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Fascistas atacam família de petistas, depredam carro e ferem mulher em Brasília

O fascismo e o nazismo nasceram assim. Hordas de malucos espalhavam falsas noticias de assaltos, mortes, corrupção, etc…Logo em seguida a mídia da época passava a repetir insistentemente a noticia falsificada. Era Goebels, Ministro da Propaganda de Hitler que ensinava que “repetir a mentira centenas de vezes a transforma em verdade no senso comum”. É o que esta em andamento no Brasil. A Mídia associada ao PSDB e a mais retrógrada direita brasileira, financiados por organismos internacionais atacam a democracia e tentam pelo medo impor a sua forma de pensar. Tripudiam sobre a democracia, que acabou de reeleger a Presidenta da República. Mas o que querem mesmo é destruir as conquistas alcançadas nos últimos anos  e deslegitimar o Brasil diante da comunidade internacional. Como disse um amigo outro dia a um destes malucos que só falam em corrupção: “É o Pré-Sal, estúpido”. Eles não estão preocupados com “a corrupção”. Eles querem as riquezas nacionais que hoje o Brasil já explora em benefício de seu povo. E para isto vão financiar os idiotas brasileiros que também não estão nem aí pra corrupção. Estes que se manifestam, são os que não toleram a melhoria de vida que milhões de brasileiros tiveram. São os preconceituosos de todos os tipos que se associam aos golpistas financiados pelo capital financeiro e pelo império. E partem para as agressões físicas para implantar o terror e o medo, para depois exigir a deposição dos que foram democraticamente eleitos. Em Brasília a violência já se fez sentir fisicamente, conforme descreve Antonio Felipe Gonçalves em seu perfil no Facebook e que colo logo abaixo. Incitar o ódio nas ruas é crime. Que como incitadores do ódio sejam punidos. Não são manifestações políticas. São manifestações criminosas.

Estava voltando com minha família agora do almoço quando ao passarmos pela esplanada meu carro foi cercado e depredado por manifestantes pro-Aecio. Tacaram pedras que quebraram vidros, além de terem dado chutes na lataria.<br />
Mas não vou deixar barato.<br />
Estou na delegacia fazendo a ocorrência.<br />
Flávia Franco se feriu no braço com o vidro cortado e a filha esta em pânico.<br />
Isso é a democracia que eles pregam?<br />
Fascistas vocês não passarão!<br />
Parabéns Veja, Folha, Globo e afins. Vocês conseguiram.<br />
Mas podem ter certeza, isso só me dá força para não deixar o Brasil cair na mão desses fascistas!<br />
Sou Dilma Rousseff, Sou Lula!” width=”461″ height=”346″ /></div>
<div class=Estava voltando com minha família agora do almoço quando ao passarmos pela esplanada meu carro foi cercado e depredado por manifestantes pro-Aecio. Tacaram pedras que quebraram vidros, além de terem dado chutes na lataria.<br />
Mas não vou deixar barato.<br />
Estou na delegacia fazendo a ocorrência.<br />
Flávia Franco se feriu no braço com o vidro cortado e a filha esta em pânico.<br />
Isso é a democracia que eles pregam?<br />
Fascistas vocês não passarão!<br />
Parabéns Veja, Folha, Globo e afins. Vocês conseguiram.<br />
Mas podem ter certeza, isso só me dá força para não deixar o Brasil cair na mão desses fascistas!<br />
Sou Dilma Rousseff, Sou Lula!” width=”461″ height=”346″ /></div>
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Antonio Felipe Gonçalves adicionou 2 novas fotos.

Nesse sábado estava voltando com minha família do almoço quando ao passarmos pela esplanada meu carro foi cercado e depredado por manifestantes pro-Aecio. Tacaram pedras que quebraram vidros, além de terem dado chutes na lataria.

Mas não vou deixar barato.
Estou na delegacia fazendo a ocorrência.

