Textos categorizados 'corrupção'

A CPI mista do Demóstenes/Cachoeira vai sair. E a da Privataria Tucana?

Do Blog LIMPINHO E CHEIROSO

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT/RS), anunciou na terça-feira, dia 10, um acordo para formar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista, com a participação de deputados e senadores, para investigar as relações entre o bicheiro Carlinhos Cachoeira e parlamentares. A abertura da comissão ainda depende da coleta de apoio mínimo entre os parlamentares das duas Casas. São necessárias as assinaturas de 171 deputados e 27 senadores. Segundo o presidente da Câmara, a CPI tem “100% de chance” de ser instalada. De acordo com o deputado Marco Maia, a instalação da CPI deve ocorrer no início da próxima semana, devido à burocracia do processo, que envolve a redação do requerimento e o recolhimento das assinaturas na Câmara e no Senado. Atualmente, já há um pedido de criação de CPI sobre o tema protocolado na Câmara dos Deputados pelo deputado Protógenes Queiroz (PCdoB/SP), que será abandonado com a criação da CPI mista. Outro requerimento, feito pelo PT, também tramita no Senado. O requerimento foi motivado pela recusa do ministro do STF Ricardo Lewandowski em repassar ao Senado o teor das gravações entre o senador Demótenes Torres (sem partido/GO) e Cachoeira, sob o argumento de que estão sob segredo de Justiça. Só uma CPI poderia requisitar o conteúdo das escutas. Privataria Tucana A Câmara dos Deputados só pode abrir cinco CPI’s simultaneamente e o próprio Protógenes chegou a avaliar que dificilmente seria viável abrir a CPI do Demóstenes/Cachoeira e da Privataria Tucana ao mesmo tempo na casa. O Senado não tem essa limitação. Sendo mista a CPI do Demóstenes/Cachoeira, melhora as possibilidades para instalar a da Privataria Tucana na Câmara, pois o caminho ficará mais livre. Será que o Marco Maia vai agir? Tucanos estão acusando a CPI da Privataria Tucana de ser usada eleitoralmente, o que leva muita gente boa a admitir que esta CPI deva ser instalada após as eleições. Por outro lado há forte suspeita de que um dos motivos de José Serra sair candidato foi justamente para bloquear esta CPI. É fácil entender o cálculo demotucano. Se ele não saísse candidato, e a CPI da Privataria fosse instalada, a carreira política dele iria a pique e em 2014 só teria condições de concorrer a deputado federal, igual a Paulo Maluf. Saindo candidato agora, ele tenta bloquear a instalação da CPI antes das eleições. Se conseguir, tem dois caminhos: – se perder a prefeitura, sua carreira política naufraga, com ou sem CPI; – se ganhar a prefeitura (coisa difícil), fortalecido, continuará usando o mesmo argumento o tempo todo para continuar bloqueando a CPI: dirá que é por interesse político contra ele, por ser prefeito de oposição e por se tornar o principal nome tucano para candidatar-se a presidente em 2014.

Tarso Genro: grande mídia quer instituir ‘justiça paralela’ no Brasil

Pescado do SUL21

Tarso palestrou em congresso contra a corrupção, organizado pelo Ministério Público. “Regredimos até uma situação que leva o Ministério Público à impotência e o Judiciário à irrelevância. É um fascismo pós-moderno” | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Igor Natusch

Em discurso na abertura de um congresso nacional contra a corrupção, organizado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul, o governador Tarso Genro criticou duramente nesta quinta-feira (20) o modo como a mídia conduz as discussões políticas no Brasil, em especial no que se refere à corrupção. “Criou-se um jornalismo de denúncia, que julga e condena. Usam a corrupção como argumento para dizer que as instituições não funcionam e tentar substituí-las”, afirmou Tarso. Dizendo que as campanhas contra a corrupção podem estar gerando o “ovo da serpente”, o governador gaúcho pediu que se reforce o poder das instituições, como forma de promover um efetivo combate a esse tipo de crime.

