Bombardear Estado Islâmico não resolve o problema, diz Dilma

dilma_onu08_2014A mídia, Aécio e Marina se utilizaram de uma mentira para afirmar que Dilma teria proposto “negociar” com terroristas. Mentirosos e canalhas deturparam a fala da Presidenta. A Presidenta defendeu o que o Brasil sempre tem defendido: a solução pelo diálogo e não pelo diálogo, dentro das regras internacionais. Lê abaixo a matéria publicada no Valor Econômico, que como todos sabem, não é nenhum jornal petista, mas pelo menos demonstra compromisso com a verdade:
Por Sergio Lamucci e Ana Luiza Farias* | Valor Econômico

NOVA YORK  –  A presidente Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira que bombardear o grupo radical Estado Islâmico (Isis, na sigla em inglês) não resolverá o problema, criticando mais uma vez a ação militar na Síria pelos Estados Unidos e seus aliados contra a milícia islâmica. “Vocês acreditam que bombardear o Isis resolve o problema? Se resolvesse, estaria resolvido no Iraque”, respondeu Dilma, ao ser questionada se achava possível dialogar com o grupo.

“O que se tem visto no Iraque é a paralisia. Não sou eu quem estou dizendo, é só ler o ‘New York Times’ de ontem. O jornal diz que houve uma estagnação, porque o Isis tem apoio de comunidades sunitas”, afirmou a presidente, em entrevista a jornalistas brasileiros em Nova York, depois de falar na abertura da Assembleia Geral da ONU. “O que tem que olhar de fato é a raiz desse problema. Sabe quando se destampa a caixa e saem os demônios? Os demônios estão soltos.”

Segundo Dilma, é fundamental não esquecer o que ocorreu no Iraque. “Houve uma dissolução do Estado iraquiano”, disse a presidente, ressaltando que a invasão não resultou na paz no país. “Os fatos gritam”. Ela destacou que hoje bombardeiam o Iraque e que “há inclusive esse subproduto da invasão chamado Isis.”

Dilma afirmou que, como representante de uma nação como o Brasil, reconhecidamente pró-paz, é sua obrigação defender que isso não se repita, e que não se promovam mais ações fora do âmbito da legalidade da ONU. Ela reiterou a proposta do Brasil de que é necessário promover uma reforma no Conselho de Segurança da ONU, com a inclusão do país como membro permanente do órgão.

“Constatamos que o uso da força, que vai desde intervenções amplas até localizadas, não construiu a paz no mundo. E que o melhor caminho para construir a paz é sempre o diálogo e a diplomacia”, disse ela. “E em que pese todo mundo concordar com isso, isso não tem sido praticado. Nós consideramos que a situação na Palestina, o conflito na Síria , no Iraque, na Líbia, da Líbia se expandindo e contaminando o Sahel, e na Ucrânia, têm que ser resolvidos dentro dos marcos legais internacionais.”

 

 

Propriedade de Ana Amélia é beneficiada com emenda parlamentar que era destinada a bairro pobre em Canela

PREFEITO DO PP USA VERBA DOS POBRES PARA BENEFICIAR CONDOMÍNIO DE ANA AMÉLIA
 Originalmente Publicado no Cloaca News.
Você vai ver a seguir mais um caso escandaloso envolvendo a candidata da RBS ao governo gaúcho, Ana Amélia Lemos. Como é sabido, Miss Inteligência de Lagoa Vermelha possui dois imóveis geminados no Residencial Morada dos Plátanos, um condomínio de luxo na cidade de Canela, na Serra Gaúcha. Os cafofos foram comprados diretamente do empreendedor, Pedro Bertolucci, vulgo Pedro Bala, ex-prefeito cassado da vizinha Gramado e ex-presidente estadual do Partido Progressista. O atual prefeito de Canela também é do PP, o partido de Ana Amélia.
Veja o que acontece quando essa curriola se junta.

ANA AMÉLIA VOTOU CONTRA POLÍTICA DE VALORIZAÇÃO SALÁRIO-MÍNIMO

Candidata da RBS ao governo do Rio Grande do Sul, a senadora CC Fantasma Ana Amélia Lemos mostrou de que lado está logo que chegou ao Senado. Em sua primeira votação naquela Casa, a latifundiária gaúcha/goiana declarou-se frontalmente contrária aos interesses da classe trabalhadora, votando contra o PLC 01/2011, na sessão do dia 23 de fevereiro. O projeto deu origem à Lei Federal 12.382/2011, que definiu atual política de valorização do salário-mínimo.

Originalmente publicado pelo CLOACA NEWS

VOTAÇÃO SALÁRIO MÍNIMO

Clique aqui para ver as notas taquigráficas da Sessão Deliberativa de 23/02/2011, no Senado.

Tulio Milman, da Zero Hora (RBS) ofende a Presidenta Dilma e o bom senso

O titulo é meu, mas o artigo é do CHARLES LEONEL … no GGN

Impressiona como os funcionários da RBS fazem todo esforço possível para agradar os seus patrões. Sempre que possível, manipulam as informações. E, por vezes, passam ao largo da verdade.

