebeu dinheiro dos cofres públicos.
Juntos, o governo de Santa Catarina e a Prefeitura de Camboriú (84 km de Florianópolis), ambos administrados por correligionários de Serra, destinaram R$ 540 mil para a realização do 28º Congresso Internacional de Missões.

O patrocínio das administrações do PSDB representou dois terços dos R$ 800 mil orçados para o encontro -que, segundo os organizadores, reuniu 160 mil pessoas em dez dias.

Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

O PiG perdeu de vez a vergonha

Do Blog o Terror do Nordeste

O PiG, cada mais vez, engaja-se na campanha pró-Serra.

O noticiário de ontem sobre os pedidos feitos pelo promotor-bicheiro Blat e indeferidos pelo juiz foi de fazer vergonha.
Nenhum órgão dessa Organização Criminosa, muito pior que a Organização Criminosa de Arruda e Azeredo, destacou trecho do respeitável despacho que viu na manobra do quase-bicheiro Blat um viés político, com o intuito de desgastar a imagem de Dilma e estancar a queda vetiginosa de Serra nas pesquisas.
Os portais Uol, Estadão, IG, Terra, R7, Yahoo, Google, as TVs Globo, SBT, BAND, REDE TV, RECORD silenciaram eloquentemente quanto a questão política levantada pelo juiz Carlos Eduardo.
No despacho que indeferiu o bloqueio das contas do BANCOOP e a quebra de sigilo de Vaccari, disse o juiz:
Inicialmente não se pode desconsiderar a repercussão política que a presente investigação passou a ter a partir do momento em que o teor do requerimento do Ministério Público de fls. 5649 e ss. veio a ser divulgado pela imprensa no último final de semana, antes mesmo que fosse apresentado em juízo. E isso porque, faltando cerca de apenas sete meses para as eleições presidenciais, uma das pessoas de quem foi requerida a quebra de sigilo (João Vaccari Neto) estaria sendo indicado como possível integrante da equipe de campanha da virtual candidata do partido atualmente ocupante da Presidência da República.

Tal contexto, porém, apenas reforça ainda mais a necessidade de cautela e rigor no exame dos requerimentos formulados, justamente para que tal atmosfera política não venha a contaminar a presente investigação ou, noutro sentido, que esta não venha a ser utilizada por terceiros para manipulação da opinião pública por propósitos políticos.

O Ministério Público e o Poder Judiciário são, antes que tudo, instituições de Estado, e não de governo. Assim, é imprescindível que sua atuação fique acima de circunstâncias ou convicções políticas.

E não basta que cada integrante destas instituições exclua internamente suas convicções políticas de influência em suas atuações. É imprescindível também que fique absolutamente claro, para toda a sociedade, que suas atuações são isentas de outros interesses que não os decorrentes de suas próprias atribuições institucionais.

Em analogia ao dito popular, não basta ser honesto; é preciso parecer honesto. Ou, no caso dos autos, não basta ser isento, é preciso parecer isento.

Portanto, a partir do momento em que este inquérito passou a ter tamanha repercussão política, é preciso que cada decisão ou providência tomada esteja ainda mais firmemente embasada em elementos de prova e de direitos sólidos e claros”.

Para você vê, mesmo com esta porrada com luva de pelica dada pelo Drº Carlos Eduardo no promotor quase-bicheiro, o PiG fingiu que não viu e nada publicou.E a pisada vai ser essa, até outubro de 2010.

O ATRASO DA DIREITA NO BRASIL

O tema tem reincidido na grande mídia. A direita tupiniquim parece desesperada. Enquanto Lula é elogiado pelo Direitista presidente da França e lança o decereto que estabelece O  Programa Nacional de Direitos Humanos 3ª Edição que é uma continuação lógica dos anteriores e fruto de ampla discussão na sociedade, a “tchurma” inoculada com o virus do passado tenta golpear a democracia. E o pior é uqe tem entre os seus apoiadores próceres ministros do próprio governo. Não estamos nem falando de algo novo. A 1ª Conferência Nacional de Direitos Humanos aconteceu bem antes do Governo Lula. As edições subsequentes, assim como aquela, apontaram diretrizes aos governantes acerca da melhor forma do estado garantir os direitos da cidadania, Toda a cidadania, e não só daqueles que tem propriedade. Pela forma clara com que fala sobre o tema, reproduzo matéria de hoje no http://www.tijolaco.com/ do Brizola neto.

Stephanes, o fino, e Kátia Abreu, a grossa

janeiro 8th, 2010 às 20:07
katiaabreuKátia Abreu: saem os direitos humanos, entra a direita desumana

O ministro da Agricultura,  Reinold Stephanes, e as entidades patronais da área de comunicação juntaram-se ao Ministro Nélson Jobim no combate ao Plano Nacional de Direitos Humanos, instituído por decreto presidencial há 15 dias.Há um terceiro item, que eles tratam meio na moita, com receio de que acabe tendo grande apoio popular: a taxação de grandes fortunas.

Disso e da área de comunicação, tratarei no próximo post.