Flávia Franco se feriu no braço com o vidro cortado e a filha (de 6 anos) está em pânico.

Isso é a democracia que eles pregam?

Fascistas vocês não passarão!

Parabéns Veja, Folha, Globo e afins. Vocês conseguiram.

Mas podem ter certeza, isso só me dá força para não deixar o Brasil cair na mão desses fascistas!

Sou Dilma Rousseff, Sou Lula!

REFORMA POLÍTICA SEM CONSTITUINTE E MUITA MOBILIZAÇÃO PODE VIRAR CONTRA REFORMA COM UM CONGRESSO NACIONAL CONSERVADOR

Por Ricardo Gebrim no Portal Plebiscito Constituinte 

Lula: “Se você olhar a Veja como um panfleto do Aécio, você sofre menos” (vídeo)

O ex-presidente criticou a capa antecipada pela revista e afirmou que não a leva a sério, pois “ela odeia o PT e os governos do PT”
 ex-presidente afirmou que a Veja é uma revista de oposição ao PT .
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em vídeo divulgado pelo Instituto Lula que última capa da revista Veja foi um instrumento para a campanha do então candidato à Presidência Aécio Neves “trabalhar na imprensa escrita e na imprensa televisada” e “talvez o melhor panfleto da campanha de Aécio”.

A capa, que foi antecipada pela revista para chegar às bancas antes das eleições do domingo 26, foi considerada a última “bala de prata” da oposição para reverter o cenário que apontava para a reeleição de Dilma Rousseff. “Se você olhar a Veja como uma revista de informação, você fica muito nervoso pela quantidade de mentiras. Agora, se você olhar a Veja como um panfleto da campanha do Aécio, você sofre menos”, afirmou Lula.

Dilma Rousseff se posicionou no horário eleitoral no mesmo dia da veiculação da revista, sexta-feira 24, afirmando que processaria a publicação. Na noite de sábado 25, o ministro Admar Gonzaga, do TSE, concedeu na noite o direito de resposta à candidata do PT por considerar que a publicação não teve “qualquer cautela” e transmitiu a acusação de “forma ofensiva” e em “tom de certeza”.

No vídeo, Lula ainda afirma que não lê a revista há muito anos. “Eu não levo a revista a sério”, disse. “Ela odeia o PT, odeia os governos do PT e nós ao invés de ficarmos nervosos e irritados, devemos ver que a Veja é uma revista de oposição ao governo.”

Na democracia não tem terceiro turno

Adeli-SellPor Adeli Sell

Tão logo se tornou público o resultado das eleições presidenciais, consagrando Dilma Rousseff a primeira mulher reeleita presidenta deste País, já se ouvia por aí comentários maldosos sugerindo – pasmem – o impeachment dela. Isto é um chamado claro para o golpe, como os golpes tentados pela mídia e alguns segmentos radicais do tucanato, que perde quatro eleições consecutivas para o Partido dos Trabalhadores.
Na democracia é assim, pode-se ganhar uma eleição com diferença de apenas um voto. Dilma ganhou com quase 4 milhões, apesar de tudo o que foi feito contra ela e contra o PT. Não tem terceiro turno.
A presidenta, corretamente, em seu discurso da vitória chamou pela união dos brasileiros e disse que aprendeu na campanha que o povo quer mais mudanças. Foram assim as vozes das jornadas de junho de 2013, vozes dispersas que só se encontraram em alguns momentos de turbulência, não ficando claro porque no meio delas surgiram os oportunistas à direita e à esquerda.
O lacerdismo, ao estilo dos caciques da velha UDN, o repeteco dos métodos da velha revista ‘O Cruzeiro’ foram mais do que presentes, preocupantes. Para a população a presidenta garantiu mais e mais educação. E irá ampliar o Pronatec e todos os meios de educação da pré-escola ao Ciência sem Fonteiras. Como ouvimos nas ruas, agora, o filho do pedreiro pode virar doutor.
Mas sem as reformas, o País não avançará. Acerta a presidenta quando fala em priorizar a Reforma Política, pois o atual modelo está falido, induz à corrupção e a todas as conhecidas mazelas, como caixa 2, etc. Mas não pode deixar de pensar no controle externo do Judiciário, bem como na democratização da mídia, acabando com seu poder monopolista e antidemocrático.
Temos que apostar na democracia, na participação da população das decisões, como no combate sem tréguas à corrupção. E aqui, como lá, vamos respeitar os resultados das urnas, fazendo uma transição sem tumultos e de forma transparente, apostando numa oposição responsável, para podermos trilhar bons caminhos nas eleições municipais de 2016.

