Dilma em SP: “Enquanto eu for presidenta, vou garantir direitos trabalhistas, emprego e salário”

A presidenta Dilma Rousseff esteve na manhã de hoje em São Paulo (SP), e participou de um ato ao lado do prefeito da capital paulista, Fernando Hadadd e do candidato ao governo do estado, Alexandre Padilha. Durante o evento, a presidenta aproveitou para lembrar que faltam poucos dias para a eleição e, por conta do clima quente do momento, começam a surgir uma série de mentiras e boatos por aí para enganar o povo.

Pescado do MUDA MAIS

“Tem uns que dizem que o Bolsa Família, nosso programa mais importante e mais forte para reduzir a pobreza e desigualdade, junto com emprego e com aumento de salário, vai acabar. Vai acabar se eles forem eleitos. Enquanto eu for presidenta da república, vou garantir direitos trabalhistas, emprego e salário”, afirmou a presidenta, sob muitos aplusos da militância paulista.

No entanto, Dilma não se deixa abater pelos boatos e mentiras. Para ela, a melhor arma contra a mentira é a verdade. Ela também aproveitou para lembrar que obras em São Paulo como o Rodoanel e monotrilhoforam feitas com dinheiro do governo federal. “A verdade é que nunca o governo investiu tanto aqui em São Paulo. Não há uma única casa construía no estado sem dinheiro do governo federal”, ressalta.

Ao lado de Haddad e Padilha, Dilma firmou compromissos para o estado e destacou mais investimentos para o transporte público de qualidade. “Tenho aqui um bom time. Somos o trio que vai fazer muito por São Paulo. Vamos fazer aqui muitas casas do Minha Casa, Minha Vida e investir como nunca para que tenha transporte público e de qualidade”, diz.

Participaram também do ato em São Paulo a ministra da Cultura, Marta Suplicy, os senadores Eduardo Suplicy e Antônio Carlos, além do prefeito de São Bernando, Luis Marinho. “Estamos unidos porque nós queremos que o Brasil continue criando emprego, assegurando condições de vida para nossa população”, frisou Dilma.

A presidenta destacou ainda que “a meta das metas é educação”, para garantir educação para as crianças, com creches e pré-escolas, além de educação de qualidade para os jovens. Dilma ressaltou também que o seu governo possui dois principios morais. “O primeiro é igualdade de oportunidade para as pessoas. Cada um é diferente do outro, mas não podemos deixar que a igualdade de oportunidade seja diferente. A igualdade é um fundamento enconômico, social e moral”, diz. Outro fundamento importante, segundo a presidenta, é ocombate sem tréguas à corrupção. Segundo ela, antigamente não aparecia corrupção porque não investigavam. “Nós não somos aquele governo que gostava de varrer tudo para debaixo do tapete. Quando chegava a descobrir um poderoso, paravam a investigação. Agora não, doa a quem doer, atinja quem atingir,nós puniremos o culpado“.

Dilma finalizou seu discurso lembrando que estamos convivendo com a primeira geração que não passou fome e teve acesso à educação. E pediu para que a população não deixe essas conquistas serem perdidas. “Quando a gente conquista uma coisa, quer conquistar mais. Vamos defender aquilo que conquistamos, junto com as mudanças que vamos fazer para o Brasil ficar cada vez mais do tamanho dos sonhos de cada um de nós”, completou a presidenta, que agradeceu a presença e o calor de todos na manhã deste sábado.

Mapa da Fome (Charge do Kayser)

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http://blogdokayser.blogspot.com.br/2014/09/mapa.html

Por que o ódio ao PT?

Mais uma vez surge, nesta eleição presidencial, como fator determinante da escolha de uma porção da sociedade

“Minha luta é contra o continuísmo dessa gente.” O ódio embutido na frase de Aécio Neves surpreende

O ódio ao PT e aos petistas em geral é um eixo importante sobre o qual também gira a campanha presidencial de 2014.

Esse sentimento antigo, manifestado abertamente por adversários de influência forte no eleitorado de oposição, permanece em estado latente e se manifesta mais claramente nas “guerras” presidenciais. Em tempos de “paz” é cochichado pelos cantos do Congresso e, igualmente, em reuniões sociais onde não há preocupação em expor preconceitos.

Nesses salões mais elegantes, os petistas são tratados de corja.