Falemos antes do ministro que, fazendo coro com a doublé de senadora, latifundiária e presidente da Confederação da Agricultura, Kátia Abreu (DEM),  insurge-se contra as medidas que visam tornar menos arbitárias as ações possessórias  de natureza fundiária e colocando em prática a supremacia do interesse social – inaugurada pela Constituição de 1946 -  na estrutura de propriedade rural e e em relação a questões modernas, como a necessidade de preservação ambiental.

O ministro, que se expressa com finura, diz que o Plano cria “insegurança jurídica”.  Já a demo-ruralista vai logo no tranco, dizendo que ele é “apenas uma estratégia para ressuscitar o velho socialismo fracassado com novas vestes tomadas emprestado do universo de valores de seu inimigo de sempre, a sociedade democrática , baseada na economia de mercado e o respeito absoluto aos direitos individuais.”

E vai adiante, veja só: trata a discussão sobre a questão agrária como “uma tentativa de envenenar e dividir a sociedade brasileira com um debate que no resto do mundo civilizado e desenvolvido é coisa do passado, assunto de museus ou faculdades de História

Bom, eu vou reproduzir para voc~es os pontos do Plano de Direitos Humanos  que ambos questionam. Leiam e vejam se o que está escrito lembra em algo ameaças a direitos legítimos ou “socialismo agrário”.

“É necessário que o modelo de desenvolvimento econômico tenha a preocupação de aperfeiçoar os mecanismos de distribuição de renda e de oportunidades para todos os brasileiros, bem como incorpore os valores de preservação ambiental. Os debates sobre as mudanças climáticas e o aquecimento global, gerados pela preocupação com a maneira com que os países vêm explorando os recursos naturais e direcionando o progresso civilizatório, está na agenda do dia. Esta discussão coloca em questão os investimentos em infraestrutura e modelos de desenvolvimento econômico na área rural, baseados, em grande parte, no agronegócio, sem a preocupação com a potencial violação dos direitos de pequenos e médios agricultores e das populações tradicionais”.
“Propor projeto de lei para institucionalizar a utilização da mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos, com a presença do Ministério Público, do poder público local, órgãos públicos especializados e Polícia Militar, como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares, sem prejuízo de outros meios institucionais para solução de conflitos

Alguém leu aí algo sobre negar o direito de propriedade, ameaçar direitos ou coletivizar a terra? Sobre tomar a fazendinha do “Seu” José para distribuir lotes aos pobres?

Ora, o que é sagrado são a Terra e a vida, não a gleba e a propriedade. Elas podem ser legítimas, claro. Mas o processo de discussão judicial sobre elas tem de ser prudente, cauteloso e justo. E já assim para os grandes, embora, muitas vezes, não o seja para os pequenos.

Vou dar um exemplo bem simples disso.

Quando um grupo de lavradores pobres ocupa uma área, mesmo a mais improdutiva e abandonada, o dono da terra pode ir pedir judicialmente a reintegração de posse sumária, via liminar. Basta que o juiz local queira para dar  ordem e requisitar força policial para executá-la. Se o dono da terra tiver peso político sobre a Justiça local isso pode ser feito em poucas horas.

Mas quando um grande proprietário ou uma empresa agrícola ocupa uma faixa de terra de preservação, ou de domínio público, ou devoluta, ou ainda de um pequeno sitiante, a coisa não é assim. Aquela fazenda da Cutrale, do rumoroso caso do laranjal em São Paulo? O Incra não está há anos na Justiça – e já o provou – que aquela terra pertence ao Estado? E enquanto o processo se desemvolve, ninguém manda a polícia tirar a empresa de lá a bordoadas, não é? Até uma mera servidão de passagem só é concedida depois de muita negociação.

Portanto, “a realização de audiência coletiva com os envolvidos, com a presença do Ministério Público, do poder público local, órgãos públicos especializados e Polícia Militar, como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares” diz apenas que deve haver diálogo antes de uma decisão mandatória. Isso é “insegurança jurídica”  ou negação da propriedade?

O Brasil não é mais, ou não deveria ser, o país onde os  “coronéis” podiam mandar e desmandar em matéria rural. Não é possível que uma coisa tão simples como privilegiar o diálogo e a solução pacífica dos conflitos fundiários seja objeto de reações tão radicais.

O ministro não é obrigado a ficar no seu cargo. A porta do Ministério é serventia da casa.

A senadora, sim, pode dizer o que quiser. Está fora do Governo e tenta entrar como pretendente a vice de José Serra. Mas tem que ouvir que é uma reacionária, uma fascistóide e uma saudosa da ditadura. Duvida: leia a pérola que encerra a nota que ela assina como presidente da Confederação da Agricultura:

“Direitos Humanos para o Governo brasileiro e seu Partido principal é apenas a máscara benigna e traiçoeira que oculta a face terrível dos demônios ainda insepultos do socialismo e da esquerda revolucionária.”

Direito, mesmo, é o do dinheiro e o da propriedade, não é, senadora?