Adeli Sell

Subsecretário do Parque Assis Brasil

O FASCISMO À ESPREITA NA RETA FINAL

O discurso de que há pessoas que são acima dos partidos é antigo.E custou caro para a humanidade

Toda vez que pessoas se colocaram acima dos partidos, a conta foi o fim da democracia. Partidos políticos, com seus acertos e com seus erros são a base da democracia

por Paulo Moreira Leite no seu Blog

Atos de violência e intimidação são resultado previsível de uma política de criminalização da política e dos políticos

Na quinta-feira, quando Dilma teve uma queda de pressão no SBT, um médico gaúcho usou o twitter para mandar essa “#%&!##”chamar um “médico cubano.”

(Dois dias antes, ao sair do carro no estacionamento da TV Band, para o debate anterior, a presidente foi recebida pelos gritos de um assessor parlamentar adversário. Ouviram-se coisas como “vaca”, “vai para casa…”)

No Rio, o cronista Gustavo Duvivier passou a receber diversos tipos de ameaça depois que publicou um texto onde deixou clara sua preferência por Dilma.

Agressores avançaram sobre o escritor Enio Gonçalves Filho, blogueiro com momentos de boa inspiração — e que é cadeirante — quando ele se dirigia ao Churrasco dos Desinformados, na Praça Roosevelt. Enio se dirigia a um protesto para responder ao comentário de Fernando Henrique Cardoso sobre a vantagem de Dilma nos estados do Nordeste (“O PT está fincado nos menos informados, que coincidem de ser os mais pobres. Não é porque são pobres que apoiam o PT. É porque são menos informados,” disse FHC).

No meio do caminho, três sujeitos avantajados tentaram obrigar Enio a tirar sua camisa vermelha — ele é petista — e chacoalhavam sua cadeira de rodas.

Uma comunidade de quase 100 mil usuários numa rede social, que se declaram profissionais da classe médica brasileira, se tornou palco de uma guerra dentro da  corrida presidencial. Com o título de “Dignidade Médica”, as postagens do grupo pregam “castrações químicas” contra nordestinos, profissionais com menor nível hierárquico, como recepcionistas de consultório e enfermeiras, e propõe um “holocausto” contra  os eleitores de Dilma.

 

A maioria dos estudiosos costuma ligar a emergência do ódio político, sentimento que está na base dos movimentos fascistas, a situações de crise econômica, quando a maioria das pessoas não enxerga uma saída para suas vidas nem para suas famílias. Embora a economia brasileira tenha crescido pouco em 2014, ninguém definiria a situação do Brasil como catastrófica.

Ao contrário do que ocorria na Europa dos anos 20 e 30, que viu nascer os regimes de Benito Mussolini e Adolf Hitler, o Brasil não se encontra numa situação de superinflação nem de desemprego selvagem. A média dos últimos quatro anos de inflação é a segunda mais baixa da história do IBGE — numa linha que vai até 1940.

O desemprego é o menor da história e continua caindo. Nada menos que 123 000 novos postos de trabalho foram criados em setembro 2014. É inegável que ao longo dos anos ocorreram avanços na distribuição de renda, no combate a desigualdade, na ampliação dos direitos das maiores que passavam excluídas pela historia.