Tarso Genro começou falando sobre os recentes protestos contra o sistema financeiro que tomaram conta do mundo. Referindo-se aos manifestantes como “indignados”, o governador aproveitou para dar uma cutucada pouco sutil no grupo que pedia o fim da corrupção, sob o slogan “Agora Chega”. “Alguns jovens uniformizados cantaram em recentes protestos que ‘povo unido protesta sem partido’”, lembrou. “Para mim, isso é como dizer que povo com dor não precisa de promotor”, alfinetou, provocando desconforto em parte dos presentes.

O governador frisou que não defendia “teorias de conspiração” nem pregava a restrição de liberdade de imprensa. No entanto, durante a maior parte de sua fala, Tarso usou artilharia pesada contra os grandes grupos de mídia, aos quais acusou de tentar instituir uma “justiça paralela” no Brasil. Segundo ele, os grandes meios de comunicação se apropriaram do problema da corrupção e o usam para os próprios interesses, transformando um crime comum em crime político. “Atualmente, os casos mais graves são investigados pela mídia e divulgados dentro das conveniências dos proprietários dos grandes veículos”, disse Tarso. “Fazem condenações políticas de largas consequências sobre a vida dos atingidos, e tomam para si até o direito de perdão, quando isso se mostra conveniente”, disparou.

Essa justiça paralela, defendeu Tarso, se dá fora do âmbito do Estado e o esvazia. “Regredimos até uma situação que leva o Ministério Público à impotência e o Judiciário à irrelevância. É um fascismo pós-moderno”, descreveu. “É um juízo público, que faz vibrar a classe média ingênua e os adversários políticos do atingido da vez. Mas essas mesmas pessoas podem ser as próximas atingidas, dependendo de como se mover as disputas dentro dos meios de comunicação”.

De acordo com o governador, é justamente aí que reside o risco de tentar-se esvaziar os partidos políticos, eliminando seu papel de mediador entre os grupos sociais e o exercício do poder. “A corrupção não admite mediação”, frisou. E a grande mídia, de acordo com Tarso Genro, coloca a corrupção em primeiro plano nas discussões, deixando de lado problemas que ajudam a seguir existindo como a tutela financeira, as deficiências do sistema político brasileiro e a despreocupação com políticas sociais. O objetivo, afirma Tarso, é abalar a segurança política e a própria imagem das instituições. “Temos que reforçar as instituições e não enfraquecê-las. É o único modo de realmente combater a corrupção”, defendeu.

Em outro momento, o governador gaúcho apontou o suposto interesse de setores midiáticos em pressionar o Legislativo para a aprovação de leis de seu interesse, em especial as que propõem penas mais duras para criminosos. “Sem verdadeiro conhecimento, assumem o posto de especialistas, acabam formando uma criminologia empírica do poder midiático”, disse Tarso Genro. “Cada crime bárbaro ganha ampla projeção. O que reduzirá a criminalidade é a certeza de punição, não a aplicação de penas mais duras. Inúmeras pesquisas e estatísticas nos mostram isso”.

O congresso do MP, que lança a campanha “O que você tem a ver com a corrupção?”, segue nesta sexta-feira na sede do Ministério Público gaúcho, em Porto Alegre.

A mídia, a corrupção, os corruptos e…os corruptores

Segundo o dicionário a palavra corrupção tem vários significados:
Corrupção.
Do latim corruptione. 1. Ação ou efeito de corromper; podridão, putrefação, decomposição. 2. Devassidão, depravação, perversão. 3. Modificação, mudança, alteração, adulteração.