O LULA ESTA TIRANDO O POVO DA MERDA

…”então, nós temos consciência de que nós estamos fazendo no Brasil o maior investimento da história deste país em saneamento básico, em todas as cidades brasileiras. Eu não quero saber se o João Castelo é do PSDB, eu não quero saber se o outro é do PFL, eu não quero saber se é do PT. Eu quero saber se o povo está na merda e eu quero tirar o povo da merda em que ele se encontra. Esse é o dado concreto.

Para falar… É lógico que eu falei um palavrão aqui. Amanhã os comentaristas dos grandes jornais vão dizer que o Lula falou um palavrão, mas eu tenho consciência de que eles falam mais palavrão do que eu todos os dias e tenho consciência de como é que vive o povo pobre deste país. E é por isso que nós queremos mudar a história deste país. Mudar a história deste país não é escrever um novo livro. É escrever, na verdade, uma nova história deste país, incluindo os pobres como cidadãos brasileiros. Então, essa é uma coisa extraordinária…”

Leiam o discurso do Lula ontem no Maranhão na integra. Parte da mídia caiu de pau nele por que falou “palavrão”. É longo, mas fala da história do nosso país com a visão dos que estão lá embaixo na pirâmide social.

“Meus queridos companheiros e companheiras do estado do Maranhão,

Eu estou indo um pouco rápido, aqui, porque eu estou com um problema crônico de horário. Eu tenho um jantar ainda hoje, com o Presidente do Peru, em Lima e, daqui para lá são cinco horas de viagem. Se fosse olhar o horário do Peru seria fácil, porque lá está duas horas a menos do que o horário nosso. Mas, se eu chegar lá nove horas da noite do meu horário, já são 11 horas da noite… Ou seja, se eu chegar às 9 do horário de lá já serão 11 horas da noite do meu horário.

Então, eu vou ser muito breve, porque também seria repetitivo, depois do que falaram as pessoas que me antecederam, e também porque o ato principal foram as assinaturas feitas entre o governo federal, estadual, prefeitos e empresários sobre os contratos que nós estamos firmando aqui.

Eu queria apenas dizer para o povo do Maranhão que nós ainda temos um outro programa para lançar. E queria lembrar aos prefeitos das cidades com menos de 50 mil habitantes que, talvez, ainda este ano, vai depender da minha agenda, ou no começo do próximo ano, a gente vai ter que juntar, lá em Brasília, pelo menos 1.500 prefeitos, para discutir o início do programa habitacional nessas cidades, e vamos começar com R$ 1 bilhão, para construir casas nas cidades com menos de 50 mil habitantes. Portanto, não terminou ainda todo o processo de firmar acordo com prefeitos.

A segunda coisa que eu queria dizer para vocês é que o Brasil, depois de tanto tempo mal gerenciado, o Brasil, depois de tanto tempo privilegiando, cada vez mais, as regiões mais ricas do País, o Brasil encontrou o seu caminho e o melhor jeito de governar o País. Não era possível a gente continuar vendo o Brasil tendo uma parte do Brasil cada vez mais rica e outra parte do Brasil cada vez mais pobre.

Se a gente pegar os dados da área da saúde, do IBGE, do Ministério da Saúde, da Unicef, das Nações Unidas, a gente vai constatar uma coisa muito grave no Brasil: você pega a região Sul e Sudeste, é a região que tem mais doutores, é a região que tem mais mestres, é a região que tem mais pesquisadores, é a região que tem mais dentistas, é a região que tem mais médicos, é a região que tem mais tudo. E se você pega a parte do Nordeste e do Norte, você vai constatar que é exatamente o contrário. Era no Nordeste e no Norte que a gente tinha menos pesquisadores, menos mestres, menos doutores, menos hospitais, menos médicos… O que a gente tinha mais? Mais analfabetos, mais desnutrição infantil, mais desemprego, mais mortalidade infantil. É nesse paradoxo que vivia o Brasil.

Uma outra coisa grave é que, se você pegar o grosso do dinheiro orçamentário da União, a maioria do dinheiro já ia para quem já tinha, e a minoria vinha para quem não tinha. Era uma inversão de valores total e absoluta. E aqui tem senadores do Maranhão, e tem deputados do Maranhão. Muitas vezes, a classe política do Nordeste contribuía para que isso acontecesse. Muitas vezes. Muitas vezes, nas votações, e eu lembro na Constituinte, a gente perdia votações importantes porque algumas bancadas de companheiros do Nordeste votava contra o Nordeste, para atender à pressão do Centro-Sul do país.

Bem, nós, agora, resolvemos inverter esse quadro. Não é uma tarefa fácil, não é uma coisa simples, como um passe de mágica. É um trabalho, que tem que ter um tempo, leva… tem um processo, e tem que ir subindo degrau por degrau. Qual é o prazer que eu tenho? Eu vi os números que o ministro das Cidades falou de saneamento básico aqui no estado do Maranhão. Ele falou, me parece, que quase R$ 1 bilhão. Começou com 400, depois foi para 800, e depois chegou a 800.