O jornalista Tulio Milman, na sua coluna Informe Especial, veiculada na edição de hoje do jornal Zero Hora/RBS, distorce pronunciamento da Presidenta Dilma, espertamente ligando-a ao nazismo e ao fundamentalismo.

Conforme é possível ler no texto de Milman (acima), o subalterno da família Sirotsky acusa Dilma de indicar diálogo com o grupo terrorista que se autodenomina “Estado Islâmico”, o que seria uma proposta irresponsável.

Milman, almejando demonstrar que sua “crítica” é embasada em alguma erudição, recomenda à Dilma a leitura de um livro cujo enredo é o hipotético retorno de Hitler a Berlin em pleno 2006.

Assim, em poucos traços, o lacaio da RBS tratou Dilma como uma pessoa irresponsável e que flerta com ideias fundamentalistas e nazistas.

Evidentemente que Milman tem a prerrogativa de opinar sobre o que pensa em relação à Dilma, bem como o dever funcional de redigir sua coluna, afinal é pago para trabalhar na RBS. O que não pode é manipular a informação, distorcer fato da realidade. Não agiu como jornalista, foi panfletário da inverdade.

Segundo matéria ao final dessa postagem, publicada na Folha SP virtual e assinada por Mariana Haubert, Dilma esclarece, não pela primeira vez, que não defendeu diálogo específico com o grupo fundamentalista autodenominado “Estado Islâmico”.

Na verdade, a presidenta do Brasil afirmou, em entrevista concedida dia 24 último, depois de seu discurso de abertura da Assembleia-Geral da ONU, que o melhor caminho para a superação de conflitos não é guerra, mas o diálogo.

Dilma, corajosamente, questionou os ataques dos EUA à Síria e ao Iraque, em suposta ofensiva contra o “Estado Islâmico” e o terrorismo. Dilma sustentou que lançar bombas e empregar mecanismo de invasão não resolve o problema do terrorismo, caso contrário o ataque ao Iraque seria suficiente, mas deu no que deu.

Pois eu estou com Dilma. Invadir países sob o pretexto de combater o terrorismo é uma farsa, é a busca inescrupulosa do butim. Ganha a indústria de armas e as empresas encarregadas de “reconstruir” o país devastado (sem falar dos futuros contratos para “gerir” os recursos naturais dos “derrotados”). Mas o custo de vidas humanas – principalmente de crianças – é enorme. E esse tipo de ação, no final das contas, só faz reforçar o discurso fundamentalista e as práticas terroristas.

O fundamentalismo (e as pessoas fundamentalistas) não se aniquila, isola-se. E seu isolamento requer esforço mundial para mostrar aos seus seguidores que a democracia é boa para todos, não somente para quem agrega capital. Tem de injetar dinheiro lá, levar para aquelas pessoas educação, saúde e renda. Que se dê um emprego e dignidade, não bombas! Que se dê escolas para aquelas crianças, não a morte!

Recomendo ao Túlio Milman que leia alguns livros de História. Se os patrões permitirem, é claro.

Dilma e a corrupção: coragem para bater de frente na televisão

corrupcao

Por Fernando Brito no Tijolaço

Desde que me entendo por gente, nunca vi um programa de propaganda de quem está no governo se dedicar a tratar, sem meias-palavras, o problema da corrupção.

Mas foi o que, ousadamente, fez hoje o programa de Dilma Rousseff (se você não viu, assista ao final do post).

Didático, com informação mas, sobretudo, com coragem.

Sem mi-mi-mi, mostrando que combate à corrupção não é retórico, não é na base da “garantía soy yo” , mas na criação de mecanismos institucionais de contrle.

Foi, claro, uma “trava” na exploração do caso da denúncia premiada de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, que a mídia explora seletivamente contra a Presidenta, mesmo sabem do que foi ela quem o afastou e que não tergiversa, pessoalmente, com qualquer tipo de desvio.

Não tenho, sob o aspecto da efetividade, como avaliar este tipo de mensagem, até porque é raríssima no campo da comunicação.

Mas posso afirmar que o programa não passa a ideia de alguém que está encurralada, amedrontada, assustada com a situação criada na mídia.

E, ao contrário, fecha o discurso com a denúncia da hipocrisia, da suposta “moralidade” que encobre a maior das imoralidades: a entrega do país ao controle dos que têm dinheiro, muito dinheiro.

Não sei se dá certo, mas sei que dá gosto.

E quando se vive e se fala as coisas com gosto, em geral se acerta.