A mídia há muito tempo vem alardeando a existência de de superfaturamento em obras públicas. Como os agentes públicos acusados não podem receber o dinheiro supostamente “excedente” nos seus contracheques,  estes recursos são pagos a alguém. Este alguém obviamente são as empreiteiras. Estas empreiteiras utilizam os seus lucros com ou sem excedentes para financiar campanhas eleitorais, funcionários corruptos e…anúncios em jornais, revistas, rádios, tvs, etc… A palavra corrupção não cabe então, visto todos os seus significados, apenas para os funcionarios públicos que supostamente receberam um financiamento “não contabilizado”. Cabe também para a grande imprensa que acusa que há superfaturamento, há corrupção mas… não diz quem se locupleta com estes recursos e em que contas e empresas o dinheiro passou antes de parte dele, a propina, chegar as mãos de quem supostamente pemitiu o superfaturamento. A grande mídia esta portanto alterando e adulterando a verdade que só possível se for inteira. E ta alí, escrito no dicionário : corrupção é igual a “mudança,alteração, adulteração”. A grande mídia, que em muitos casos é concessão pública (rádio e tv) e instrumento de informação de massas,  age desta forma, decompondo a verdade e divulgando-a como “podridão” e “putrefação” da qual ela mesma se locupleta, pois quanto mais dinheiro em caixa nas empresas e corruptores, mais propaganda e anúncios ela paga na grande mídia, já que publicidade tem um percentual “x” do orçamento de uma empresa. Então, quanto mais alto o orçamento, maior é o valor gasto com mídia. Pronto: a mídia de tornou “devassa e “depravada”, pois acusa alguns de serem “corruptos” mas não diz quem são os que pagam a conta. A crise na mídia européia depravada e devassa, agora confessa, ainda não deu seus ares por aqui. Ou pelo menos ainda não é visível, já que o Instituto Verificador de Circulação e o IBOPE são instrumentos da própria mídia e evidentemente seus números sofrem também com esta “depravação” já há muito vista e sentida pelo povo brasileiro. A mídia pode não ter perdido assistência, mas perdeu credibilidade. Devia pedir perdão ao povo brasileiro. Mas para pedir perdão tem que dizer a verdade. Toda a verdade. Senão, será uma outra devassidão contada nas telinhas e nas rádios e descritas nos jornais só para vender um pouco mais. Se há corrupção, há corruptores e há corruptos. A mídia diz ser investigativa. Por que não encontra os corruptores? Simples: Ela é depravada e devassa e transforma até bolinha de papel em tijolo. A mídia é depravada, devassa e mentirosa. É portanto também corrupta. Devia confessar…como Murdoch confessou. E depois fechar todas estas joças propagadoras da putrefação que são boa parte das grandes redes de mídia no Brasil.

Serra subverte a ética Cristã

“Não faças aos outros o que não queres que os outros te façam”.
O demotucanato acusa as Centrais Sindicais de organizarem o 1º de maio com dinheiro público. O 1º de maio é um símbolo da Classe Trabalhadora brasileira. É data de comemoração e luta. É dia dos trabalhadores poderem ouvirem lideranças e também, por que não, assistir Shows gratuitos aos quais muitos não tem acesso, a não ser justamente nos atos de 1º de maio organizados pelas centrais sindicais. Lula e Dilma vem do movimento e da organizações operárias. Nada mais normal do que falarem em atos destas organizações. Diga-se aliás, o que disse o Paulinho da Força Sindical. Há treze anos, portanto, muito antes de Lula chegar a presidência e bem no meio do governo FHC as estatais e empresas privadas já bancavam atos de 1º de maio. Milhões de pessoas reunidas em um único dia é muito mais do que vários campeonatos de futebol conseguem juntar em todas as partidas. Mercadológicamente é interessante para as empresas investirem num evento destes, e investem.  Assim como não seria de estranhar que as empresas patrocinem eventos religiosos de monta, como foi o caso do evento de Santa Catarina, onde o Candidato Serra, que até ontem se dizia ateu, virou carola e passou a rezar pela cartilha cristã da Igreja Assembléia de Deus. Mas não foram as empresas, públicas ou privadas, interessadas em vender produtos e serviços aos 80 mil cristãos presentes, que patrocinaram a “conversão cristã” de Serra, foi o dinheiro do povo de Santa Catarina e de Camboriú que pagou a festa dos pastores da Assembléia de Deus que fizeram 80 mil “rezar”(Sic) para a vitória de Serra. Os cristãos, sejam eles de que Igreja forem,  tem todo o direito de fazerem suas atividades. Tem inclusive o direito de se posicionarem a favor de um candidato, como o fizeram. O que não pode é um candidato se utilizar de recursos do tesouro público de um estado para fazer proselitismo e ainda querer acusar as representações da Classe Trabalhadora de fazerem isto, quando na realidade não há similaridade entre as duas ações. Uma deles foi a busca de clientes, através do patrocinio de um evento, no caso as festas de 1º de maio,  como em muitos tipos de eventos por parte de empresas públicas ou privadas que vendem produtos e serviços. Tal ação das empresas não poderia ser motivo de ação de apoiadores de Serra, já que este utilizou a boa fé dos cristãos da Assembléia de Deus para fazer o seu proselitismo usando justamente verba pública. E pior, o mandalete para tal ação foi o DEM, do corrupto Arruda e de toda a corja que naufragou Brasília na corrupção e no apadrinhamento do roubo (com direito a oração a Deus, de agradecimento pelo dinheiro obtido através das maracutais, conforme vimos enojados na televisão.