Eu vou contar porque aqui tem o Lobão, que é senador, tem o João Castelo, que já esteve lá por Brasília, tem mais um senador e tem deputado. O que nós estamos investindo no Maranhão este ano e até 2010 em saneamento básico é mais do que tudo que o governo antes de mim investiu no Brasil inteiro. Sabe, por que, gente? Você pega uma cidade maravilhosa como Florianópolis, que tem praias exuberantes, parece uma cidade milionária e não tinha um metro de esgoto, porque a classe política brasileira, historicamente, não gostava de fazer saneamento básico. Tem muita gente que fala que é enterrar dinheiro. Por que o que é saneamento básico? Cavar um buraco, colocar umas manilhas, pegar os dejetos humanos que nós fazemos, canalizar para um lugar, tratar e devolver parte deles, bem-tratados, para não poluir os rios e o mar.

Mas isso custa caro, e isso ninguém vê. Não dá para ninguém colocar o nome da mãe, do pai, do avô, em uma manilha embaixo da terra, ninguém vê. Então, as pessoas preferiam fazer uma ponte, mesmo que não soubessem para onde ela vai, para aonde ela vem. Eu lembro que na minha cidade, em São Bernardo do Campo, onde era o prédio do meu sindicato, em 1974, desapropriaram o prédio, fizeram uma ponte e passaram 15 anos depois da ponte pronta discutindo o que essa ponte ia ligar a que rua. Até que inventaram uma rua para poder dar razão à ponte.

Ora, o que eu acho que está mudando no Brasil? É que as pessoas estão percebendo que em vez de a gente colocar uma placa em uma ponte, homenageando um parente da gente, é muito melhor a gente colocar uma fotografia de uma criança bebendo água decente e não pisando em esgoto a céu aberto, é muito mais digno e muito mais decente porque significa que a gente está tratando da saúde daquela pessoa. Quem é médico sabe que cada vez que a gente investe em saneamento básico, a gente está investindo, na verdade, em saúde, que a gente está evitando que as pessoas fiquem doentes como deveriam ficar se não tivesse o tratamento de esgoto.

Então, nós temos consciência de que nós estamos fazendo no Brasil o maior investimento da história deste país em saneamento básico, em todas as cidades brasileiras. Eu não quero saber se o João Castelo é do PSDB, eu não quero saber se o outro é do PFL, eu não quero saber se é do PT. Eu quero saber se o povo está na merda e eu quero tirar o povo da merda em que ele se encontra. Esse é o dado concreto.

Para falar… É lógico que eu falei um palavrão aqui. Amanhã os comentaristas dos grandes jornais vão dizer que o Lula falou um palavrão, mas eu tenho consciência de que eles falam mais palavrão do que eu todos os dias e tenho consciência de como é que vive o povo pobre deste país. E é por isso que nós queremos mudar a história deste país. Mudar a história deste país não é escrever um novo livro. É escrever, na verdade, uma nova história deste país, incluindo os pobres como cidadãos brasileiros. Então, essa é uma coisa extraordinária.

A outra coisa extraordinária que está mudando no País é que – vejam que coincidência, minha querida Governadora, meu prefeito e meus ministros – exatamente eu – é ironia do destino -, exatamente eu, que não tenho diploma universitário, vou passar para a história do Brasil como o presidente que mais investiu em universidades neste país. É uma ironia, porque eu conheço gente que era da “fina flor” e que não fez uma, não fez uma, exatamente porque ele já tinha estudado e já tinha aprendido. Para que pobre aprender? Pobre? Pobre tem mais é que capinar. Pobre, se arrumar emprego de pedreiro já está bom. Isso é o que eles pensavam, mas nós não queremos que pobre seja apenas pedreiro. Queremos que ele seja engenheiro, queremos que ele seja médico, queremos que ele seja dentista. E é essa coisa que está mudando no Brasil.

É por isso que nós vamos entregar 14 universidades novas e 104 campi avançados neste país, levando extensões universitárias para o interior, porque essa meninada que está aí vai ser mais qualificada do que os pais deles, e os filhos deles vão ser mais qualificados do que eles. E aí, quando isso acontecer, o Brasil entrará no rol dos países de primeiro mundo porque não estará exportando soja ou minério de ferro estará exportando conhecimento, inteligência, tecnologia, valor agregado. É isso que está mudando no Brasil.

Ora, vocês acham que se não fosse eu na Presidência, se não fosse o Lobão, que é do Nordeste, alguém ia lembrar de levar uma refinaria para Pernambuco, para o Rio Grande do Norte, para Natal, para São Luís, para Fortaleza? Acham? Nem a Petrobras queria fazer, porque a Petrobras acha que as que ela tem já atendem aos interesses da Petrobras. Ora, mas os interesses da Petrobras são importantes, mas não são maiores do que o interesse do Estado brasileiro e do povo brasileiro.

Agora, que nós encontramos muito petróleo, nós não queremos vender petróleo cru, nós não queremos entrar na OPEP. Não. Nós não queremos entrar na OPEP, não. Nós queremos é exportar derivados de petróleo, é fazer gasolina premium. É tão chique, que nós vamos exportar a gasolina premium para os Estados Unidos, para a Europa, para o Japão. Porque, se eles fossem mais espertos, eles fariam como nós, colocariam 25% do nosso álcool na gasolina, a gente produziria álcool à vontade para eles, eles iriam despoluir o Planeta e não estariam tão preocupados com a reunião de Copenhague que nós vamos ter agora, para discutir a questão do clima.