A intolerância de 2014 tem origem política e tem sido estimulada pelos adversários do PT e Dilma. Procura-se questionar a legitimidade de suas decisões e rebaixar moralmente os eleitores os apóiam.

Em 2006, quando Lula foi reeleito, um ano e meio depois das denúncias de Roberto Jefferson, o Estado de S. Paulo publicou uma reportagem tentando sustentar que “a aceitação da corrupção na política está mais presente entre os eleitores de baixa renda.”

Ao fazer pesquisas que associavam valores morais aos anos de educação formal de um cidadão, o estudo A Cabeça do Brasileiro sugeria que a baixa escolaridade — condição da maioria da população — tornava a parcela menos educada da população mais vulnerável ao “jeitinho” e outras práticas condenáveis.

Procurando entender a origem do fascismo nas primeiras décadas do século passado, Hanna Arendt deixou lições que podem ser úteis para o Brasil de 2014.

Hanna Arendt usava uma expressão interessantíssima — “amargura egocêntrica” — para definir a psicologia social dessas pessoas que integravam movimentos de vocação fascista. Ela escreveu: “a consciência da desimportância e da dispensabilidade deixava de ser a expressão da frustração individual e se tornava um fenômeno de massa.”

É sempre interessante recordar um levantamento feito em 2011 pelo instituto Data Popular. Entrevistando 18 000 cidadãos na parte superior da pirâmide de renda, o DataPopular descobriu que:

55,3% concordam que deveria haver produtos para ricos e pobres

48,4% concordam que a qualidade dos serviços piorou com o maior acesso da população

62,8% concordam que estão incomodados com o aumento das filas

49,7% concordam que preferem frequentar ambientes com pessoas do seu nível social

16,5% concordam que pessoas mal vestidas deveriam ser barradas em alguns lugares

26,4 % concordam que o metrô aumenta a circulação de pessoas indesejáveis na região em que moram

17,1% concordam que todos os estabelecimentos deveriam ter elevadores separados.

A intolerância e o ódio cresceram no Brasil com uma consequência inevitável de um movimento destinado à criminalização da política e dos políticos — em particular do Partido dos Trabalhadores, nascido para ser “aquela parede protetora” das classes assalariados e dos mais pobres, para usar uma expressão de Hanna Arendt. Pela destruição das barreiras de classe, que permitem distinguir um partido de outro, os interesses de uns e de outros, firmou-se o conceito de que nossos homens públicos são autoridades sem escrúpulo e bandidos de alta periculosidade, sem distinção, descartáveis e equivalentes, “não apenas perniciosas, mas também obtusas e desonestas, ” como escreveu a mestra.

As atitudes agressivas e tentativas de humilhação nasceram durante o julgamento da AP 470, no qual se assistiu a um espetáculo seletivo de longa duração. Enquanto os acusados ligados ao PT e ao governo Lula eram julgados em ambiente de carnaval cívico-televisivo, num espetáculo transmitido e estimulado por programas de TV, os acusados do PSDB, envolvidos nos mesmos esquemas, dirigidos pelas mesmas pessoas — e até com mais tempo de atividade — foram despachados para tribunais longe da TV, a uma distancia de qualquer pressão por celeridade. Sequer foram julgados — embora a denúncia seja anterior.

Há outros componentes no Brasil de 2014. A referencia sempre odiosa aos médicos cubanos que respondem pelo atendimento de brasileiros que nossos doutores verde-amarelos não têm a menor disposição de atender, revela o casamento do preconceito com um anticomunismo primitivo, herança viva da ditadura de 1964. Permite ao fascismo recuperar o universo Ame-o ou Deixe-o, assumir-se como aliado da ditadura sem dizer isso de forma explícita.

O progresso social dos últimos anos ajudou a criar ressentimento de camadas de cima que se vêem ameaçadas — — em seu prestígio, mais do que por outra coisa – em função do progresso dos mais pobres, essa multidão despossuída que na última década conseguiu retirar uma fatia um pouco mais larga do bolo da riqueza do país.