Reproduzo matéria Do Blog blogoleone.blogspot

sobre os fiéis recursos públicos que o Governo do PSDB de Santa Catarina passou aos pastores da Assembléia de Deus para montar o espetáculo do proselitismo político de Serra, agora travestido de cristão evangélico.

Fiéis receberam R$ 540 mil em verba pública para orar para José Serra

PSDB paga R$ 540 mil para fieis orar para José Serra
Durante encontro sábado, pastores trataram o tucano como “futuro presidente” e disseram que fiéis da igreja “não só oram como votam”
O encontro religioso em que pastores da Assembleia de Deus pediram orações pela eleição de José Serra (PSDB) e o saudaram como “futuro presidente”, no sábado, em Santa Catarina, recebeu dinheiro dos cofres públicos.
Juntos, o governo de Santa Catarina e a Prefeitura de Camboriú (84 km de Florianópolis), ambos administrados por correligionários de Serra, destinaram R$ 540 mil para a realização do 28º Congresso Internacional de Missões.

O patrocínio das administrações do PSDB representou dois terços dos R$ 800 mil orçados para o encontro -que, segundo os organizadores, reuniu 160 mil pessoas em dez dias.

Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

O PiG perdeu de vez a vergonha

Do Blog o Terror do Nordeste

O PiG, cada mais vez, engaja-se na campanha pró-Serra.

O noticiário de ontem sobre os pedidos feitos pelo promotor-bicheiro Blat e indeferidos pelo juiz foi de fazer vergonha.
Nenhum órgão dessa Organização Criminosa, muito pior que a Organização Criminosa de Arruda e Azeredo, destacou trecho do respeitável despacho que viu na manobra do quase-bicheiro Blat um viés político, com o intuito de desgastar a imagem de Dilma e estancar a queda vetiginosa de Serra nas pesquisas.
Os portais Uol, Estadão, IG, Terra, R7, Yahoo, Google, as TVs Globo, SBT, BAND, REDE TV, RECORD silenciaram eloquentemente quanto a questão política levantada pelo juiz Carlos Eduardo.
No despacho que indeferiu o bloqueio das contas do BANCOOP e a quebra de sigilo de Vaccari, disse o juiz:
Inicialmente não se pode desconsiderar a repercussão política que a presente investigação passou a ter a partir do momento em que o teor do requerimento do Ministério Público de fls. 5649 e ss. veio a ser divulgado pela imprensa no último final de semana, antes mesmo que fosse apresentado em juízo. E isso porque, faltando cerca de apenas sete meses para as eleições presidenciais, uma das pessoas de quem foi requerida a quebra de sigilo (João Vaccari Neto) estaria sendo indicado como possível integrante da equipe de campanha da virtual candidata do partido atualmente ocupante da Presidência da República.