Então, esta é uma coisa. O Nordeste entrou numa fase de desenvolvimento que não tem mais retorno. Uma refinaria aqui vai trazer uma quantidade de empresas, uma quantidade de empregos que eu penso que o Maranhão não viu, em toda a sua história. Porque, se a gente não cuida disso, quem leva esses investimentos são os estados mais ricos, que têm melhor mão de obra formada, que têm mais engenheiros, que têm mais estradas, que têm mais ferrovias, que têm mais pontes, que têm os portos perto da produção, e nós, aqui, vamos ficando esquecidos.

Ora, não é porque eu fui para São Paulo e aprendi tudo o que eu sei na vida em São Paulo, que eu vou esquecer de onde eu vim, que é o Nordeste brasileiro, e esquecer o que nós passamos quando eu era pequeno, no Nordeste.

E, veja que engraçado, eu estava conversando com a companheira Roseana, e estava lembrando o seguinte: só o estado do Maranhão, só o estado do Maranhão… O Maranhão tinha, historicamente, quatro escolas técnicas. Tinha uma em Imperatriz, tinha uma em Maracanã – é a de São Luís? -, tinha uma em Codó e tinha uma em Monte Castelo, historicamente, historicamente. Ou seja, de 1909, quando Nilo Peçanha era Presidente, que fez a primeira escola técnica, até 2003, em todo o Brasil, em cem anos, foram construídas 140 escolas técnicas. Nós, em oito anos, vamos construir um uma vez e meia o que foi construído em cem anos, em oito anos. E aqui no Maranhão nós já temos funcionando, nova, Buriticupu, já temos aqui no centro histórico de São Luiz, já temos (incompreensível) funcionando, está funcionando, mas ainda está quase pronta a (incompreensível) de Santa Inês. E até dezembro de 2010 nós vamos inaugurar Timon, Alcântara, Bacabal, São Raimundo das Mangabeiras, Pinheiro, São João dos Patos, Barra do Corda, Barreirinhas e Caxias. Até o final do ano estarão todas entregues – não deste ano, do ano que vem -, estarão todas prontas.

Dia 15 de dezembro agora eu vou participar de um ato com o Ministério da Educação, em que, no ano de 2010 [2009], nós fizemos 100 escolas técnicas profissionais neste país. E por que nós estamos fazendo isso e por que, coincidentemente, isso acontece em um governo de um presidente que não tem diploma universitário, mas que tem um curso técnico? É porque eu vivi na pele coisas que eu não quero que vocês vivam. E eu acho que o grande papel de um governante é fazer para o seu povo mais do que ele recebeu da sua nação. E fazer, sabe, não como se fosse um favor, mas como se fosse obrigação.

Afinal de contas, quando nós criamos o ProUni, nós tínhamos um problema sério de fazer o ProUni. A UNE teve um papel extraordinário de contribuição. O que era o ProUni? A gente não tinha prédio; era preciso colocar os pobres na escola. Então, o que nós fizemos? Fizemos um convênio com as universidades privadas. Fizemos uma isenção de impostos e transformamos o equivalente ao imposto em bolsas de estudos. E nós colocamos as pessoas das escolas públicas da periferia. Hoje nós temos 695 mil jovens no ProUni, ou seja, pobre da periferia deste país fazendo universidade. E aqui no Maranhão, Roseana, aqui no Maranhão, só para ter ideia, o ProUni, aqui em São Luís, são praticamente quase 8 mil jovens, e no estado do Maranhão o ProUni são praticamente 70 mil jovens. Em uma demonstração…vocês estão lembrados quando nós criamos o ProUni? Teve muita gente que escreveu nos jornais que eu estava nivelando a educação por baixo. Era preconceito. Porque eles achavam que, colocar pobre na escola, a gente ia baixar o nível da escola. O que aconteceu três anos depois? Quando o Ministério da Educação fez o senso, os melhores alunos eram exatamente os do ProUni, dos quais, dos 695 mil alunos, 40% são meninos e meninas negros deste país, que antes não entravam na universidade.

Criamos o Reuni, vocês estão lembrados. O que era o Reuni? Eu não me conformava de que, dentro de uma sala de aula, a gente tivesse, em média, 12 alunos por professores, nas universidades federais. A média era 12 alunos por professor. E eu achava que era preciso colocar mais alunos. Fizemos um acordo com reitores, para colocar, em média, 18 alunos. Houve muita briga, teve gente que não queria, quebraram reitoria, porque os “filhos de papai” que já estavam na universidade não queriam que os pobres entrassem na universidade. Eles já estavam lá. Para que pobre ir lá? Para atrapalhar? O dado concreto é que em apenas um ano e meio nós dobramos as vagas ofertadas pelas universidades federais. Nós saímos de 113 mil alunos por ano, que era a renovação, para 227 mil alunos este ano, nas universidades federais brasileiras.