Recentemente, o asco jorrou surpreendentemente da boca do senador Aécio Neves, um mineiro até então pacato com os adversários políticos. A competição acirrada fez o candidato a presidente pelos tucanos sair dos seus cuidados.

“Sei que não vou ganhar. Minha luta é contra o continuísmo dessa gente. É contra isso que vou lutar”, confidenciou a Jorge Bastos Moreno, de O Globo. Isso, ainda no início de campanha, revelou o jornalista.

Reação incomum a do mineiro Aécio Neves, neto de Tancredo.

A tradicional cordialidade na sociedade mineira, por exemplo, aproximou o tucano Aécio do petista Fernando Pimentel. Em 2008, firmaram a aliança, com resistências no PT, para eleger o prefeito de Belo Horizonte. Acordo repudiado pelos petistas mineiros.
Na política, excetuadas as exceções, os adversários não são tratados como inimigos. Sabem que amanhã será outro dia e poderão estar no mesmo palanque.

O ódio embutido na frase de Aécio Neves tem explicação e antecedentes. Alguns bem mais explosivos e de maior violência verbal.
Em 2006, o senador Jorge Bornhausen (PFL-DEM) lançou uma provocação violenta contra a reeleição de Lula: “Vamos acabar com essa raça. Vamos nos livrar dessa raça por, pelo menos, 30 anos”. Falhou na previsão, como se sabe.  Essas são algumas das raízes que fazem o ódio aflorar no processo eleitoral deste ano de forma mais transparente. O sentimento espalhou-se por uma parte considerável do eleitorado. De alto a baixo.

Para derrotar Dilma, um grande contingente de eleitores tucanos trocou de camisa. Optou por Marina. Aécio em poucos dias foi desidratado. Ele chegou a ter 23% das intenções de voto. Mas empacou. Dilma aproximou-se muito da possibilidade de vencer no primeiro turno. Aproximadamente, 30% dos eleitores formavam o grupo dos indecisos ou mostravam a intenção de votar em branco ou nulo.

O imprevisto jogou Marina na disputa. Ela rapidamente superou Aécio, que caiu para 15% das intenções de voto. Voltou a subir a 19% segundo o Ibope.

Trocar Aécio por Marina não é, efetivamente, resultado político adequado pelos critérios políticos mais tradicionais. A troca de candidato, no entanto, é fruto do medo de uma nova vitória do PT, cujo compromisso social assusta parte da sociedade com dificuldade de conviver com pobres.

Essa porção de privilegiados assusta-se com um pouco mais de igualdade. Da fonte do medo também brota o ódio.

Twitter dá chinelada histórica em Aécio!

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Sabe aquele processo que Aécio moveu contra o Twitter, pedindo dados pessoais de 66 tuiteiros, preparando-se para processar cada um deles?

O Twitter fez uma defesa inflamada da liberdade de expressão. E se negou, peremptoriamente, a entregar os dados dos usuários.

A empresa ainda pede que Aécio pague os custos do processo e os honorários advocatícios.

Toma, Aécio! O Twitter não é um jornalzinho de Minas, deficitário e medroso, para o qual sua irmã liga pedindo cabeça de jornalista e mandando fazer e acontecer.

Olha o que escreve o Twitter:

“Com a devida vênia, são meras elucubrações do autor, absolutamente desprovidas de qualquer indício de veracidade” (…)

Quanto à conduta de usuários cuja ilicitude em nenhum momento restou demonstrada, não podem servir de fundamento para a eventual quebra do seu sigilo de dados. Admitir esse tipo de medida corresponde a transformar o Poder Judiciário em instrumento de perseguição de cidadãos, dando margem ao surgimento de um Estado policialesco, que desconsidera as garantias fundamentais dos cidadãos de forma injustificável. (…) No mérito, requer o Twitter Brasil que seja julgada improcedente a demanda, com a condenação do Autor ao pagamento das custas, despesas processuais e honorários advocatícios”.

É uma chinelada histórica no ditadorzim de Minas.

Valeu, Twitter! Subiu em nosso conceito!

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Marina, um poço de confusão e contradições (Por Mino Carta)

por Mino Carta na Carta Capital
Marina

Vale confiar em uma candidata que atribui a sua chance à Providência Divina?