Tal contexto, porém, apenas reforça ainda mais a necessidade de cautela e rigor no exame dos requerimentos formulados, justamente para que tal atmosfera política não venha a contaminar a presente investigação ou, noutro sentido, que esta não venha a ser utilizada por terceiros para manipulação da opinião pública por propósitos políticos.

O Ministério Público e o Poder Judiciário são, antes que tudo, instituições de Estado, e não de governo. Assim, é imprescindível que sua atuação fique acima de circunstâncias ou convicções políticas.

E não basta que cada integrante destas instituições exclua internamente suas convicções políticas de influência em suas atuações. É imprescindível também que fique absolutamente claro, para toda a sociedade, que suas atuações são isentas de outros interesses que não os decorrentes de suas próprias atribuições institucionais.

Em analogia ao dito popular, não basta ser honesto; é preciso parecer honesto. Ou, no caso dos autos, não basta ser isento, é preciso parecer isento.

Portanto, a partir do momento em que este inquérito passou a ter tamanha repercussão política, é preciso que cada decisão ou providência tomada esteja ainda mais firmemente embasada em elementos de prova e de direitos sólidos e claros”.

Para você vê, mesmo com esta porrada com luva de pelica dada pelo Drº Carlos Eduardo no promotor quase-bicheiro, o PiG fingiu que não viu e nada publicou.E a pisada vai ser essa, até outubro de 2010.

O GOVERNO FOGAÇA VISTO DE PERTO

Pescado do CloacaNews

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O prefeito de Porto Alegre quer ser governador. Mas não consegue explicar sua tenebrosa parceria com uma organização de alta picaretagem. Saldo da bandalheira: mais de 9 milhões de reais. A imprensa bandida já foi acionada
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Desde o último dia 20, quando o Ministério Público Federal e a Polícia Federal deflagraram a Operação Pathos, em três estados brasileiros (RS, SP e PE), ninguém viu o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PMDB), vir a público para tentar explicar os motivos que o levaram a contratar, sem licitação, uma organização notoriamente suspeita para gerir o Programa Saúde da Família – PSF – na capital gaúcha.
De agosto de 2007, quando o contrato foi assinado, até agosto de 2009, quando foi rescindido, o ilibadíssimo Instituto Sollus besliscou nada menos que R$ 57,6 milhões em espécie da prefeitura de Fogaça, boa parte proveniente de repasses federais. Deste total, sabe-se que mais de R$ 9 milhões, no mínimo, foram surrupiados pelos quadrilheiros. A prestação de contas, apurou-se, era feita, invariavelmente, com notas frias e outros papéis igualmente abaixo de zero grau Celsius.
Agora que os larápios foram apanhados com a boca na botija, cadê o prefeito-compositor José Fogaça?
Se você acha que este escândalo com dinheiro público mereceu do “mais influente” veículo de informação gaúcho o mesmo tratamento dado a um suposto caderninho encontrado em um latão de lixo, eis o que saiu na capa do tabloide, no dia seguinte ao anúncio oficial das denúncias:


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Dois dias depois:
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E hoje, domingo:
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Se você quiser saber, com detalhes, o tamanho de mais esta gatunagem, não perca seu tempo procurando nos veículos mafiomidiáticos. Clique aqui e leia o Dossiê Fogaça-Sollus, fruto de exaustiva pesquisa do blog ContraVersando.
E aguarde: brevemente, você ficará por dentro do Caso PISA – Projeto Integrado Socioambiental, pilantragem da grossa, também com a participação especial de José Fogaça, e que faz essa negociata do Instituto Sollus parecer troco de chiclete na vendinha da esquina.