Em 2010, a vitória de Dilma Rousseff foi saudada em São Paulo por um grito no twitter: “Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado!”, escreveu uma estudante de Direito. Três anos mais tarde, ela foi condenada um ano e cinco meses de prisão, mas teve a pena transformada em prestação de serviços comunitários.

“O que perturba os espíritos lógicos é a indiscutível atração que esses movimentos exercem sobre a elite “, escreveu Hanna Arendt.

Richard Sennet, um dos principais estudiosos das sociedades contemporâneas, definiu o ressentimento como a convicção de que determinadas reformas em nome do povo “traduzem-se em conspirações que privam as pessoas comuns de seu direito e seu respeito.” Os benefícios oferecidos aos mais pobres resultam em insegurança e insatisfação por parte dos cidadãos que estão acima das políticas sociais dirigidas às camadas inferiores, explica Sennet, para quem essas pessoas tem o sentimento de que o governo “não conhece grande coisa de seus problemas, apesar de falar em seu nome.”

Mas quais seriam estes problemas? Hanna Arendt falou em “amargura egocêntrica.”

Na decada de 1950, poucas medidas de Getúlio Vargas despertaram o ódio de seus adversários como a decisão de aumentar o salário mínimo em 100%. Pouco importava que esse número se baseasse na inflação do período anterior, de inflação altíssima. A questão é que, com um salário desses, um operário da construção civil poderia ganhar o mesmo que um militar de baixa patente e outros funcionários públicos — e isso era inaceitável num país onde o trabalho de um pedreiro era visto como a herança da escravidão.

O fim da história nós sabemos.

Urgente: Em vídeo Tarso Genro denuncia golpe em andamento no Brasil

A quem interessa calar a internet? Os 66 perseguidos de Aécio

Muda Mais BlogsO candidato à presidência pelo PSDB, Aécio Neves, parece mesmo não entender nada sobre liberdade na internet, participação social e democracia. Apósperseguir politicamente a jornalista Rebeca Mafra, do Canal Brasil, que recebeu um mandado de busca e apreensão por supostamente causar “crimes contra a honra” do candidato na rede, o tucano voltou à baila. Agora, chegou a vez de Aécio processar 66 perfis no Twitter, dentre eles, os deturquim5(link is external),  Pablo Villaça(link is external), Altamiro Borges(link is external) e Antonio Mello(link is external),além dos perfis doDiário do Centro do Mundo(link is external) e do Seja Dita Verdade(link is external) por “disseminação de mentiras e ofensas” contra ele.

O tucano ingressou com uma Ação de Obrigação de Fazer(link is external) (processo número 1081839-36.2014) contra o Twitter pedindo que ele preserve e forneça todos os dados cadastrais e registros eletrônicos (IP, data, hora e porta de comunicação) atrelados à criação e acessos dos 66 perfis. Segundo Aécio, os tuiteiros em questão “formam uma rede virtual de disseminação de mentiras e ofensas contra o autor, o que sugere uma atuação orquestrada, quiçá paga, para detrair sua honra, nome e história”, além de alegar que são robôs.

Aécio diz que a “análise do comportamento dos perfis revela indícios de atuação organizada, pois, além da promoção conjunta para disseminação de conteúdo falso ou ofensivo ao autor, as publicações são semelhantes e há redirecionamento de links entre esses perfis”. Mas Aécio, deixa a gente te contar um segredo: as publicações semelhantes são naturais no Twitter. As pessoas postam tweets e têm seus tweets retuitados, sabia não? Aliás, a interação é a própria alma e força das redes sociais. 

Perfis processados por Aécio:

 

Aécio ainda solicitou segredo de Justiça [como fez no caso Rebeca], pedido que foi indeferido. Ele também solicitou que a justiça, “até a efetiva identificação dos responsáveis, ABSTENHA-SE de comunicar os usuários eventualmente identificados, sob pena de destruição de provas eletrônicas necessárias ao deslinde do caso.” A causa tem por valor R$10.070,00.