Sequestro em Brasília:A grande mídia brasileira, mentirosa e parcial, é a culpada pela loucura

SorriaLigar TV, ouvir rádio ou ler jornais no Brasil é um exercício de psiquiatria. O mundo inteiro elogia o Brasil pelas conquistas sociais do últimos anos, os avanços na saúde, o menor índice de desemprego da história, os salários sobem acima da inflação, a educação avançou, e muito. Nunca se construíram tantas casa populares, o Pré Sal colocou o Brasil entre os maiores donos de reservas de petróleo e o país saltou da 13ª posição entre as maiores economias do mundo para a 7ª economia do mundo. Desenvolvimento Econômico com desenvolvimento Social. Mas nada disto é destacado na mídia. As vezes um único caso negativo ganha repercussão nacional e vira discurso contra o governo, alimentando uma oposição sem programas claros. Só notícias negativas são publicizadas e repetidas diuturnamente. Goebels invejaria a capacidade da mídia tupiniquim em transformar mentiras repetidas em verdades no senso comum. O que Goebels conseguiu com sua máquina de propaganda, nós sabemos. Deixou um povo inteiro refém do medo e enlouquecido, capaz de destruir a humanidade inteira numa guerra insana e assassina. Pois a mídia brasileira faz exatamente a mesma coisa. E orientados pelo ódio disseminado pelos meios de comunicação, era de se esperar que começassem a aparecer loucos do tipo suicida e homem bomba, dispostos a salvar o mundo do demônio, e a resgatar a pátria do “comunismo”.

Na mídia não faltarão menções ao Hotel que “iria contratar Zé Dirceu”, a falsa informação de que Dilma teria proposto negociar com o tal “estado islâmico”, que Césare Battisti não foi extraditado e outras mentiras e negatividades escondidas nas largas mangas da mídia tupiniquim.

Está na Hora da Lei dos Meios pra acabar com o monopólio das informações. E com os golpistas oligopólios máfio midiáticos que continuam a se arvorar como detentores da verdade única, tal qual Hitler e Goebels. A continuar assim, teremos como resultado o mesmo que aquela nefasta semeadura de 1933.

Reeleger Dilma, eleger uma Constituinte Exclusiva e efetivar a Lei dos Meios ajudará a salvar o Brasil dos golpistas…e dos loucos terroristas como este de Brasília.

Em tempo: A loucura pode ser do sujeito ou pode ser da própria mídia e da oposição brasileira. Em 1989 Abílio Diniz, milionário dono do Grupo Pão de Açúcar, foi sequestrado. Não havia nenhuma conotação política no sequestro. Mas “arranjaram” uma camiseta do PT para um dos sequestradores. E lá foi a Globo, capitaneando os oligopólios midiáticos, a distribuir a versão de que o sequestro teria sido feito para arrecadar recursos para o PT. O ódio da mídia e da Classe dominante ao PT não é de agora. Vem desde a sua criação. O PT veio pra mudar a história do Brasil, colocando pobres, trabalhadores e o todos os “diferentes” na história. E é por isto que eles tem ódio ao PT e o semeiam diuturnamente. Se não dermos um basta nisto, geraremos cada vez mais loucos defensores de posturas nazistas e fascistas. Eles detestam a democracia que o PT tanto defende e busca sempre ampliar mais.

Marina foi a grande derrotada do debate da Record

debate record

O debate da Record teve o seu melhor momento no primeiro bloco, quando os candidatos pareciam estar com sangue nos olhos para mostrar as diferenças entre seus projetos. Foi neste momento, muito provavelmente de maior audiência, que Marina Silva foi disparada a pior no enfrentamento com seus adversários diretos. Dilma e Aécio foram muito melhores do que ela.

A candidata do PSB parecia muito nervosa e como se carregasse o mundo nas costas. Falava de forma ríspida e com olhar perdido. Não conseguiu responder de forma clara a pergunta de Dilma sobre o fato de ter afirmado que votara a favor da CPMF, quando o registro do Senado aponta que ela votou não em quatro momentos diferentes.

Dilma e Aécio falaram para os seus eleitores e certamente não perderam votos. Ambos podem, ao contrário, herdar eleitores que podem ter se decepcionado com Marina no enfrentamento de hoje.

Na parte debaixo da tabela quem se saiu melhor foi Luciana Genro (Psol), que conseguiu se diferenciar de Eduardo Jorge, mostrando que ele apesar de posições progressistas foi secretário de Serra e Kassab, e ao mesmo tempo também tirou uma casquinha de Marina, mostrando que ela faz um discurso de nova política, mas mantém posições bem tradicionais.

Genro, porém, patinou feio no seu embate final com Levy Fidelix. Ela chamou o candidato do aerotrem pra debater união homo afetiva e ele fez um dos discursos mais bizarros desta campanha eleitoral, chegando a comparar homossexuais com pedófilos. Na respost dele, por duas vezes Luciana ameaçou um sorrisinho de canto de lábio,. E na réplica preferiu falar que ninguém mais ali defendia a família do que ela, ao invés de lhe passar uma descompostura histórica.

O que fica deste debate da Record é que se Marina não se preparar melhor para o da Globo, corre o risco de ficar de fora do segundo turno. Aécio tem conseguido bons desempenhos nos últimos encontros. Ou seja, vem melhorando. Marina, ao contrário, vem piorando. Nos primeiros, debates seu discurso parecia diferente, mobilizador. Agora, Marina tem parecido mais velha política do que seus adversários, Fala, fala e não responde nada de forma objetiva. Muito ao estilo Odorico Paraguassu, personagem de O Bem Amado.

Se você quiser mais detalhes do debate, eu fiz uma cobertura online pelo meu Twitter. Passa lá no @renato_rovai e dá uma olhada na minha Timeline.


Luiz Müller

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