A conexão Projovem

Bom para a juventude, visto que trabalha a ampliação da escolaridade e a qualificação profissional, o Projovem no RS acabou caindo nas garras da maior quadrilha de assalto aos cofres públicos já constituída no RS. Não satisfeitos em desviar o dinheiro do Detran, da Merenda Escolar(Operação Solidária), a corja parece que colocou as mãos também no dinheiro do Projovem de Porto Alegre. Reproduzo texto do Marco Aurelio no Blog RS URGENTE.
http://rsurgente.opsblog.org/ (Aqui tu acessas o Original)

A Operação Rodin, que investigou a existência de uma fraude milionária no Detran gaúcho, continua rendendo frutos. Na sexta-feira, a Polícia Federal confirmou o indiciamento de nove pessoas (cujos nomes não foram divulgados) por envolvimento em irregularidades no contrato de execução do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem) em Porto Alegre. O inquérito da Polícia Federal foi instaurado no dia 20 de novembro de 2007, a partir de informações e documentos apreendidos na Rodin. Segundo as investigações, o contrato do Projovem, que deveria ser executado pela Fundae (também envolvida na fraude no Detran), foi repassado a uma empresa privada, caracterizando fraude em licitação. O valor do contrato foi de 10,3 milhões de reais entre os anos de 2005 e 2007.

No dia 15 de maio deste ano, o Ministério Público informou que as investigações sobre a fraude no Detran tinham produzido dois filhotes: uma investigação sobre os contratos da Fatec com a Anatel e outra sobre o Projovem, em Porto Alegre. Segundo o MPF anunciou na época, dos mais de R$$ 11 milhões que a prefeitura da capital recebeu do governo federal, cerca de R$ 10 milhões teriam sido repassados a Fundae, contratada sem licitação para operá-lo. A Fundae, por sua vez, teria contratado a Pensant Consultoria, de modo similar ao que ocorreu no Detran.

Na época, o responsável pela aplicação dos recursos do Projovem em Porto Alegre era Mauro Zacher, secretário da Juventude na prefeitura da capital. Após as denúncias de irregularidades na execução do programa, Zacher deixou a Secretaria da Juventude e reassumiu sua cadeira na Câmara de Vereadores de Porto Alegre.

Um novo jeito de ver a coisa pública

O texto abaixo e o título acima não são de nehum petista radical. ´texto é da Rosane Oliveira no Blog dela da ZH. A descrição dela sobre as compras da “dona Yeda” são um escárnio para o povo gaúcho. E os irmãos metralha, representantes dela na tal comissão de impeachment “arquivaram ” o processo. Escárnio e Gozação. Usando o dinheiro público para comprar o “quartinho” das crianças…é o fim da picada. Vai o texto do blog da Rosane com direito a foto dos “bens” adquiridos e devidamente documentados.

A lista de compras do Piratini para a casa da governadora Yeda Crusius é uma dessas aberrações que entram para a história pelo que têm de simbólico, não pelo valor. Tem até um puff junto com colchões e móveis de dormitório infantil. O que assusta é a visão (ou a falta de) sobre a coisa pública. O voto não dá poder absoluto a ninguém.

Alguém, por favor, me responda: no que um puff ajuda na governabilidade para que tenha de ser pago pelo contribuinte?

Faltou visão à governadora quando achou que podia comprar a mobília de sua casa nova com dinheiro público sem ser incomodada. E faltou um conselheiro.

Veja aqui alguns dos produtos comprados pelo Piratini para a casa de Yeda:

Fotos: Reprodução


Abaixo, veja a nota da fiscal da compra na loja de móveis Tok&Stok:

Yeda diz que gaúchos “são turba de caluniadores”

Do correio do Povo Online de hoje

“É uma turba de caluniadores”, diz Yeda, no Roda Viva

Governadora aproveitou programa para atacar a ação do Ministério Público Federal, que tachou de ‘midiática’

"É uma turba de caluniadores", diz Yeda, no Roda Viva- Crédito: Jefferson Bernardes/Palácio Piratini/CP
“É uma turba de caluniadores”, diz Yeda, no Roda Viva
Crédito: Jefferson Bernardes/Palácio Piratini/CP

A governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crusius foi a entrevistada do programa Roda Viva, da TV Cultura, desta segunda. Ao ser indagada sobre os resultados de uma pesquisa que revelou rejeição de 74% ao seu governo, respondeu que a população ainda sente grande carinho por ela. Afirmou que as denúncias vêm de um “mercado de escândalos”. “Essa técnica assassina moralmente as pessoas”, declarou.