Diz o diário que Marina Silva tem um passado honroso e nem por isso as qualidades necessárias ao exercício da Presidência de um país do tamanho e da importância do Brasil. Sua formação política é precária e suas ideias, quando manifestadas com um mínimo de clareza semântica, são confusas e contraditórias, de sorte a ressaltar a dramática incógnita que a candidata representaria se eleita.

O texto do La Repubblica confirma as nossas previsões, feitas nesta página no momento em que ficou assentada a substituição de Eduardo Campos por Marina Silva. Ou seja: ela seria tragada pelo apoio da mídia nativa, autêntico partido de oposição, porta-voz da casa-grande, e por esta arrastada inexoravelmente para a direita mais retrógrada.

E aí começam a confusão e a contradição da candidata do PSB sem ser socialista. Ela passou a ocupar a cena política brasileira como inimiga do latifúndio e da devastação ambiental, o que implica uma postura oposta àquela dos seus atuais arautos e conselheiros, adeptos, além de tudo, da involução globalizada, dita neoliberalismo, a desencadear a crise mundial. Eis perfilada a ameaça: o retorno à política econômica do governo de Fernando Henrique Cardoso, quando, em nome da estabilidade, o Brasil quebrou impavidamente três vezes e foi entregue ao presidente Lula com as burras à míngua.

Uma ação leva a outra, e haveria a se temer também pela renúncia a uma política exterior que, depois de FHC, desatrelou o Brasil dos interesses de Washington. Há quem diga que o fenômeno Marina Silva de certa forma repete deploráveis momentos históricos vividos em 1960 com Jânio Quadros e em 1989 com Fernando Collor. Com o endosso maciço da mídia, o homem da vassourinha e o caçador de marajás foram eleitos. A Presidência de ambos redundou em desastre.

CartaCapital acredita que nas mãos da ex-seringueira o destino do Brasil não seria promissor. Mas acredita também que desta feita o País saberá evitar o risco, e não receia abalar-se a um vaticínio que muitos reputarão prematuro. Nadar contra a corrente estimula quem dá a braçada honesta.

Vale registrar, de todo modo, que esta nossa ribalta se oferece a personagens singulares, ou, se quiserem, peculiares, prontamente engolfados pela direitona sempre disposta a agarrar em fio desencapado. Não me permito incluir no rol de alternativas desesperadas o já citado Fernando Henrique, habilitado a tornar-se paladino de quaisquer ideias e tendências ao sabor do que entende como conveniência pessoal.

Nunca esquecerei aquela noite em Rafard, interior de São Paulo, na campanha para a primeira eleição a governador do estado em 1982. O príncipe dos sociólogos concedia sua arenga aos boias-frias da área enquanto a brisa noturna sussurrava nos canaviais, e Mario Covas sentou-se ao meu lado na amurada da boleia de um caminhão transformada em palanque. Meneava a cabeça, a significar: “Quantas besteiras…”

O mesmo Covas que ameaçou largar o PSDB caso FHC aceitasse o convite de Collor para ser seu chanceler. E não é que o homem quase embarcou na canoa furada? Sobra minha surpresa ao constatar que dentro do próprio ninho tucano o candidato Aécio, que me mereceu simpatia desde o tempo em que carregava a pasta do avô Tancredo, confia no ex-presidente. Tancredo, aliás, dizia do sociólogo: “É o maior goela da política brasileira”.

Ao cabo, pergunto aos meus botões se vale confiar, em contrapartida, em uma candidata que, ao se apresentar como tal, atribui a sua chance à Providência Divina. Teríamos de entender que a mesma manifestação do Altíssimo determinou a morte trágica de Eduardo Campos? Os botões, como Mario Covas, exprimem o oximoro do espanto resignado.

P.S.: O governador do Ceará, Cid Gomes, um dos melhores do País com 80% de aprovação, segundo pesquisa Datafolha de agosto passado, move ação por calúnia contra a semanal IstoÉ, que o acusa de envolvimento no Caso Petrobras. É o recurso recomendável contra quem carece de provas, como é da tradição dos porta-vozes da casa-grande. Não precisava, contudo, pedir a apreensão da revista. Isto equivale a oferecer aos caluniadores munição de graça.