Em entrevista ao Muda Mais,  o blogueiro Altamiro Borges(link is external) afirmou que, para ele, o processo é previsível e não é nenhuma surpresa, já que Aécio detesta a liberdade de expressão e é totalmente contra as redes socias. “Aécio gosta da midiazona que não investiga nada. Essa iniciativa do candidato só demonstra que o discurso dele sobre liberdade de expressão é falsa”, acredita Borges. Segundo Miro, Aécio “é o rei da censura em Minas Gerais e, se fosse na época da ditadura, ele poderia ser um grande general”, diz. O blogueiro irá conversar com seu advogado e tomar as providências necessárias.  

Em seu perfil no twitter, o cineasta Pablo Villaça(link is external) falou a respeito do ato “autoritário, antidemocrático e insano” de Aécio. “Em 2014, AE-5 Neves ainda não entendeu o que é democracia e liberdade de expressão. Quer me censurar judicialmente. Não adianta querer me calar judicialmente, @AecioNeves. Moro em MG, conheço sua gestão pavorosa e tenho PLENO DIREITO de gritar isso”, disse Villaça.

Ainda bem que, graças ao Marco Civil da Internet, sancionado por Dilma Rousseff em abril deste ano, o Brasil é o país com as leis mais avançadas para proteger a liberdade de expressão e a privacidade dos internautas. Mas é claro que ainda temos que avançar rumo a uma internet livre e popular. Por isso, em seu segundo mandato, Dilma pretende concentrar forças na regulamentação do Banda Larga Para Todos, programa que objetiva universalizar o acesso à internet no Brasil.

Leia o desabafo de Pablo Villaça em seu perfil no twitter:

“AE-5 Neves continua a se mostrar o governador autoritário que não permite uma palavra negativa sobre sua gestão na imprensa mineira. Agora, eu e outros 65 internautas estamos sendo notificados judicialmente por AE-5 Neves. Somos acusados de ser ROBÔS e/ou de “agirmos em rede” para atacá-lo. Porque ele jamais poderia ser criticado se não fosse algo com tom conspiratório ou pago, claro. Inacreditável, isso. AE-5 tenta censurar pesquisas no Google, manda polícia invadir casa de internauta e agora isso. Em 2014, AE-5 Neves ainda não entendeu o que é democracia e liberdade de expressão. Quer me censurar judicialmente. É o que digo desde o início da campanha: vocês agora vão conhecer o AE-5 Neves que em MG já conhecemos tão bem. E não vão gostar. Não adianta querer me calar judicialmente, @AecioNeves. Moro em MG, conheço sua gestão pavorosa e tenho PLENO DIREITO de gritar isso. Você pode estar acostumado a não receber críticas por parte da imprensa mineira, @AecioNeves, mas não sou funcionário de jornal que aceita intimidação ou se cala por qualquer outro interesse. E sua visão de “democracia” se tornará ainda mais conhecida Brasil afora graças a mais este ato autoritário, antidemocrático e – sem meias palavras – insano. Como cidadão, não aceito ser calado assim. E que fique o aviso pra quem não mora em MG e não conhecia a figura: @AecioNeves é assim. Tenta calar quem o critica. Vejam meu exemplo. Já me chamaram de muita coisa, mas de “robô” foi a primeira vez. Mas é o PT que quer censurar a imprensa e implantar uma ditadura no Brasil. Claro. Hum-hum. Certinho, campeão. Há um motivo pro candidato de AE-5 Neves estar prestes a ser derrotado já no 1o turno em MG. E pra ele estar em TERCEIRO nas pesquisas aqui. Enfim. Bom domingo a todos. Não vou deixar que AE-5 Neves estrague o meu”, disse Villaça.


Luiz Müller

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