“É uma turba de fofoqueiros, de caluniadores”, reagiu a governadora, sobre os adversários. “Acho que eu mexi com muitos interesses e hábitos arraigados dos quais não participava.”

A tucana não admitiu a hipótese de recuar da candidatura à reeleição. “Sou pré-candidata. As ruas estão me dizendo que vou largar na frente.”

Yeda também atacou a ação do Ministério Público Federal, que tachou de “midiática”. Confrontada com a série de denúncias levantadas pelos jornalistas e internautas, Yeda chegou a usar um tom mais belicoso contra a bancada. “Eu trouxe para o Rio Grande do Sul uma polarização que é nacional: do PSDB e do PT”, disse ela.

O TUCANATO COM O RABO PRESO

IMPEACHMENT
Presidência da AL divulga nota sobre declarações da governadora
Por: Stela Pastore – MTB 7586 / Presidência
Data: 02/10/2009  Hora: 15:45
Edição: Letícia Rodrigues – MTB 9373        Foto: Guerreiro / Ag. AL

Pavan destacou que o Legislativo cumpre seu papel fiscalizador

Pavan destacou que o Legislativo cumpre seu papel fiscalizador

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ivar Pavan (PT), divulgou nota oficial a respeito de declarações feitas pela governadora Yeda Crusius, em entrevista publicada em jornal da capital nesta sexta-feira (2), sobre as ações da Presidência do Parlamento. Confira a íntegra da nota:

NOTA DA PRESIDÊNCIA

Em resposta à entrevista da governadora Yeda Crusius, publicada em jornal da capital nesta sexta-feira, em que se refere às ações da presidência da Assembleia Legislativa, gostaríamos de manifestar nossa posição.


O que está em análise no parlamento gaúcho, tanto na CPI da Corrupção como no pedido de impeachment, não é uma questão de governo e oposição. Trata-se de um tema de interesse público em que o poder Legislativo cumpre seu papel de fiscalizar o Executivo, num momento histórico ímpar em que se identifica um esquema criminoso instalado no Governo Estadual, com fortes indícios de envolvimento da governadora.

Diante destas evidências, temos o dever histórico de tomar medidas para preservar o interesse dos gaúchos e moralizar o quadro que contamina a imagem do Rio Grande do Sul.

Os fatos são de extrema gravidade. O acolhimento do pedido de impeachment é inédito porque é igualmente inédito no estado o amplo esquema de corrupção que desviou milhões dos cofres públicos.

As evidências levaram à Ação de Improbidade Administrativa movida pelo Ministério Público Federal, constam de sindicâncias do próprio Governo Estadual e foram constatadas na CPI do Detran. Além disso, a Justiça Federal não absolveu a governadora, que segue como demandada na ação. Apenas não bloqueou os seus bens.

Não se comparam pedidos de impeachment de outros governos por não pagamento de precatórios com o esquema criminoso identificado no atual governo.

O que de fato prejudica a imagem do Estado é a descoberta deste esquema de corrupção sem similar na história. Este fato negativo repercutiu não só no Rio Grande, como no Brasil e no mundo. E fomos todos prejudicados por conta disto. O impeachment é apenas decorrência da descoberta deste esquema fraudulento.

Compreendo que há interesse por parte dos acusados em desviar o foco sobre as investigações. Identificamos uma tentativa de partidarização do processo de impeachment, que foi acolhido dentro do mais correto procedimento técnico. Temos o dever moral de respeitar as atribuições constitucionais e defender o interesse público diante dos graves acontecimentos que envolvem o Governo Estadual.

Ivar Pavan
Presidente da Assembleia Legislativa

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Luiz Müller

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