Depois da pantalha paulista, a RBS enfia goela abaixo dos gaúchos a fazendeira goiana

Postado originalmente em Ficha Corrida:

Política e Eleições 2014

Ana Amélia Lemos e a fazenda

19 de setembro de 2014 7:04 pm / by Fabricio Maia

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Em parceria com o jornalista gaúcho Luiz Afonso Franz, o blog Sociedade Política obteve documentos que demonstram que a candidata do PP ao governo do estado do Rio Grande do Sul, Ana Amélia Lemos, não relacionou, em sua declaração de bens na Justiça Eleitoral, uma fazenda localizada no município de Formosa/GO. Não se trata de uma pequena gleba de terra, mas de um latifúndio de aproximadamente 1.700 hectares.

Conforme as certidões atualizadas de matrícula (nº 13.336 e 13.335), a fazenda faz parte do patrimônio de Ana Amélia desde os anos 80 em co-propriedade com o marido e ex-senador biônico, Octávio Cardoso. Com a morte do seu marido em 2011, Ana Amélia, casada em comunhão universal de bens, herdou uma parcela considerável da parte pertencente ao marido.

No ano de…

Ver original 393 mais palavras

A tentativa espúria de Aécio e Marina de censurarem o debate #MarinaCensura #AécioCensura

CartoonVozdoBrasilOs acontecimentos da última semana deixaram bem claro aonde a direita está disposta a ir para retomar o lugar que pensavam ser perpétuo até a eleição de Lula. A Globo, parcialíssima como sempre, dar seus pitácos no jurídico não chega a ser surpresa, a novidade é que sua tentativa fracassada deu “start”  a sucessivos ataques à liberdade de expressão e a democracia . O TSE e o próprio PGR, na figura de Janot, partiram para uma campanha de censura contra  programas de tv e sites petistas. Já o candidato Aécio, figura já tarimbada em matéria de censura serviu de inspiração para a outra candidata, Marina Silva, que mais uma vez nos deu uma amostra grátis de sua “Nova Política”.

Pescado do PATAXÓcartuns

REDE GLOBO DE TELEVISÃO

TRE: Globo não tem poder para decidir conteúdo de propaganda eleitoral

Por: Viomundo

…A Rede Globo de Televisão se recusou esta tarde a exibir o programa do candidato do Governo de São Paulo, Alexandre Padilha, no horário eleitoral gratuito da segunda-feira, segundo fontes ligadas à campanha do petista.

A emissora dos irmãos Marinho alegava que o tema escolhido (bilhete BOM) estava vetado pela Justiça Eleitoral, por força de uma liminar que deu à campanha de Geraldo Alckmin direito de resposta.

http://www.viomundo.com.br/denuncias/globo-questiona-conteudo-da-propaganda-de-padilha-tre-diz-que-emissora-nao-tem-poder-para-decidir.html

AÉCIO NEVES

“Processo contra 66 tuiteiros prova que Aécio é grande censor”

Por:  Altamiro Borges

…Agora, o alvo de Aécio são as redes sociais. Ele está processando 66 tuiteiros. Na ação, o tucano diz que eles formam “uma rede virtual de disseminação de mentiras e ofensas contra o Autor, o que sugere uma atuação orquestrada, quiçá paga, para detrair sua honra, nome e história”.

http://www.viomundo.com.br/denuncias/altamiro-borges-processo-contra-66-tuiteiros.html

RODRIGO JANOT

Janot tomou partido de Marina
por:  Paulo Moreira Leite – blog:
…Ao apoiar censura à propaganda do PT, PGR diz que ela cria, “artificialmente”, reações ” emocionais” contra independência do BC. Como ele sabe?
Mais cedo do que se poderia imaginar, mas inevitável como reflexo de suas concepções políticas, agora Marina Silva tenta censurar a propaganda política de Dilma Rousseff.

http://paulomoreiraleite.com/2014/09/17/janot-da-o-braco-marina/

MARINA SILVA

Marina Censura e a “nova política”

Por: Dandara Lima, no site da UJS:
O portal Muda Mais saiu do ar ontem (16) com a decisão do ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que atende a ação apresentada pela coligação de Marina Silva (PSB/Rede, ex-verde, ex-petista, ex-ambientalista e etc), alegando que o site “transgride a proibição conferida pela legislação” da propaganda eleitoral na internet. A coligação de Marina alega que o Muda Mais e o site de Dilma são alimentados pela mesma equipe e com conteúdo semelhante.
http://altamiroborges.blogspot.jp/2014/09/marinacensura-e-nova-politica.html


Luiz Müller

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