Ora, o que isso vai fazer? Isso vai fazer com que daqui a dez anos a gente tenha uma nova geração de jovens, de mestres e de doutores neste país. E que a gente tenha a ofertar, a quem queira vir investir no Maranhão, não apenas uma ferrovia, ou um porto, que a gente tenha mão de obra qualificada, para que as nossas meninas e os nossos meninos não ganhem apenas um salário mínimo, mas que possam ganhar dez mínimos, oito mínimos, 15 mínimos, porque é assim que a gente vai melhorar a vida das pessoas.

Por isso, eu quero me despedir de vocês dizendo para vocês o seguinte: falta apenas um ano para eu terminar o meu mandato, falta apenas um ano para terminar o mandato. Para mim, falta muito pouco, para quem está concorrendo falta muito ainda. Ou seja, o dado concreto que eu quero dizer para vocês é o seguinte: eu penso que vai ganhar as eleições quem eu penso que vai ganhar. Eu não posso falar nome, eu não posso. Agora, eu quero dizer uma coisa para vocês, podem escrever e anotar: não tem volta. Quem quer que ganhe as eleições, neste país, está comprometido, por uma simples razão: nenhum doutor que ganhar vai poder fazer menos do que eu fiz, ele vai ter que fazer muito mais, ele vai ter que fazer muito mais. E eu sei quem é que vai fazer muito mais. Eu sei quem é que tem competência e, no momento certo, eu vou dizer para vocês.

Um abraço e até outro dia, de Deus quiser.”

Secretário de Arruda diz que PSDB também participou do mensalão do DEM

 

 

Pivô das denúncias do “mensalão do DEM”, o ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal Durval Barbosa acusa o PSDB de também participar do esquema de caixa dois  montado pelo governador José Roberto Arruda (DEM) durante a campanha eleitoral de 2006.
Quem atuou pelos tucanos na coleta de propina e distribuição do dinheiro a aliados políticos, segundo Barbosa, foi o próprio presidente da legenda no DF, Márcio Machado do PSDB.
Filiado ao PSDB há 14 anos, Machado assumiu a Secretaria de Obras do governo do DF quando Arruda tomou posse. Ele era cotado para ser candidato ao Senado na chapa que uniria DEM, PSDB e PMDB.
À Polícia Federal, o ex-secretário Barbosa afirmou que Arruda irrigou sua campanha com dinheiro de empresas fornecedoras do governo. Foi arrecadados ilegalmente de 2004 a 2006 R$ 56,5 milhões em contratos da Codeplan (Companhia do Desenvolvimento do Planalto Central), empresa do governo então sob comando de Barbosa.
Em depoimento ao Ministério Público do DF, em 16 de setembro, Barbosa disse que o presidente do PSDB-DF ia  até a sua casa para tratar do dinheiro da propina. O ex-secretário mencionou aos promotores três pagamentos  feitos pelo tucano: R$ 6 milhões para o deputado Benedito Domingos (PP); R$ 200 mil para Adalberto Monteiro, presidente local do PRP; e R$ 100 mil para Omar Nascimento, que comanda o diretório regional do PTC.
“Foram entregues outros tantos [reais] a partidos ainda menores”, disse Barbosa. Segundo ele, o dinheiro vinha de empresas de informática.
O presidente do PSDB disse que atuou “como amigo” de Arruda na campanha. Em 2006, Machado havia se licenciado do PSDB para apoiar Arruda porque a tucana Maria de Lourdes Abadia resolvera tentar a reeleição.
A Executiva Nacional do PSDB se reúne hoje para avaliar se deixa ou não o governo do DF. Além de Machado, é filiado ao partido o irmão de Barbosa, o deputado distrital Milton Barbosa.
Até sexta-feira secretário de Relações Institucionais, Barbosa passou a colaborar em setembro com a Justiça e chegou a gravar, em 21 de outubro passado, uma conversa com Arruda em que o assunto era supostamente a partilha de propina.
Após o depoimento ao Ministério Público, Barbosa prestou uma série de informações à PF. Disse que o esquema de captação de propina em 2006 continuou com Arruda no cargo de governador. O dinheiro, segundo ele, era usado para comprar apoio de deputados da “base aliada”, o que passou a ser chamado de “mensalão” do DEM.
O ex-colaborador de Arruda afirmou que pegava o dinheiro e entregava, por ordem do governador, as seguintes quantias: R$ 50 mil por mês a Leonardo Prudente (DEM), presidente da Câmara Legislativa, e mais R$ 30 mil, cada, para os deputados Júnior Brunelli (PSC), Benício Tavares (PMDB), Eurides Brito (PMDB) e a mesma quantia para o ex-deputado Odilon Aires.

Com base nos depoimentos e gravações de vídeo, a PF deflagrou na sexta-feira passada a Operação Caixa de Pandora, que cumpriu 16 mandados de busca e apreensão em gabinetes de deputados, em empresas e em um anexo da residência oficial do governador.

Do Blog Amigos do Presidente Lula Original aqui http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2009/12/secretario-de-arruda-diz-que-psdb.html

A corrupção tucana em SP e no RS

Do Blog do Zé Dirceu<!–

A suspensão de um concurso fraudado para perito da Polícia Civil de São Paulo, e a sustação do pagamento dos últimos três meses às empresas responsáveis por emplacamento de carros no Estado ocupam amplo espaço na imprensa hoje – no Estado de S.Paulo e na Folha de S.Paulo.

Como sempre, à moda da imprensa: títulos e textos não associam os dois escândalos ao governo tucano de São Paulo e nem ao governador José Serra (PSDB), ao contrário do que fariam -  não tenham dúvidas -  se os dois casos ocorressem em administrações sob o comando do PT.

O esquema de corrupção que envolve o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (DETRAN-SP), segundo as investigações preliminares, já causou um prejuízo de R$ 40 milhões aos cofres públicos estaduais. Além de empresários, também, delegados de polícia são suspeitos de participar das irregularidades. O concurso na Polícia Civil, realizado no meio do ano, está suspenso porque beneficiou um parente de um dos diretores do órgão que só não ficou com a vaga porque saiu-se mal em questões elementares na prova oral.

Os dois fatos provam a incúria com que os tucanos governam o Estado de São Paulo há 16 anos. Não mudou nada o esquema de corrupção no DETRAN – melhor dizendo, nos DETRANs, já que no Rio Grande do Sul, adminsitrado pela governadora tucana Yeda Crusius, um dos principais escândalos que a envolvem e que teria causado prejuízo de R$ 44 milhões aos cofres estaduais gaúchos, também tem como foco central o DETRAN-RS.

Cono se vê, nos governos do PSDB em São Paulo e no Rio Grande do Sul, os DETRANs continuam sendo órgãos corruptos. Mas a mídia não dá a menor importância a isso. Noticia esporadicamente algo que envolva um ou outro, mas jamais dá destaque ao que interessa: não informa ao leitor sobre quem nomeou seus diretores, de que partido eles vêm – ou a legenda partidária de quem os nomeia – e, no caso de São Paulo, nunca mostra que os sucessivos dirigentes do DETRAN há 16 anos são nomeados pelos governos tucanos que se sucedem no Estado.

Original em http://www.zedirceu.com.br/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=1&Itemid=2

 

“EMPREGA RS” – A FARSA TUCANA DO EMPREGO

Quem viu a mídia hoje no RS, viu um certo ode ao programa Emprega  RS, espelhado num homônimo do governo Serra em São Paulo. Para anunciar o embuste, um paulista, Afif Domingues, Ícone da Privataria. Ocorre que o governo gaúcho resolveu sabotar o Sistema Público de Emprego – SINE. Este programa coordenado pelo Ministério do Trabalho e Emprego e custeado pelo FAT, é executado no RS pela FGTAS – Fundação Gaucha do Trabalho e Ação SOcial – vinculada a Secretaria da Justiça e Ação Social do Tucano Fernando Shüller. O governo do estado, através da FGTAS recebe em torno de R$ 8.500.000,0 por ano para manutenção do SINE no RS. Ocorre que o Tucano Secretário Shuller resolveu utilizar estes recursos, destinados a operar o Sistema Público de Emprego, Nacional, e referência mundial em Sistemas de Emprego, reconhecido pela OIT, paraa custear o Plágio Tucano chamado Emprega Sâo Paulo e que aqui chamam de Emprega RS. Utilizou recursos do MTE para montar o tal programa em parceria com o governo de São Paulo e com uma empresa privada responsável pelo programa. O tal programa tem atendimento “on line”, através da internet, onde o trabalhador se inscreve para uma vaga e é atendido por um teleatendimento  montado na sede da FGTAS. Para contratar os atendentes do teleatendimento, a FGTAS reduziu o número de funcionários terceirizados em várias agências da FGTAS/SINE, piorando ainda mais as já precárias condições de atendimento naqueles postos (agências) de atendimento. Pelo conteúdo de certas matérias da grande mídia, o tal Emprega RS teria sido o agente intermediador para o trabalho de muitos trabalhadores até então desempregados. Até aqui não se sabe o número de “colocados” pelo emprega RS, mas já é possível verificar que há uma queda muito grande da inserção de trabalhadores através do SINE operado pela FGTAS no RS. Claro: o trabalhador vai ao SINE, que intermedia mão de obra, e lá ao invés de ser inscrito no Sistema Público Nacional, tem seu nome incluido neste embuste chamado Emprega RS, constituido através de recursos do FAT, que na verdade são repassados ao esstado para operar o sistema SINE. Falsificam informações e falseiam números. O emprega RS é desenvolvido por empresa privada, assim como privadas são as empresas que prestam serviço no teleatendimento do programa. Utilizam-se do recurso público para provaatizar o estado.  O neo liberalismo, em decadência no mundo inteiro e derrotado no Brasil, fez ninho no RS e choca ovos dde tucano com a chocadeira alheia de empregos do Sistema SINE.  O sr. Schiller, braço pseudo intelectual do des governo Yeda, também procura desenvolver sua charlatanice intelectual as custas do FAT, Fundo de Amparo ao Trabalhor, que são recursos dos trbalhadores brasileiros. O FAT esta a serviço da geração de emprego e renda no país, coisa que o governo Lula tem gerado como “nunca na história deste país”. Já foram mais de 11 milhões de postos de trabalho gerados, muitos destes por causa de financiamentos do FAT as empresas, por qualficaçãao profissional patrocinada pelo FAT, ou pela intermediação de milhões de empregos feitos pelo SINE, um dos melhores sistemas públicos de emprego do mundo.  Cabe a nós, membros da sociedade gaúcha, desmascarar mais este embuste gerado no ninho do tucanato neo liberal paulista do Sr. Serra, e que pôs ovos aqui pelo Pampa. Melhor quebrar os ovos antes que deles brotem cobras ou tucanos entreguistas. Infelismente esta barbaridade esta sendo cometida contra uma Fundação que já foi referência na implantação do Sisema Sine no país inteiro. Perdem os funcionários desta importante instituiçção e perde principalmente o povo gaúcho por atitudes exclusivistas e privatistas que se instalaram no estado rio grandense.

ADELI PRESIDENTE – CARTA DO SADY JACQUES

Reproduzo abaixo carta de Sady Jacques – Mmbro do Movimento Nacional

Adeli, Eu e o Eduardo(meu filho)

Software Livre acerca do PED – Processo de Eleições Diretas – Faço minhas as palavras dele, embora eu esteja entre aqueles em 1980 fundamos o Partido dos Trabalhadores. O Sady expressa na carta a mesma garra que tivemos em 1980 ou há 17 anos atrás e expressa também a necessecidade de mudar o PT para continuarmos avançando na implementação do nosso projeto de construir uma sociedade melhor e um Brasil cada vez mais soberano. Adeli é nosso candidato a Presidente do PT Porto Alegre.

A carta do Sady:
Companheir@s:

Quando entrei no partido, há dezessete anos atrás, tinha recém começado uma militância política através do movimento sindical de base. Havia feito meus cinco anos iniciais em escola pública e os seis anos finais em colégio marista, o Rosário. Até então, minha formação era fortemente humanista, embora minhas convicções agnósticas não me fizessem muito “santo”…

Preocupado com a maior parte da população do mundo, não sabia direito o que fazer com isso e, diante do jovem dilema de ser pai, procurava estudar e encontrar trabalho. O destino e minhas competências me levaram até a Procergs, onde iniciei carreira como programador ao mesmo tempo em que participava da primeira greve histórica, de 37 dias de paralisação. A vitória dos trabalhadores me fez perceber a importância de unificar e lutar, em torno de uma causa.

Logo a seguir, o ingresso no PT “organizou” minhas idéias e orientou a minha ação. Eu passara a ter um norte, ter estratégia e tática política e… ter companheiros e companheiras, muitos deles, para construir uma nova história. Foi assim que levamos o Sindppd-RS ao seus melhores momentos históricos; foi assim que animamos o Coletivo Sindical de Cultura da CUT-RS; foi assim que fundamos com companheiros e companheiras, o Núcleo das Caravanas, o Núcleo da Procergs e o Setorial de TI do PT-RS; foi assim que ajudamos a criar o Projeto Software Livre Brasil.

Entre as muitas figuras que compuseram um forte conjunto de referência, constavam Olívio Dutra, MIguel Rossetto, Raul Pont, Adão Villaverde, Paulo Ferreira, Tarso Genro… e o incansável – à época Secretário Geral do Partido – Adeli Sell.

Adeli era, desde então, um sujeito obstinado; pé-de-boi, percorria os quatro cantos do Estado, fazendo da organização e emancipação política uma profissão de fé. Eram raros os chamados que não atendia e invariavelmente articulava os incontáveis grupos, correntes e visões em torno do grande Projeto de construção de um novo Brasil, este que começamos a experimentar com Lula.

O Partido cresceu, de lá para cá. Muito evoluiu e muito se perdeu, num claro processo de massificação pouco ordenada. A formação não deu conta do recado e os mais de um milhão e trezentos mil filiados espalhados pelo país extendem a desigualdade social que representam, na política que mal entendem…

Alguns profetas do apocalipse e quase todos os cientistas políticos são unânimes em afirmar que este processo de degeneração de um partido e seus princípios é universal e inexorável… Cabe ao PT exortar a sua estrela e reinventar-se, pois somos aquilo no que acreditamos, aquilo que nos move por paixão – e ela só reaparecerá de um novo encantamento.

Podemos ser diferentes e fazer a diferença, mais uma vez. Podemos acreditar em nós como um grande coletivo, com suas diferenças e autonomias, mas capazes de respeitá-las de modo a incluí-las na construção generosa de uma nova sociedade para a maior parte. Adeli é um desses sujeitos que sabe disso; que acredita profundamente nisso; que fará o que estiver ao seu alcance para que alcancemos isso. Venha conosco e nos ajude a construir um novo tempo no PT, nos ajude a chegar lá!

Saudações petistas,

Sady.

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Luiz Müller

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